O expoente máximo do jornalixo que gosta das farmacêuticas, o "Observador", e onde explodem orgasmos a cada "estudo" onde seja "provável que", publica isto: "Nos municípios onde Donald Trump teve mais votos, probabilidade de morrer de Covid-19 é três vezes maior." Pode ser lida na íntegra aqui sendo muito interessantes os comentários.
Este blogue é um registo pessoal de impressões, comentários e opiniões do autor, na sua qualidade de cidadão, na forma de um diário privado que é, no entanto, de acesso público e livre. Este blogue não tem fins lucrativos e as apreciações do autor sobre acontecimentos, pessoas e iniciativas, sociais, culturais, políticas, comerciais, mediáticas e outras, são completamente independentes e pessoais.
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
Ler jornais já não é saber mais (130): O jornalixo explicado aos ingénuos
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Ler jornais já não é saber mais (105): jornalixo de alto gabarito!
quarta-feira, 29 de julho de 2020
Ler jornais já não é saber mais (89): o jornalixo
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
Ler jornais já não é saber mais (160): jornalixo pior do que lixo
quarta-feira, 2 de junho de 2021
As coisas são o que são
Não gosto de futebol, nunca gostei. Desagrada-me o aspecto altamente comercial da coisa, o endeusamento de desportistas profissionais milionários, o entusiasmo militante de milhares de pessoas que só se indignam com os golos com os quais não concordam. Lembro-me sempre do que dizia um antigo colega meu, quando era pessoa de bom humor: "Sou do tempo em que não se gostar de futebol era ser-se antifascista."
Mas não posso deixar de elogiar o "povo" do futebol, nestas circunstâncias. Se houver uma libertação desta variante de ditadura político-sanitária em que vivemos, vamos devê-la a eles, aos entusiastas do futebol que, em Lisboa, há vinte dias, festejaram um triunfo do Sporting. E não apenas a eles.
Depois dos festejos de ingleses (deixados à rédea solta no Porto no fim-de-semana em que os polícias iam para as praias verificar se os banhistas portugueses andavam de máscara) foi um veterano do futebol, o dirigente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa, que se dirigiu ao primeiro-ministro com palavras de quem sabe que nada tem a temer: que se demita, disse ele, se não conseguisse demitir os que impedem o público de ir aos jogos portugueses e deixaram à solta os adeptos ingleses no Porto. "Sem máscara, sem distanciamento social", como o jornalixo pidesco gosta de denunciar. E tal como o fizeram os adeptos do Sporting há vinte dias.
Essa celebração de milhares, em Lisboa e no Porto, fez os profetas do apocalipse covidista preconizarem, mais uma vez, o fim do mundo. E mais uma vez falharam.
No Facebook (link aqui), o professor universitário Nuno Lebreiro fez o melhor de todos os resumos, no passado dia 29:
" (...) a comparação dos números oficiais da COVID no dia 10 de Maio, véspera da celebração sportinguista, e hoje, passados 19 dias. Resultados? Ora, menos 23 internamentos e menos 24 internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos. Está, assim, empírica e definitivamente comprovado que milhares de pessoas aos abraços, saltos e beijos na rua não aumentou coisa nenhuma na pandemia, não há factura, não há 'aumentos', não há tragédia nenhuma. Eu não vejo televisão, mas imagino que esteja a comunicação social em peso a noticiar este facto e a confrontar os “especialistas” que previram o fim do mundo em COVID há 15 dias atrás? Não está? Mas deveria estar. A verdade é que a pandemia acabou. Ide celebrar para a rua junto com os ingleses e regozijai: sobreviveram ao ano 1 DC (Depois de Covid)".
A sua observação está traduzida neste quadro:
E se os "especialistas" acenaram com aumentos de "casos" em Lisboa, com base em testes descontrolados, convém não esquecer que os festejos do Sporting não foram a única celebração pública que mobilizou multidões.
No dia 13, o Martim Moniz, em Lisboa, encheu-se com a celebração islâmica do Ramadão e a fotografia em baixa, do "Público" mostra como foi. Os "especialistas" e a imprensa do jornalixo fizeram de conta que nada acontecera.
Neste momento, e sobretudo depois destas movimentações de massas, a narrativa política da pandemia vive apenas dos "casos". E o problema é que, como já é habitual, os "novos casos" (que avivaram o medo dos que ainda vivem no medo desde Março do ano passado) são invariavelmente suspeitos. Baseiam-se apenas nos testes e estes são uma realidade descontrolada, desregulada... e lucrativa. Como assinalou Nuno Lebreiro, e com eles muitas outras pessoas, não houve hospitais cheios, mortes em barda (pelo contrário!) e internamentos a aumentar. Não houve, nem há. E talvez só volte a haver, a partir do final do Outono, quando vier a época do que, até 2019, eram as gripes.
Ou seja: a pandemia, na prática, acabou. Já deve estar a acontecer o que sempre tem acontecido em situações destas ao longo da história da humanidade: o vírus, o SARS-CoV-2, causador de doença das vias respiratórias que também depende das condições atmosféricas tornou-se endémico. E as suas variantes, que tanto inflamam o jornalixo e os profetas do apocalipse, não são mais perigosas.
Não deixa de ser interessante que, no meio desta agitação, o PR tenha aparecido, em cima de uma das já famosas "reuniões do Infarmed" (onde uma aglomeração de "especialistas" se sobrepôs ao Conselho Nacional de Saúde Público, órgão institucional ilegalmente marginalizado desde Março de 2020), a defender publicamente uma avaliação diferente da crise sanitária. O facto de ter sido o grande entusiasta dos estados de emergência anticonstitucionais dá-lhe agora alguma autoridade para defender que essa avaliação inclua a situação hospitalar e não apenas os ilusórios "novos casos" dos laboratórios que fazem testes.
Esta aparente divergência entre os "especialistas" (a quem os políticos entregaram, estupidamente e por medo, a doutrina sanitária, há mais de um ano) e os políticos, que agora se entrevê, revela uma das maiores fragilidades da crise sanitária: a completa irresponsabilidade dos políticos, nacionais e estrangeiros, que resolveram aplicar técnicas medievais (inspiradas pela ditadura chinesa e pelos "especialistas") à emergência de um vírus de perigos discutíveis e gerador de uma doença das vias respiratórias grave para os mais frágeis.
Neste momento, e quando a realidade se impõe, quando as coisas são como realmente são, as autoridades governamentais só podem fazer uma coisa: aquilo que o Presidente da República sugeriu e ir mais além.
Há que restaurar a democracia e a normalidade.
E as vacinas?
Quais?, apetece perguntar. O que tem estado a ser "vendido" como vacinas para a covid-19 (a doença provocada pelo SARS-CoV-2) não vacinas. Circulam com autorizações especiais temporárias, não passaram pelas várias fases de experimentação e não passam de medicamentos ainda não definitivos, com efeitos secundários muito incertos. A campanha monumental que as promove, para um vírus que pode ser mais sazonal do que parecia, tem todo o aspecto de um logro, pensado para salvar a face dos políticos e dos seus conselheiros "ad hoc" que montaram os confinamentos e desencadearam a destruição das economias.
Além disso, defender estas "vacinas" como fator essencial para a imunidade de grupo (quando os vírus são "domesticados" pela comunidade e pelos anticorpos dos seus membros) é desonesto. A humanidade nunca precisou de vacinas para sobreviver a doenças passageiramente graves, ou menos graves. E, sim, as vacinas contra o sarampo e a varíola foram elementos essenciais para o progresso da humanidade. E para combater doenças efectivamente mortíferas.
(E eu? Deixo que me apliquem uma dessas "vacinas". Não. Levantem as restrições, anulem a obrigatoriedade das nojentas máscaras. Devolvam-nos a nossa vida. E, nessa altura, até concordarei com o rei francês Henrique IV: "Paris vale bem uma missa.")
domingo, 6 de novembro de 2022
Ler jornais já não é saber mais (165): o jornalismo fazia-se com factos, o jornalixo faz-se com adivinhações
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| "Nascer do Sol", 5.11.22 |
"A covid está mesmo de volta", proclama o
tudólogo V. Rainho, que é um dos directores do clandestino "Nascer do
Sol", ignorando que as pandemias evoluem sempre para endemias, fase em que
já entrámos há muito tempo.
E depois lá vem o falso epidemiologista de turno e, a seguir, uma extraordinária palavra-chave: "Adivinha-se um inverno complicado".
"Adivinha-se"?!
Esta gente não passa disto, entre o "pode" e as "adivinhas", numa caldeirada manhosa. O jornalismo fazia-se com factos. O jornalixo contenta-se com as adivinhações.
Arre, porra, que é demais!
quinta-feira, 15 de julho de 2021
Jornalixo panfletário
Isto não é um jornal. É um panfleto. E é um panfleto nojento.
Quem dá a cara pela citação apocalíptica da manchete? Algum dos "especialistas" do Apocalipse? Não, ninguém.
domingo, 22 de maio de 2022
O jornalismo eu pago, o jornalixo é que não
Durante dois ou três anos paguei, como "assinante" do jornal on line "Observador" para poder ler algumas das suas matérias (notícias e opinião) que estavam fechadas ao público que não quisesse pagar.
A minha "assinatura" acabou há dias e não a renovo.
Aceito que um órgão de comunicação social tome partido (seja lá pelo que for). Mas a posição que quiser assumir deve ser objecto de uma opção editorial clara em termos de opinião por parte da sua direcção.
Não é esse o caso do "Observador", que, subjectiva e objectivamente, tomou partido (e não na sua opção editorial, mas nas notícias) em dois momentos que são essenciais nesta nossa realidade do pensamento único dominante: na ex-pandemia do SARS-CoV-2 (que já é endemia) e na promoção do medo, e também na crise ucraniana, em que alinha sem rebuços pelo governo de Kiev.
Notícia é notícia, opinião (em artigos de opinião ou mesmo em reportagem) é opinião. Infelizmente há quem, no "Observador", já não respeite essa distinção, como respeitava, e praticava, noutros tempos da sua carreira profissional.
Se aceito pagar para ter jornalismo, já não aceito pagar para ter jornalixo. É o que "Observador" nos vende agora. Eu, por mim, já não compro.
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terça-feira, 3 de junho de 2025
Chamar-lhes "jornalixo" até é carinhoso...
A imprensa oficial portuguesa está reduzida a esta miséria.
Não há (quando lhes estraga a narrativa) verificação de factos, rigor, objectividade.
Há o que lhes mandam dizer: para a CNN tuga foram 41 bombardeiros destruídos, para o "Público" foram 40, se alguém lhes tivesse dito 100, 200 ou 500 publicariam na mesma.
domingo, 20 de dezembro de 2020
Ler jornais já não é saber mais (99): a desistência
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Uma palhaçada perigosa
1. O vírus SARS-CoV2 existe (está demonstrado) na Europa desde 2019. Em Portugal (certifica-o o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge) existe desde Fevereiro. Parece que interessa pouco, mas o alarme só começou em Março e, até ao início do medo oficial, não houve mortos em excesso, nem manifestações de gripe fora do normal.
2. O ciclo normal das pandemias é este: primeiro, é há a epidemia (uma afecção localizada); a segunda fase é a pandemia (a afecção está em todo o lado); a terceira é a endemia (a afecção está interiorizada, e controlada, na própria espécie). A endemia pressupõe a existência de um vírus já inofensivo em numerosas camadas da população e é acompanhada pela imunidade de grupo. Isto acontece tanto entre os seres humanos como entre os animais e com todos os vírus.
3. Infelizmente, e por motivos que se desconhecem, a possibilidade de o SARS-CoV2 estar endémico e de já existir imunidade de grupo é assunto tabu.
4. Actualmente estão a fazer-se testes em larga escala, de forma aleatória e sem qualquer controlo. Não se sabe se as empresas de testes (um negócio de grandes dimensões) estão a cumprir a recomendação oficial dos 25 ciclos dos testes PCR ou se continuam a chegar aos 40 e mais. Neste caso, com os testes a apanharem restos de vírus já inactivos), há sempre mais “casos” e mais “casos” são sempre mais testes e mais testes são sempre mais receitas para as respectivas empresas. E mais alarme público.
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| No "Público" de hoje: 47 em quantas escolas?! |
5. Nesta perspetiva, o essencial é saber se têm aumentado os internamentos hospitalares de casos realmente graves. Não têm. Mas este indicador fica “escondido” nos grandes títulos da comunicação social mais alarmista (o jornalixo) e o que ressalta são os “novos casos”. Atira-se mais medo para cima do medo.
6. O SARS-CoV2 é um vírus que afecta as vias respiratórias. Com a melhoria do tempo atmosférico (além da imunidade de grupo) e, no aspecto psicológico, a convicção de que as vacinas ajudam a resolver o problema, a sua importância decresce. E é anulada por um vasto leque de elementos naturais.
7. Esta perspectiva racional de uma situação que é natural está completamente ausente do discurso (infelizmente sem contraditório) de académicos que, no domínio da epidemiologia, não são mais do que biscateiros. Esse discurso predomina no jornalixo, que nem sequer pede contas a estes “especialistas” pelas previsões que vão fazendo e se vão revelando erradas.
8. Este clima de loucura (que parece dar origem a uma guerra surda entre o PR e o PM, com os “especialistas” a serem os homens de mão do primeiro) está a destruir a economia e as pessoas.
9. Se o “desconfinamento” começa a ser sucessivamente atrasado e demorado, só o aumento das falências (económicas, comerciais e psicológicas) é que pode causar o choque da realidade capaz de abalar os políticos que mais estupidamente têm medo da própria sombra e a população da classe média-alta que tem sido poupada, nos seus rendimentos, à destruição económica.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
Ler jornais já não é saber mais (170): alarmismo indecente
Ia chover muito no Natal e no Ano Novo.
A Protecção (?) Civil até recomendava que as pessoas ficassem em casa.
Ia haver cheias e inundações, garantia o IPMA.
Cancelaram-se festejos.
A Lusa, de onde sai a maior parte da desinformação alarmista, e todo o restante jornalixo entraram num frenesim de alertas e "avisos" coloridos.
Afinal... nada de grave aconteceu.
O jornalixo podia redimir-se e, remetendo para a Protecção (?) Civil e para o IPMA, justificar desse modo o medo que promoveu. Mas não: preferem chafurdar na porcaria que defeca. E depois a culpa é das alterações climáticas.
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
"Negacionismo"
segunda-feira, 25 de abril de 2022
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Ler jornais já não é saber mais (100): a ascensão do pensamento único no ocaso da liberdade
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| O ocaso da democracia |
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Ler jornais já não é saber mais (103): o viés de "A Cor do Dinheiro"
Camilo Lourenço, na sua "Cor do Dinheiro", gosta de proclamar quando apela aos "likes" que "aquilo que você ouve aqui não ouve em mais sítio nenhum". Não é verdade. No que se refere à crise sanitária, Camilo Lourenço emprenha pelos ouvidos e limita-se quase só a repetir o que o jornalixo já disse. Talvez devesse dispersar-se menos...
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
Como é que chegámos a isto?
Estamos no Verão, num país do sul da Europa que sofre a influência
do calor que vem de África e do Mediterrânico. Onde nunca foram invulgares
temperaturas de 40 graus no interior do País (e o Alentejo não é caso único)
nem, ao mesmo tempo, temperaturas mais baixas no litoral, e de Norte a Sul.
Isto, que o
clandestino "i" faz, é uma fraude. É sensacionalismo. É do mais reles
jornalixo que, de vez em quando, vem à tona.
Como é que
pudemos chegar a isto, num país onde o jornalismo já foi de qualidade?
Note-se que a base para isto são os "avisos" do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) cujas previsões sobre temperaturas apenas indicam valores próprios da época. Ou seja: valores de Verão. Como se pode ver:
terça-feira, 28 de setembro de 2021
Ler jornais já não é saber mais (121): pior e mais porco era difícil
O que é que eles negam? O que defendem? O que propõem? Quem são?
Estas quatro perguntas justificariam (com as devidas respostas) uma reportagem sobre o que me parece ser um vasto leque de pessoas que têm em comum a rejeição da grande maioria das medidas sanitárias do actual governo aplicadas ao que foi a pandemia do vírus SARS-CoV-2 e que manifestam publicamente as suas opiniões.
Não foi isto que fizeram as revistas "Sábado" e "Visão". Os textos que, numa interessante coincidência, publicaram precisamente na mesma semana não são reportagens esclarecedoras. São textos de ódio. Não são manifestações de discordância política. São críticas que amesquinham. Não combatem opiniões, mas as pessoas que as expressam. Às dúvidas públicas, estas publicações contrapõem ataques individuais cheios de insinuações. Erguem as bandeiras de uma ciência oficial e governamental e, na prática, apelam à condenação dos "negacionistas" às chamas purificadoras das fogueiras que já serviram para queimar pessoas e livros. Fazem de conta que não sabem o que disse o director da Polícia Judiciária a um dos seus pares a respeito da segunda figura do Estado e defendem o linchamento de quem ousa criticar.
O director da "Sábado", no seu "editorial", escreve isto: "O fascismo e a máfia é que 'marcam' os seus adversários para os eliminar física e civilmente". Foi precisamente o que fizeram a sua revista e a "Visão"!
O jornalixo está todo aqui. Fazer pior e mais porco há de ser difícil.
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| Exactamente: "O fascismo e a máfia é que 'marcam' os seus adversários para os eliminar física e civilmente" (Eduardo Dâmaso, director da "Sábado") |
*
Um anónimo (evidentemente...) deixou o seguinte comentário a este post:
ÉS POUCO CHANFRADO DOS CORNOS ÉS !!!! CHALUPA
Adorei ver um post teu a falar dos hereges que nao iam à TV
Iluminados como... Andre Dias... marta gameiro... lourdes cerol ... pedro almeida vieira,etc etc QUE RISADA !!!
O melhor entao foi adicionar Carlos Fiolhais e David Marçal que de chalupas como os antes citados nao têm nada
Marta ? LOL Uma dentista burra que nem um calhau
Lourdes Cerol Bandeira ? LOLOLOL Nao sabe a diferença entre um virus e uma bactéria
Muito mais havia a dizer
MAs o melhor de todos é o informático Andre Dias... esse sim uma referencia
https://www.facebook.com/Josemessiaspagina/videos/425990888682610
Como se pode ler, o nível mental e de literacia de quem defeca um escrito deste, com insultos de recreio do 1.º ciclo do ensino básico, é do mais medíocre que existe. Quem ataca (o verbo "criticar" seria elogioso, por pressupor que existe raciocínio nestas cabeças) os "negacionistas" e defende a ciência oficial não passa disto. Por essas e por outras é que o futuro não é deles.
domingo, 21 de abril de 2024
Merda
Esta é daquelas notícias (?!) de esterco perante as quais todos os "f***-se!" que se possam dizer são insuficientes: é uma coisa feita sobre aquilo em que algumas pessoas "acreditam", sendo essas pessoas os "especialistas" que previam o fim do mundo com o SARS-CoV-2/covid e a morte de milhões de pessoas em todo o mundo, sendo essas pessoas os comediantes que transformaram a ciência num artifício infame ao serviço dos políticos cobardes.
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
A cimeira da treta da "reunião do Infarmed"
A situação da "pandemia" (que talvez já tenha passado) tornou-se caótica. A multiplicação de testes que nem são de fiar (e que identificam restos mortos do coronavírus do momento) e o consequente aumento dos novos zombies que são os "infetados" assintomáticos, a abertura das aulas e a Festa do "Avante!", a deriva autoritária das "autoridades de saúde" e políticas (em Portugal e noutros países, com situações graves na Austrália), a revelação do diminuto número de mortos que pode ser efectivamente associado ao covid, a estatística necrófila a que o jornalixo português tem cedido, as promessas de Apocalipse dos "sábios" estatais e a crise económica esperar-se-ia que a "reunião do Infarmed" de hoje pudesse abrir portas a uma abordagem racional da realidade.
Não foi o caso e esta cimeira de "especialistas" oficiais e de políticos limitou-se a mostrar que:
1 – Os “especialistas” oficiais andam com dificuldade em perceber que a realidade da “pandemia” (expressa no número de mortes) lhes trocou as voltas e tentam limitar os danos causados nas suas reputações pelo falhanço das previsões apocalípticas.
2 – Os “técnicos” da Direcção-Geral de Segurança/Ministério
da Saúde não sabem como hão de sair da estatística dos “novos casos” que só tem
a ver com o aumento dos testes e do número de “falsos positivos”.
3 – Os políticos da situação já perceberam que não podem fechar
outra vez o país por causa da catástrofe económica e não tiveram sugestões por
parte dos seus próprios “especialistas” para decidirem e justificarem o pré-anunciado
“estado de contingência”. (Poderão ir por uma generalização parcial do uso de
máscaras, mas os “especialistas” também já devem ter percebido que isso não
pode impedir o aumento de “novos casos” decorrente dos muitos testes).
4 – Os políticos da oposição não se arriscam a fazer propostas
porque não sabem o que quer o eleitorado deles (e não os têm no sítio para
ouvirem os especialistas não oficiais).
5 – A imprensa não só não conseguiu perceber ponta de um
corno dos dados apresentados (nem dos outros, os que existem e que contrariam a
narrativa oficial) como não descola, em geral, da campanha do medo.
Ou seja: assim não vamos lá.































