terça-feira, 24 de março de 2026

Supergralha

 "Tal&Qual", edição de 18 de Março de 2026. Uma primeira página que parece normal...







... mas que tem uma "gralha" monumental. Tem graça, e não ofende.









(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


segunda-feira, 23 de março de 2026

"De sempre"?






Imagino os homens das cavernas, antepassados dos cavernícolas do "Expresso", a medirem as temperaturas atmosféricas.

Ou mesmo os dinossauros, que como os dinossauros mediáticos do "Expresso" eram peritos na "crise climática", a debaterem as temperaturas da Terra desde que a Terra deixou de ser um calhau no espaço para ser um planeta habitado.







sábado, 21 de março de 2026

E os gajos? Ficam-se? Não têm vergonha de serem rebaixados?

Trump chamou-lhes cobardes, com todas as letras, e ameaçou, na prática, retirar-lhes a fralda que é a NATO. 

E eles, e elas, ficam-se, numa humilhação vergonhosa que, aliás, é bem merecida.



















(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


sexta-feira, 20 de março de 2026

Ler jornais já não é saber mais (255): quando a falta de criatividade acasala com a histeria, o resultado é este...

 








































*


Se esta histeria do uso do verbo "disparar" é comum a tudo o que resta da imprensa nacional, o jornal on line "Eco" esmera-se. É capaz de ser de uso obrigatório e talvez conste do "livro de estilo" deles. Vejam só a maluqueira:

































(Imagens de fontes abertas de acesso público.)

quarta-feira, 18 de março de 2026

O sensacionalismo terrorista meteorológico

Não sendo profeta da meteorologia, como tantos são hoje em dia, registo apenas como o texto de mais uma notícia quase sensacionalista sobre as previsões meteorológicas dá origem a um título tão terrorista, com fotografia de um barco de salvamento enfeitado com jornalistas televisivos tão sorridentes...











(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

segunda-feira, 16 de março de 2026

Ler jornais já não é saber mais (254): os malabarismos do jornal da SONAE

 




Idolatrado pelas mais variadas espécies da "esquerda" e da intelectualidade nacionais, o "Público", o jornal que a SONAE tem sustentado a preço de ouro, faz hoje dois extraordinários exercícios de malabarismo em matéria de política externa, mas com repercussão na política nacional, que abalariam a credibilidade de qualquer órgão de imprensa... onde ela ainda pudesse existir.

Na primeira página, tão significativa, o "Público" dá destaque a um "has been" do regime de Kiev, Dmitro Kuleba, o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, mais conhecido pelo facto de atribuir a todos os russos um excesso de consumo de vodka do que por eventuais feitos de política externa. Kuleba saiu do governo em 2024 e, que se saiba, representa-se a ele próprio, o que, aliás, é de nula importância. E nem sequer é original: lá acena com o "ataque" da Rússia à NATO, da mesma Rússia que ele e os outros "pais" da inventona garantem estar debilitada e à beira da falência. 

Não se percebe, à partida, a relevância da criatura, pelo que será legítimo pensar no que poderá ter ganho o "Público" com a coisa. Salvo se Kuleba já esteja a lançar-se, ou a ser lançado, como putativo candidato contra o enlouquecido Zelensky, juntando-se a outros como Zaluzhny, Budanov e Arestovich. Será isso?

Além de Kuleba, o "Público" também faz outro malabarismo, ao atribuir de forma muito objectiva ao Irão o "caos na energia e no abastecimento de petróleo". 

Ou seja, não foi o ataque da coligação Israel/EUA ao Irão que criou esta situação de emergência mundial. Deve ter sido, talvez, o Irão que se bombardeou a si próprio. E, com isto, o "Público" acaba por branquear Trump, a quem tanto odiava. Quem diria, hem?!




(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

sábado, 14 de março de 2026

Para que conste, sobre o ataque ao Irão

Não consigo defender um Estado chefiado por uma filosofia religiosa intolerante (como já o foram o cristianismo e o catolicismo), como o Irão é, apesar de ele se definir como república ("república islâmica") e de ter mecanismos semelhantes aos da democracia tal como ela tem sido definida politicamente na maioria dos países, com presidente e parlamento eleitos, e com um regime apoiado pela maioria esmagadora da sua população.

Mas também não consigo defender, antes pelo contrário, a intervenção desajeitada, brutalista e sanguinária dos EUA e de Israel, ou de Israel e dos EUA. 

Nenhum país tem o direito de forçar uma mudança de regime político pela força noutro país, em especial quando o país atacado não representa uma ameaça directa ao país que ataca. O Irão não tem fronteiras com os EUA e não terá, e ninguém o afirma, capacidade para atingir Washington ou outras cidades norte-americanas com os seus mísseis.

Os EUA, sob a chefia de mais um homem mentalmente desequilibrado (Trump, depois de Biden), estão de novo a agir irresponsavelmente e espero que sejam punidos por isso, e no campo de batalha da guerra que quiseram criar.





quinta-feira, 12 de março de 2026

E agora a NOS...

 



... com direito ao Prémio do Cagalhão (agora exclusivo, e de forma permanente, da abominável e-Redes), por manter avariado o seu serviço de comunicações há quase vinte e quatro horas. Não esperava isto.


*

O apagão dos serviços da NOS prolongou-se por cerca de trinta horas. 

Ficou resolvido, mas isso não significa que os seus clientes, ou este, pelo menos, fiquem satisfeitos. Para mim, é sempre um motivo de insatisfação que as empresas escondam os motivos que levam os seus serviços a falhar. E se é certo que a NOS se derramou em pedidos de desculpas e em agradecimentos pela nossa paciência, o desconhecimento da(s) causa(s) do problema, devido à sua dimensão, é-me profundamente antipático.

Tal como o recurso, na linha de "apoio ao cliente", da música de uma canção do filme "Música no Coração" com a letra adaptada à glorificação da NOS. 

Este gesto é um atentado imbecil ao património cultural representado por este filme que, não sendo um dos meus favoritos, tem qualidades inegáveis e um papel significativo na história do cinema. Bastaria, simplesmente, esta repugnante apropriação para justificar o Prémio do Cagalhão que dou à NOS.






O Prémio do Cagalhão

Ela aí está: a distinção que vou passar a conferir às entidades, colectivas e individuais (empresas, Estado e indivíduos), que falham clamorosamente, o Prémio do Cagalhão

Até agora, a incompetente e-Redes tem sido a detentora exclusiva deste galardão. Mas acho que vai haver mais contemplados... 












quarta-feira, 11 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (136): negligência grosseira


Não é possível confiar na e-Redes, por muitos milhões que gaste em marketing e comunicação e jornalistas, quando, mais de um mês depois do temporal de 28 de Janeiro, isto ainda existe: cabos de electricidade ao alcance da mão de quem passa, na Estrada do Vale (Serra do Bouro, Caldas da Rainha).





A e-Redes ainda é capaz de vir dizer que foi um exemplar da "avifauna" local que pousou no cabo...