domingo, 20 de setembro de 2026

Uma notícia proibida: a Ucrânia sofre 27 mil baixas por mês

 

Eis mais uma daquelas notícias que a imprensa oficial ignora, ou esconde: a declaração, feita pelo primeiro-ministro polaco Donald Tusk, no parlamento do seu país, de que a Ucrânia está a ter ter perdas mensais no campo de batalha (mortos e feridos) que chegam aos 27 mil homens por mês.

É uma expressão do desastre em que se encontra o que resta deste país numa guerra que continua a ser furiosamente impulsionada pelos dirigentes políticos da União Europeia. 

Este número de 27 mil perdas, que podem naturalmente oscilar de mês para mês, significa que, por ano, a Ucrânia perderá 324 mil dos seus combatentes. 





A imprensa ucraniana ("Censor.net", em cima, e "Strana", em baixo) deu a notícia. Mas a imprensa oficial europeia escondeu-a.









Donald Tusk não é um opositor do regime de Kiev e diz mesmo que este número (o dos 27 mil) lhe foi dado pelas autoridades ucranianas. 

É um número que, de certa forma, é complementado por uma afirmação do chefe de gabinete do presidente da Ucrânia, Zelensky, que há um mês dizia que deviam ser mobilizados 30 mil homens todos os meses para compensar as faltas.







E é um número que contrasta com uma das muitas afirmações fantasiosas do próprio Zelensky que, há dois meses, dizia que, desde 2022, a Ucrânia só tinha tido... 50 mil baixas.







Segundo as estatísticas do Banco Mundial/ONU, ainda havia mais de 18 milhões de homens na Ucrânia em 2025. Portanto, o regime de Kiev ainda tem à sua disposição muita "carne para canhão". E interessa pouco que uma percentagem significativa da população masculina ucraniana seja composta por pensionistas, jovens e crianças. Enquanto houver corpos vivos para atirar para a guerra, vale tudo.














(Imagens de fontes abertas de acesso público.)

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