sábado, 28 de fevereiro de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (132): o circo dos apagões

Como já aqui escrevi, estive a sofrer com os apagões da miserável e-Redes numa sucessão de cinco dias.

Na passada segunda-feira, dia 23, depois de mais um apagão, apresentei uma reclamação à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e à própria e-Redes.

A única resposta que tive foi uma visita de dois homens que não se identificaram, num veículo descaracterizado, que se mostraram muito interessados no meu contador e que proferiram, sem mais pormenores, o enigmático veredicto: "Isto vai continuar enquanto não mexerem na média".

Nessa mesma terça-feira, na quarta-feira e anteontem, quinta-feira, não houve apagões. Mas ontem, sexta-feira, talvez para compensar, houve três: dois por volta das 9h30 e um pelas 15h45. 

Pelo telefone, num processo entediante que nunca é fácil, fiquei a saber... pouco. Que havia "uma avaria" na "média tensão", sem qualquer perspectiva de hora, e dia, para a dita avaria ser reparada.

E esta madrugada, pela meia-noite e um quarto, houve outro apagão. A pessoa que me atendeu na e-Redes disse que não havia nenhuma informação sobre "avarias". 

Não saímos, está visto, deste absurdi circo de apagões em que a e-Redes é mestra de cerimónias e nós, os clientes à força desta empresa lamentável, somos os palhaços. Sem qualquer informação credível, sem qualquer esclarecimento, numa verdadeira escalada de incompetência.

Gostava tanto de lhes atirar com isto...!:





Não merecem menos...


*


Por volta das 10 horas voltam a aparecer-me dois sujeitos que não se identificam, num veículo não identificado, que mostram grande interesse pelo contador. 

Pergunto-lhes se têm alguma coisa a dizer-me e um deles, com ar de gozo, responde-me: "Não tinha energia, agora tem." É facto: quando telefonei para a e-Redes não tinha electricidade e neste momento (10 horas, 28.02.2026) tenho. 

E de onde são? É preciso insistir para que me digam que estão "ao serviço" da e-Redes e, depois, que são da empresa Canas. 

E depois vão-se embora.




(Continua)





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