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| Desenho incluído na promoção deste conjunto habitacional. |
Visto da estrada, o aspecto é este:
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Este blogue é um registo pessoal de impressões, comentários e opiniões do autor, na sua qualidade de cidadão, na forma de um diário privado que é, no entanto, de acesso público e livre. Este blogue não tem fins lucrativos e as apreciações do autor sobre acontecimentos, pessoas e iniciativas, sociais, culturais, políticas, comerciais, mediáticas e outras, são completamente independentes e pessoais.
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Visto da estrada, o aspecto é este:
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A imprensa oficial tem uma relação difícil com a verdade no que se refere à Ucrânia.
Veja-se o caso de Ricardo Costa, do "Expresso", um dos marajás da imprensa nacional, que, entusiasmado com o Duende Verde de Kiev, mete as mãos pelos pés e fura a realidade.
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| "Quem, eu?!" |
Este ministro até pode estar completamente inocente de tudo o que lhe é atribuído (embora não pareça ser o caso). Mas ficar assim agarrado ao poder, com o beneplácito do primeiro-ministro (que também arrasta consigo suspeitas diversas sobre uma empresa que já foi sua) e do Presidente da República, soma às suspeitas de irregularidades a suspeita de estarmos perante um homem cúpido e apenas interessado na sua carreira. Que, obviamente, não é apenas política.
Seria natural, face às regras comuns de experiência, que, não saindo Luís Neves por sua própria iniciativa, o primeiro-ministro o obrigasse a deixar o Governo ou o demitisse. E o mesmo devia fazer o Presidente da República, em nome da imagem das instituições e do seu "funcionamento regular". Lembrar-se-á o novo ocupante do Palácio de Belém do que o seu antecessor Jorge Sampaio fez ao seu camarada Armando Vara por conta da sua Fundação para a Prevenção e Segurança?
Mas até parece, perante o modo como o primeiro-ministro e o Presidente da República dão cobertura a esta estranha postura de Neves, que este ministro dispõe de algum poder maior do que o cargo. Proveniente de alguma associação secreta? Ou proveniente dos seus tempos na Polícia Judiciária, onde pode ter reunido muitas informações inegavelmente úteis?
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Grande exemplo, este: transparência mínima, ocultação máxima e fé no esquecimento do eleitorado e na domesticação da imprensa.
O PSD não tem vergonha deste governo que lhe saiu de um ovo mal fecundado?
(Imagens de fontes abertas de acesso público.)
A culinária pode ser uma arte e não são poucas as vezes que, à margem de ementas onde há sempre uma oferta gastronómica de grande qualidade, a encontro no restaurante Vale Velho, em Caldas da Rainha.
Neste caso, a merecer grande destaque, foi uma chanfana de javali, a segunda que fez o chef José Fialho.
Cozinhada no forno, em tacho de barro apropriado, foi um prato cheio de sabores e de carne muito bem trabalhada, com guarnição de boas batatas cozidas e um muito bom Casa Amarela, tinto, de Lamego. Um espanto!

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| O CEDRU: a invocação de "os sábios", anónimos, e os cabeças-de-cartaz |
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| De cima para baixo: os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras |

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| A notícia do "Jornal das Caldas", que pode ser lida aqui. Ninguém lhe fez a pergunta fundamental: porquê? |
A seguir: 46 740 euros. Para albardar o burro à vontade do dono?
(Imagens de fontes abertas de acesso público.)
Os ataques russos a infraestruturas ucranianas, com perdas civis mínimas, são "terrorismo" para o "Público", com destaque na primeira página.
O assassinato de 21 adolescentes em Starobelsk (Lugansk) por drones ucranianos (tal como, já agora, as mais de 170 crianças mortas por um ataque americano em Minab, no Irão) já não é terrorismo e, até, convém que fique bem escondido e longe da primeira página.
(Imagem de fontes abertas de acesso público.)
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| A Região Oeste, de acordo com um mapa estilizado da associação de municípios da região |
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| "Caldas da Rainha vai ter um novo hospital": um projecto imaturo que custou, de base, um milhão e meio de euros |
(Imagens de fontes abertas de acesso público.)
A seguir: Depois do exclusivismo barrista, um estudo inquinado