Estou fartinho da treta contra-natura da mudança da hora e da triste mansidão com que esta merda é generalizamente aceite pelos políticos cobardes, pela imprensa submissa e pela população subjugada aos lugares-comuns!
Pedro Garcia Rosado
Este blogue é um registo pessoal de impressões, comentários e opiniões do autor, na sua qualidade de cidadão, na forma de um diário privado que é, no entanto, de acesso público e livre. Este blogue não tem fins lucrativos e as apreciações do autor sobre acontecimentos, pessoas e iniciativas, sociais, culturais, políticas, comerciais, mediáticas e outras, são completamente independentes e pessoais.
sábado, 24 de outubro de 2026
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Conversa de merda
Quando o tabloide inglês "Daily Mail" garante que há "agentes russos" a defecarem nas casas de políticos finlandeses, está bem explicada a conversa de merda sobre a "guerra híbrida" da Rússia!
(Imagem de fontes abertas de acesso público.)
terça-feira, 20 de outubro de 2026
A literatura e o cinema
"A literatura estimula-nos a vermos; o cinema não nos permite outra opção" (no original, "Writing urges you to see; movie leaves you no choice").
A frase é do crítico de cinema David Thompson, num livro magistral que escreveu sobre a história do cinema, "A Sudden Flicker of Light - A Revisionist History of the Movies", que todos os cinéfilos deviam ler. Mas não em português, porque não me parece que venha a ser publicado em Portugal.
domingo, 18 de outubro de 2026
Serviços mínimos?...
Conta-nos o "Jornal de Notícias", hoje, que a Polícia Judiciária apanha, "todos os meses", um número redondo de "criminosos estrangeiros escondidos em Portugal": vinte (20).
(Imagem de fontes abertas de acesso público.)
sábado, 17 de outubro de 2026
A nova arma da "guerra híbrida"...
... são os peidos.
Os russos são, realmente, um perigo terrível!
(Imagem de fontes abertas de acesso público.)
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
"Cherchez la femme"
![]() |
| Vítor Marques |
terça-feira, 13 de outubro de 2026
A pelintrice do "Observador"
Que pelintrice: para cativar com mais nível os seus assinantes, o "Observador" bem podia oferecer melhor do que uma garrafa de vinho que, na sua versão "magnum", custa menos de 16€.
*
O Facebook, onde também publiquei esta nota com as mesmas imagens, achou que eu estava a fazer a promoção de "drogas".
Nem eu diria tanto, relativamente ao "Observador"...
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Só me ocorre, não sei porquê, o título...
... português de um filme que, aliás, nem vi: "Amor em Tempos de Guerra" (de Joseph Ruben, de 2017). O título original é "The Ottoman Lieutenant" e o IMDB descreve-o como "uma história de amor entre uma enfermeira americana idealista e um oficial turco durante a Primeira Guerra Mundial".
![]() |
| "... Eh, pá, era deste tamanho!" |
À atenção do Ministério da Saúde
Do Ministério da Saúde recebi esta mensagem, a oferecer-me vacinas contra a gripe (coisa que não tenho há dezenas de anos) e contra a covid19 (acho que nem tive e não acredito nestas vacinas) com um "punchline" malandreco: "Arregace as mangas pela sua saúde".
terça-feira, 6 de outubro de 2026
Não há "cultura política" nem "futuro" quando há 21 mil milhões de euros a arder, ó senhor Presidente
Por um feliz acaso, e não acredito que tenha sido mais do que isso, o "Diário de Notícias" apresenta hoje na primeira página duas situações de bloqueio, uma de política e de finanças públicas, e a outra de postura política.
Os bancos têm sido "ajudados" pelo Estado, apesar de serem um dos sectores mais poderosos da sociedade portuguesa. Mas a "ajuda", proveniente do dinheiro "dos contribuintes" (ou seja, dos nossos impostos), entra... e não sai. Ou sai a contra-gotas.
São, neste caso, 21 mil milhões de euros, que poderiam dar algum jeito ao nosso "futuro" mas que estão nas mãos dos banqueiros. E que são bons para o "futuro" deles. Não é caso único, aliás. O nosso país é pobre mas é perdulário. Há sempre dinheiro para os amigos, os dos bancos e dos Kiev. E para todos os outros. Mas recuperar o que parecem ser empréstimos é que nada. Para nós, este dinheiro já ardeu. Pars os outros, é sempre um consolo para o futuro deles.
Perante esta e outras situações de bloqueio, que nenhuma da actual "cultura política" consegue romper (e nos últimos anos só um político é que mostrou ter coragem para pôr os bancos em sentido), temos um Presidente da República que se perde nos lugares-comuns, a usar frases feitas, numa espécie de discurso pantanoso que quer significar tudo e o seu contrário e que apenas protege o pântano em que nos atolámos. Mais um, numa linhagem que, essa sim, é que tem "futuro". Que não é o do País, claro.
Não me surpreende. Não esperava melhor do cidadão que agora é Presidente da República e, esperando até pior do que isto, não votei nele.
Já agora, o que mais me surpreende, no entanto, é o modo como muito boa gente se manifesta neste altura arrependida por ter votado nele, inebriada pela mixórdia que foi essa espécie de União Nacional informal que nasceu em Janeiro.
Chega a ser comovente... em especial quando estes que se lamentam já tinham, em Janeiro, idade para terem juízo. Digamos que estes também não dão mostras de ter grande "futuro"...
(Imagem de fonte aberta de acesso público.)














