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| Título principal da primeira página do "Jornal de Notícias" de hoje |
Pedro Garcia Rosado
Este blogue é um registo pessoal de impressões, comentários e opiniões do autor, na sua qualidade de cidadão, na forma de um diário privado que é, no entanto, de acesso público e livre. Este blogue não tem fins lucrativos e as apreciações do autor sobre acontecimentos, pessoas e iniciativas, sociais, culturais, políticas, comerciais, mediáticas e outras, são completamente independentes e pessoais.
sábado, 11 de abril de 2026
Lá tem de vir a conversa do costume...
segunda-feira, 6 de abril de 2026
EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (138): para não termos saudades, tivemos mais apagões...
... à hora do jantar e até às 22h de hoje. Sobre eles, a mesma conversa da treta da e-Redes: sobre os primeiros já não podiam dizer nada porque, quando telefonei, já tinha passado mais tempo; sobre o das 22 horas, com telefonema feito ao momento, tinha havido um problema (não especificado) com "um cabo". E onde e o quê? Quem estava ao telefone, a atender-me, não dispunha de respostas e só foi dizendo que "equipa técnica já está no local".
E haveria condições extraordinárias de tempo? Ou passarinhos a poisar no tal cabo? Não, só estava a chover. E sem muita intensidade.
domingo, 5 de abril de 2026
138 idiotas perigosos
Deve existir, a funcionar em algum sítio de Lisboa ou do Porto, uma fábrica de ideias estúpidas. Quando se esgota uma, sai outra. Há sempre estúpidos que gostam de ideias estúpidas. E imprensa que, à míngua de outras coisas, engole e reproduz tudo sem cuidar de ver "prós" e "contras" e, já agora, a realidade.
Isto poderia explicar que tenha aparecido uma petição dirigida à Assembleia da República, neste momento com 138 apoiantes, a pedir que a carta de condução seja automaticamente interditada a quem fizer 75 anos.
Há mesmo quem, entre esses apoiantes, sugira que a carta de condução devia ser retirada no momento em que o seu detentor se reforma (sendo que, diz uma apoiante, a idade da reforma é aos 75 anos...). Há quem diga que, voluntariamente, deixou de conduzir automóveis aos 70 anos. E quem afiance que a culpa dos acidentes de viação é dos "reformados".
Ler jornais já não é saber mais (258): contas estranhas
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| "Notícias" da CNN tuga com uma hora de intervalo |
sábado, 4 de abril de 2026
Má vizinhança (quase) anónima
Este aviso, manuscrito e em português cuidado, assinado apenas com iniciais, apareceu num caixote do lixo de um cruzamento na região onde resido. Gostava de saber quem se dirige e quem o escreveu, e porquê, mas deve ser difícil. E, entretanto, o papel até desapareceu.
Fica o registo, por curiosidade.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Ler jornais já não é saber mais (257): como a CNN cumpre a agenda de Kiev... e do ISW
Os três textos podem ser lidos, respectivamente, aqui, aqui e aqui.
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Houve quem tivesse percebido
Estava assim:
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| Escrevi sobre isto aqui |
Ficou, finalmente, assim:
Houve alguém que percebeu, ou que foi coagido a perceber, e que decidiu apagar as luzes.
Uma curiosidade: a GNR, a quem denunciei este potencial atentado à segurança rodoviária em 2 de Março, ainda não se pronunciou.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Ler jornais já não é saber mais (256): tipo "É oficial" - a crise iraniana fez disparar a criatividade jornalística...
Entre a histeria e o paroxismo, o marasmo criativo do jornalismo (ou do que dele resta...) está bem visível na delirante sequência de títulos, e de textos e intervenções orais, onde se conjuga o verbo "disparar".
Já nem, como logo aqui por baixo se vê, se ficam pelo clássico "Guerra faz disparar", por exemplo. Agora a coisa é mais directa: "Guerra dispara".
O ridículo desta opção aparece em todo o lado e não poupa nem os "de referência" nem os "sensacionalistas".
Vejamos:
"Correio da Manhã"
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)
terça-feira, 31 de março de 2026
EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (137): mas alguém consegue acreditar nestas tretas?!
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Em suma:
sexta-feira, 27 de março de 2026
Afinal, nós, os "negacionistas", tínhamos motivos para desconfiar...
Quem levantava dúvidas sobre as vacinas anti-covid-19, fabricadas à pressa no meio de movimentações de muitos milhões de dólares e euros, que passavam por médicos, políticos e "peritos" sortidos, era "negacionista".
Agora, seis anos depois, temos isto. Sem que os acusadores e críticos fanáticos dos "negacionistas" mostrem qualquer sinal de arrependimento.
Sem que se recorde que as vacinas "fast food" foram transformadas em instrumentos legais para condicionar (e coagir) a vida dos cidadãos, impedidos de se movimentarem se não as aceitassem... com o Estado a esconder os seus riscos e a impô-las em simultâneo.
(Acho que vou ter de comprar esta merda, para ler a coisa, o que me desagrada.)






























