sábado, 14 de março de 2026

Para que conste, sobre o ataque ao Irão

Não consigo defender um Estado chefiado por uma filosofia religiosa intolerante (como já o foram o cristianismo e o catolicismo), como o Irão é, apesar de ele se definir como república ("república islâmica") e de ter mecanismos semelhantes aos da democracia tal como ela tem sido definida politicamente na maioria dos países, com presidente e parlamento eleitos, e com um regime apoiado pela maioria esmagadora da sua população.

Mas também não consigo defender, antes pelo contrário, a intervenção desajeitada, brutalista e sanguinária dos EUA e de Israel, ou de Israel e dos EUA. 

Nenhum país tem o direito de forçar uma mudança de regime político pela força noutro país, em especial quando o país atacado não representa uma ameaça directa ao país que ataca. O Irão não tem fronteiras com os EUA e não terá, e ninguém o afirma, capacidade para atingir Washington ou outras cidades norte-americanas com os seus mísseis.

Os EUA, sob a chefia de mais um homem mentalmente desequilibrado (Trump, depois de Biden), estão de novo a agir irresponsavelmente e espero que sejam punidos por isso, e no campo de batalha da guerra que quiseram criar.





quinta-feira, 12 de março de 2026

E agora a NOS...

 



... com direito ao Prémio do Cagalhão (agora exclusivo, e de forma permanente, da abominável e-Redes), por manter avariado o seu serviço de comunicações há quase vinte e quatro horas. Não esperava isto.


*

O apagão dos serviços da NOS prolongou-se por cerca de trinta horas. 

Ficou resolvido, mas isso não significa que os seus clientes, ou este, pelo menos, fiquem satisfeitos. Para mim, é sempre um motivo de insatisfação que as empresas escondam os motivos que levam os seus serviços a falhar. E se é certo que a NOS se derramou em pedidos de desculpas e em agradecimentos pela nossa paciência, o desconhecimento da(s) causa(s) do problema, devido à sua dimensão, é-me profundamente antipático.

Tal como o recurso, na linha de "apoio ao cliente", da música de uma canção do filme "Música no Coração" com a letra adaptada à glorificação da NOS. 

Este gesto é um atentado imbecil ao património cultural representado por este filme que, não sendo um dos meus favoritos, tem qualidades inegáveis e um papel significativo na história do cinema. Bastaria, simplesmente, esta repugnante apropriação para justificar o Prémio do Cagalhão que dou à NOS.






O Prémio do Cagalhão

Ela aí está: a distinção que vou passar a conferir às entidades, colectivas e individuais (empresas, Estado e indivíduos), que falham clamorosamente, o Prémio do Cagalhão

Até agora, a incompetente e-Redes tem sido a detentora exclusiva deste galardão. Mas acho que vai haver mais contemplados... 












quarta-feira, 11 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (136): negligência grosseira


Não é possível confiar na e-Redes, por muitos milhões que gaste em marketing e comunicação e jornalistas, quando, mais de um mês depois do temporal de 28 de Janeiro, isto ainda existe: cabos de electricidade ao alcance da mão de quem passa, na Estrada do Vale (Serra do Bouro, Caldas da Rainha).





A e-Redes ainda é capaz de vir dizer que foi um exemplar da "avifauna" local que pousou no cabo...












segunda-feira, 9 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (135): a culpa é dos pássaros, obviamente

Portanto, as aves e os pássaros pousam nos fios da electricidade e temos apagões. É o que dizem as brilhantes mentes da e-Redes, a tentarem justificar o injustificável!









A CNN de Kiev


Interessa pouco se é verdade, ou se não é, ou se fica a meio caminho. Interessa é dar voz a um homem enlouquecido e completamente divorciado da realidade.

A CNN nacional mostra, muitas vezes com excesso de zelo, como cumpre a agenda do governo de Kiev. Por convicção? Por pensamento mágico? Por ilusão? Porque lhe pagam para isso? Tudo é possível.









(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (134): apagões de guerrilha

Entre as 5h50 e as 7 horas houve, hoje, mais uma série de apagões, em forma de guerrilha... como se a e-Redes (que confessa a sua incapacidade tecnológica, como demonstrarei) estivesse a fazer pontaria à nossa paciência e à capacidade de resistência dos electrodomésticos.

Mas a culpa é dos passarinhos...






sábado, 7 de março de 2026

Ler jornais já não é saber mais (253): não há como uma crise assim para estimular a criatividade jornalística!

 



























































































... E em dose dupla, o que é mais extraordinário. A banalidade do verbo "disparar" aparece por duas vezes nestas primeiras páginas do "Correio da Manhã" e do "Expresso". Que criatividade tão grande!













(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

quarta-feira, 4 de março de 2026

O "Público" a fazer auto-avaliação?




O "Público" garante hoje que 368 mil pessoas em Portugal vão sofrer de demência em 2050. 

Ou é adivinhação (típica de um jornalismo de caca) ou é uma simulação baseada na própria avaliação das criaturas que fazem o jornal da Sonae.

Ao ver o que escrevem, e fico-me só pela primeira página, acho que é isto: eles sabem como estão a ficar, e vão ficar, dementes.







(Imagem de fonte aberta de acesso público.)



segunda-feira, 2 de março de 2026