quinta-feira, 2 de abril de 2026

Ler jornais já não é saber mais (256): tipo "É oficial" - a crise iraniana fez disparar a criatividade jornalística...



Entre a histeria e o paroxismo, o marasmo criativo do jornalismo (ou do que dele resta...) está bem visível na delirante sequência de títulos, e de textos e intervenções orais, onde se conjuga o verbo "disparar". 

Já nem, como logo aqui por baixo se vê, se ficam pelo clássico "Guerra faz disparar", por exemplo. Agora a coisa é mais directa: "Guerra dispara". 

O ridículo desta opção aparece em todo o lado e não poupa nem os "de referência" nem os "sensacionalistas".

Vejamos: 



"Correio da Manhã"










CNN portuguesa










Eco 
(devem ser pagos pela frequência com que usam o verbo...)
























"Expresso"











"Jornal de Notícias"







Observador





"Público"








"Tal&Qual"










(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


terça-feira, 31 de março de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (137): mas alguém consegue acreditar nestas tretas?!

 

Recordando: em 2 de Março recebi uma “resposta” da e-Redes a mais uma reclamação minha contra os apagões, quase diários, que se verificavam há mais de um mês. A “resposta”, como aqui dei conta, remetia a causa dos apagões para os “fenómenos atmosféricos” e para a “avifauna”.







No dia 9, uma semana depois, a luz apagou-se às 5h50 e só às 7 horas é que acabou o apagão. O dia, ainda escuro, estava húmido e nublado. Eram estes os “fenómenos atmosféricos” visíveis. E quanto à “avifauna”, não havia um único pássaro à vista.

Nesse dia fiz nova reclamação contra a e-Redes. E fiquei à espera.

Poucos dias depois, no dia 14, houve um apagão às 16 horas. Telefonei para a e-Redes a perguntar o que se tinha passado. “Avifauna”? “Fenómenos atmosféricos”? Não. Tinha havido “contingências”…

Onze dias depois disto, chegou a “resposta” da e-Redes à reclamação do dia 9. Precisaram de 16 dias para produzir esta coisa, um pouco mais rebuscada do que a história dos pássaros:






Mantêm, é claro, "a informação anterior sobre o assunto", ou seja, a "explicação" dos passarinhos. Mas alguém deve ter percebido que é uma versão tão volátil como um pardal. E por isso até insistem que que há "fiabilidade", que há "ações sistemáticas de vigilância e manutenção" (andam a ver se os passarinhos pousam nos cabos?...) e que há "agentes de agressão externa" (ainda hão de dizer que são russos...). 

E responsabilidade, a sério, têm? Claro que não. O nteressante, no entanto, é verificar que, pelo menos até agora, e depois das várias reclamações que fiz, não tem havido apagões.


*


A irresponsabilidade desta empresa está, aliás, bem patente nesta situação que já descrevi. Desde 28 de Janeiro (e já passaram dois meses...) que na Estrada do Vale (Serra do Bouro, aqui na região) se mantém o estado de degradação dos cabos da e-Redes. Isto é negligência. 

E, perante este estado de negligência, é possível acreditar naquilo que a e-Redes diz?





*


Em suma:









sexta-feira, 27 de março de 2026

Afinal, nós, os "negacionistas", tínhamos motivos para desconfiar...


Quem levantava dúvidas sobre as vacinas anti-covid-19, fabricadas à pressa no meio de movimentações de muitos milhões de dólares e euros, que passavam por médicos, políticos e "peritos" sortidos, era "negacionista".

Agora, seis anos depois, temos isto. Sem que os acusadores e críticos fanáticos dos "negacionistas" mostrem qualquer sinal de arrependimento. 

Sem que se recorde que as vacinas "fast food" foram transformadas em instrumentos legais para condicionar (e coagir) a vida dos cidadãos, impedidos de se movimentarem se não as aceitassem... com o Estado a esconder os seus riscos e a impô-las em simultâneo.






(Acho que vou ter de comprar esta merda, para ler a coisa, o que me desagrada.)



quinta-feira, 26 de março de 2026

A isto chamava-se "emprenhar pelos ouvidos"

Ricardo Reis, colunista do "Expresso", é capaz de ser um excelente economista e, talvez por isso mesmo, presta pouca atenção àquilo que não é, directamente, da esfera económica. E a guerra movida pelos EUA e por Israel contra o Irão não é, directamente, da esfera económica.

Se estivesse mais atento, poderia ter reparado que a realidade desta guerra é diferente do quadro catastrofista que apresenta. E que é, em exclusivo, a visão de uma das partes do conflito (o eixo EUA/Israel).

Quase um mês depois do ataque inicial ao Irão, o que Ricardo Reis escreve (e que foi publicado há apenas uma semana) nada tem a ver com a realidade, segundo todas as informações que circulam sem desmentido.









terça-feira, 24 de março de 2026

Supergralha

 "Tal&Qual", edição de 18 de Março de 2026. Uma primeira página que parece normal...







... mas que tem uma "gralha" monumental. Tem graça, e não ofende.









(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


segunda-feira, 23 de março de 2026

"De sempre"?






Imagino os homens das cavernas, antepassados dos cavernícolas do "Expresso", a medirem as temperaturas atmosféricas.

Ou mesmo os dinossauros, que como os dinossauros mediáticos do "Expresso" eram peritos na "crise climática", a debaterem as temperaturas da Terra desde que a Terra deixou de ser um calhau no espaço para ser um planeta habitado.







sábado, 21 de março de 2026

E os gajos? Ficam-se? Não têm vergonha de serem rebaixados?

Trump chamou-lhes cobardes, com todas as letras, e ameaçou, na prática, retirar-lhes a fralda que é a NATO. 

E eles, e elas, ficam-se, numa humilhação vergonhosa que, aliás, é bem merecida.



















(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


sexta-feira, 20 de março de 2026

Ler jornais já não é saber mais (255): quando a falta de criatividade acasala com a histeria, o resultado é este...

 








































*


Se esta histeria do uso do verbo "disparar" é comum a tudo o que resta da imprensa nacional, o jornal on line "Eco" esmera-se. É capaz de ser de uso obrigatório e talvez conste do "livro de estilo" deles. Vejam só a maluqueira:

































(Imagens de fontes abertas de acesso público.)

quarta-feira, 18 de março de 2026

O sensacionalismo terrorista meteorológico

Não sendo profeta da meteorologia, como tantos são hoje em dia, registo apenas como o texto de mais uma notícia quase sensacionalista sobre as previsões meteorológicas dá origem a um título tão terrorista, com fotografia de um barco de salvamento enfeitado com jornalistas televisivos tão sorridentes...











(Imagens de fonte aberta de acesso público.)