... com direito ao Prémio do Cagalhão (agora exclusivo, e de forma permanente, da abominável e-Redes), por manter avariado o seu serviço de comunicações há quase vinte e quatro horas. Não esperava isto.
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... com direito ao Prémio do Cagalhão (agora exclusivo, e de forma permanente, da abominável e-Redes), por manter avariado o seu serviço de comunicações há quase vinte e quatro horas. Não esperava isto.
Ela aí está: a distinção que vou passar a conferir às entidades, colectivas e individuais (empresas, Estado e indivíduos), que falham clamorosamente, o Prémio do Cagalhão.
Até agora, a incompetente e-Redes tem sido a detentora exclusiva deste galardão. Mas acho que vai haver mais contemplados...
Portanto, as aves e os pássaros pousam nos fios da electricidade e temos apagões. É o que dizem as brilhantes mentes da e-Redes, a tentarem justificar o injustificável!
Entre as 5h50 e as 7 horas houve, hoje, mais uma série de apagões, em forma de guerrilha... como se a e-Redes (que confessa a sua incapacidade tecnológica, como demonstrarei) estivesse a fazer pontaria à nossa paciência e à capacidade de resistência dos electrodomésticos.
Mas a culpa é dos passarinhos...
... E em dose dupla, o que é mais extraordinário. A banalidade do verbo "disparar" aparece por duas vezes nestas primeiras páginas do "Correio da Manhã" e do "Expresso". Que criatividade tão grande!
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)
Não saímos desta merda. Depois de dia
e meio sem apagões, tivemos hoje direito a dois: ao meio-dia e às 17h18.
A expectativa de que o presidente dos EUA, Donald Trump, pudesse contribuir para alguns factos positivos na política internacional esfumou-se decisivamente.
Escrevi aqui, há seis meses, que Trump mostrava ser, afinal, um "presidente de guerra". Hoje apetece-me escrever pior, e com uma ressalva: os críticos mais impenitentes de Trump, cegos pelas percepções e indiferentes à realidade, nem sequer acertaram no alvo.
As conversas, mais do que negociações, em torno do que poderia ser o processo de pacificação da Ucrânia, o rapto de um presidente de outro país (Venezuela) e, agora, o ataque ao Irão, em obediência aos sionistas de Israel, mostram o que de pior tem este homem, de quem poderá ser legítimo pensar que tem um problema cognitivo sério e talvez relacionado com a sua idade avançada. Diferente da demência do seu antecessor, Biden, mas talvez mais perigoso.
Trump, de quem nunca fui apoiante (não voto nos EUA, já agora) mas em cuja boa-fé acreditei, é, com esta guerra que fez eclodir no Médio Oriente, uma decepção absoluta.
E, se não for obrigado a recuar pelos iranianos, espero que sofra (politicamente, claro) com uma desejável derrota eleitoral nas eleições legislativas e com o processo de "impeachment" que pode ser desencadeado contra ele, por se lançar numa guerra sem autorização do Congresso.