quinta-feira, 12 de março de 2026

E agora a NOS...

 



... com direito ao Prémio do Cagalhão (agora exclusivo, e de forma permanente, da abominável e-Redes), por manter avariado o seu serviço de comunicações há quase vinte e quatro horas. Não esperava isto.




O Prémio do Cagalhão

Ela aí está: a distinção que vou passar a conferir às entidades, colectivas e individuais (empresas, Estado e indivíduos), que falham clamorosamente, o Prémio do Cagalhão

Até agora, a incompetente e-Redes tem sido a detentora exclusiva deste galardão. Mas acho que vai haver mais contemplados... 












quarta-feira, 11 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (136): negligência grosseira


Não é possível confiar na e-Redes, por muitos milhões que gaste em marketing e comunicação e jornalistas, quando, mais de um mês depois do temporal de 28 de Janeiro, isto ainda existe: cabos de electricidade ao alcance da mão de quem passa, na Estrada do Vale (Serra do Bouro, Caldas da Rainha).





A e-Redes ainda é capaz de vir dizer que foi um exemplar da "avifauna" local que pousou no cabo...












segunda-feira, 9 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (135): a culpa é dos pássaros, obviamente

Portanto, as aves e os pássaros pousam nos fios da electricidade e temos apagões. É o que dizem as brilhantes mentes da e-Redes, a tentarem justificar o injustificável!









A CNN de Kiev


Interessa pouco se é verdade, ou se não é, ou se fica a meio caminho. Interessa é dar voz a um homem enlouquecido e completamente divorciado da realidade.

A CNN nacional mostra, muitas vezes com excesso de zelo, como cumpre a agenda do governo de Kiev. Por convicção? Por pensamento mágico? Por ilusão? Porque lhe pagam para isso? Tudo é possível.









(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (134): apagões de guerrilha

Entre as 5h50 e as 7 horas houve, hoje, mais uma série de apagões, em forma de guerrilha... como se a e-Redes (que confessa a sua incapacidade tecnológica, como demonstrarei) estivesse a fazer pontaria à nossa paciência e à capacidade de resistência dos electrodomésticos.

Mas a culpa é dos passarinhos...






sábado, 7 de março de 2026

Ler jornais já não é saber mais (253): não há como uma crise assim para estimular a criatividade jornalística!

 



























































































... E em dose dupla, o que é mais extraordinário. A banalidade do verbo "disparar" aparece por duas vezes nestas primeiras páginas do "Correio da Manhã" e do "Expresso". Que criatividade tão grande!













(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

quarta-feira, 4 de março de 2026

O "Público" a fazer auto-avaliação?




O "Público" garante hoje que 368 mil pessoas em Portugal vão sofrer de demência em 2050. 

Ou é adivinhação (típica de um jornalismo de caca) ou é uma simulação baseada na própria avaliação das criaturas que fazem o jornal da Sonae.

Ao ver o que escrevem, e fico-me só pela primeira página, acho que é isto: eles sabem como estão a ficar, e vão ficar, dementes.







(Imagem de fonte aberta de acesso público.)



segunda-feira, 2 de março de 2026

domingo, 1 de março de 2026

Donald Trump (6): decepção absoluta

A expectativa de que o presidente dos EUA, Donald Trump, pudesse contribuir para alguns factos positivos na política internacional esfumou-se decisivamente. 

Escrevi aqui, há seis meses, que Trump mostrava ser, afinal, um "presidente de guerra". Hoje apetece-me escrever pior, e com uma ressalva: os críticos mais impenitentes de Trump, cegos pelas percepções e indiferentes à realidade, nem sequer acertaram no alvo.

As conversas, mais do que negociações, em torno do que poderia ser o processo de pacificação da Ucrânia, o rapto de um presidente de outro país (Venezuela) e, agora, o ataque ao Irão, em obediência aos sionistas de Israel, mostram o que de pior tem este homem, de quem poderá ser legítimo pensar que tem um problema cognitivo sério e talvez relacionado com a sua idade avançada. Diferente da demência do seu antecessor, Biden, mas talvez mais perigoso.

Trump, de quem nunca fui apoiante (não voto nos EUA, já agora) mas em cuja boa-fé acreditei, é, com esta guerra que fez eclodir no Médio Oriente, uma decepção absoluta. 

E, se não for obrigado a recuar pelos iranianos, espero que sofra (politicamente, claro) com uma desejável derrota eleitoral nas eleições legislativas e com o processo de "impeachment" que pode ser desencadeado contra ele, por se lançar numa guerra sem autorização do Congresso.


Nesta fotografia (de Daniel Torok/Getty Images) tirada na Casa Branca já no decurso do ataque ao Irão, os semblantes sombrios dos presentes (a começar pelo presidente) não condizem com o tom loucamente optimista do presidente