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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Porque não gosto dos CTT (115): finalmente, uma sanção da Anacom

Soube por aqui que a entidade reguladora das comunicações, a Anacom, aplicou uma multa de 150 mil euros (o valor é modesto, mas multa é multa) à empresa CTT por “incumprimento do contrato de prestação do Serviço Universal Postal”.
Não encontrei no site da Anacom referência a esta sanção e tomo como boa a informação da Rádio Renascença, que cita o Ministério do Planeamento.
O "Serviço Universal Pessoal" prestado pela empresa CTT é, desde há vários anos, muito mau. Não há um "antes e depois" da privatização. Tem sido, foi e continua a ser igual ao que era.
É de esperar que a Anacom continue atenta.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Porque não gosto dos CTT (101): três dias sem correio

Desde segunda-feira que não me chega correspondência à caixa de correio. Nem sequer o "Jornal das Caldas", que pela segunda semana não vem, como vinha, à quarta-feira.
E não acredito que não haja correspondência dirigida a esta morada algures por aí...

sábado, 6 de agosto de 2016

Porque não gosto dos CTT (100): não vale a pena ser-se burro


Foi em 17 de Novembro de 2011 que, no terceiro post da minha série "Porque não gosto dos CTT", me referi, pela primeira vez, à estranha circunstância de me aparecer correspondência toda junta proveniente de vários locais e expedida em várias datas.
A conclusão era, já há quatro anos e meio, óbvia: a empresa CTT não distribuía o correio todos os dias, pelo menos na zona rural do concelho de Caldas da Rainha onde moro.
É possível que isto não acontecesse na capital do concelho (o único mundo que existe para a "nomenklatura" caldense) mas a realidade estava bem à vista e assim se manteve.
A privatização da empresa CTT decorreu em duas fases, em 2013 e em 2014. A distribuição irregular de correspondência continuou. E ainda hoje se mantém.
Há duas semanas, a "Gazeta das Caldas", que chegou a acolher e a fazer críticas aos CTT, "descobriu" que isto só começou a acontecer depois da privatização. E ontem mesmo, e no mesmo jornal, um berloque do folclore político caldense insistia na mesma asneira.
Pode-se, por motivos ideológicos, não gostar da privatização dos CTT (ou de outra qualquer). Não vale a pena é ser-se burro.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Porque não gosto dos CTT (95)

Hoje, dia 6 de Outubro, recebi:

- 1 carta de uma editora (arredores de Lisboa) com data de 24 de Março;
- 1 carta de uma empresa de telecomunicações (Lisboa) com uma factura para pagar e com data de 28 de Março;
- 1 carta de um banco (Lisboa) com data de 31 de Março;
- 1 carta de uma entidade financeira (Lisboa) com data de 1 de Abril;
- 1 carta de uma empresa com uma factura (Porto) com data de 1 de Abril.

Os "índices de qualidade" dizem que a empresa CTT é do melhor que há. A mim só me ocorre a frase "fina flor do entulho".

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Porque não gosto dos CTT (94): o feriado cansa

 
Hoje não houve distribuição de correio. E, no entanto, à quarta-feira há sempre distribuição de correio, talvez à pala da entrega de um dor jornais regionais que assino.
Mas ontem foi feriado e é de admitir que isso tenha sido cansativo, até porque já estamos na época das compras de Natal. E hoje, obviamente, foi dia de descanso.
 
*
 
No dia 11 do mês passado, a livraria "on line" The Book Depository (Reino Unido) enviou-me por correio um livro que lhes comprei. Não chegou. Pode dar-se o caso de ter servido para entreter alguém no dia de descanso de hoje. 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Não gosto dos CTT... mas gosto da Junta de Freguesia da Foz do Arelho

 
A existência de uma única estação dos CTT na capital do concelho de Caldas da Rainha faz com que aí se concentre grande parte do serviço de correio da cidade e dos seus arredores, gerando situações de espera que podem chegar a uma hora.
É por essas e por outras que eu, como muita gente, prefiro dois postos na periferia que despacham o serviço mais rapidamente e, num dos casos, com a simpatia que a empresa CTT não consegue oferecer ao público.
Trata-se do posto existente na sede da Junta de Freguesia da Foz do Arelho onde, na terça-feira passada, como tantas vezes acontece, me dirigi para enviar correio.
E, lá chegado, a única pessoa que aí se encontrava era o presidente da Junta porque nenhuma das duas funcionárias estava presente.
E não pude tratar do assunto? Não, pude.
Foia, aliás, o próprio presidente que recebeu a correspondência e que a deixou para uma das funcionárias (que precisara mesmo de se ausentar, estando a sua colega de férias) tratar. Não fui caso único e já lá havia mais correio para ser despachado. Perguntei se podia deixar dinheiro para o pagamento mas o presidente da Junta disse que não, porque não sabia quanto seria.
Ontem, quinta-feira, voltei lá, paguei e recolhi a factura e os documentos (era correspondência registada), que me foram prontamente entregues.
A isto chama-se serviço público, prestado com eficácia e com simpatia. 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Porque não gosto dos CTT (93): 51 dias de atraso


E hoje apareceu mais correspondência acumulada. A saber:
 
- duas cartas de uma companhia de seguros com data de 30 de Junho (17 dias);
- de uma empresa financeira com data de 1 de Julho (7 dias);
- uma encomenda postal oriunda do Reino Unido (e aparentemente aberta) com data de 9 de Julho (há 8 dias);
- de uma empresa prestadora de serviços (que fica a 10 quilómetros daqui...) com data de 10 de Julho (7 dias para um percurso que, sem pressas, se faz em 15 minutos);
- de uma empresa prestadora de serviços com data de 14 de Julho (3 dias).
 
Chama-se a isto "serviço público". Da treta.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Porque não gosto dos CTT (92): 55 dias de atraso


 
Depois de uma semana (a semana de 6 a 10 de Julho) em que só me entrou correspondência na quarta-feira e na sexta-feira na caixa do correio, chegaram-me hoje 5 cartas que, por referência à data de expedição, somam 55 dias de atraso.
 
A saber:
 
- da Via Verde com data de 30 de Junho (há 16 dias);
- de uma companhia de seguros com data de 4 de Julho (11 dias);
- de uma companhia de seguros com data de 4 de Julho (outro seguro, 11 dias);
- de um banco com data de 6 de Julho (9 dias);
- dos Serviços Municipalizados de Caldas da Rainha (a 10 quilómetros daqui) com data de 7 de Julho (8 dias).
 
Chama-se a isto "serviço público". Da treta, acrescento eu.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Porque não gosto dos CTT (91)

Há duas ou três semanas, e pela primeira vez de que me lembre, recebi correspondência diversa durante os cinco dias "úteis" da semana: segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira. Correspondência perfeitamente normal, da que chega com regularidade e já não só à quarta e à sexta-feira (quando chegam os dois jornais regionais de que sou assinante).
Achei estranho e resolvi esperar para ver se era uma mudança de alteração da empresa CTT que (não só aqui, pelo que percebi) desistiu há muito do "serviço público" mas não, parece, do serviço privado de parte do seu pessoal.
Não era, claro, e na semana passada só tive, como é vulgar, correio nesses dois da semana (quarta e sexta-feira). E hoje, segunda-feira, também não chegou nada.
Vamos a ver o que chega no resto da semana e que devem (se não forem parar ao lixo, por vingança...) ser as cartas acumuladas de vários dias sem entrega.
 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Porque não gosto dos CTT (90): violação de correspondência



 
A isto chama-se violação de correspondência.
Não sei se foi o carteiro, não sei se saiu assim do posto de distribuição, não sei se alguém abriu a minha caixa do correio para o fazer e depois fechou-a, sem deixar sinal de o ter feito, quando as três chaves da caixa estão, e estiveram, onde tinham de estar.
O rasgão do envelope foi lateral e feito com qualquer instrumento cortante, que não deve ter sido uma tesoura.
A abertura foi a suficiente para poder passar o mais pequeno envelope de cartão selado que continha um cartão telefónico.
Parte do selo, como se pode ver na imagem de baixo, foi levantado mas depois quem o fez não insistiu e não violou o selo. Talvez soubesse, vendo a indicação da associação do cartão a um número telefónico, que o cartão não lhe serviria de nada sem ser activado através do fornecimento de uma informação à entidade emissora. Talvez quisesse apenas demonstrar que o podia fazer.
E talvez não quisesse tirar nada de dentro do envelope mas demonstrar que podia abri-lo despreocupadamente para causar alguma impressão mais desagradável por causa do que escrevo e das reclamações que faço.
Já me desapareceu correspondência. Pode ter havido mais correspondência que desapareceu e de que eu nunca suspeitei que me fosse dirigida.
Mas isto assim, tão descarado, nunca me aconteceu.
Vamos ver o que se segue...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Porque não gosto dos CTT (89): os nossos "dias úteis" são os dias de férias deles...

Não houve distribuição de correspondência pelos CTT na zona onde resido (uma freguesia de Caldas da rainha) nos dias 26 (sexta-feira), 29 (segunda-feira), 30 (terça-feira) e 31 de Dezembro de 2014 (quarta-feira, sendo a única excepção um jornal regional) e nos dias 2 (sexta-feira, sendo a única excepção um jornal regional), 5 (segunda-feira) e 6 (terça-feira) de Janeiro de 2015.
Foram, entre os dias 24 de Dezembro (houve correio) e 7 de Janeiro (voltou a haver distribuição de correspondência), sete (7) dias ditos “úteis”.
 
Ontem, dia 7, foi-me entregue a seguinte correspondência:
- carta de um banco com data de envio de 15/12/14
- carta de outra empresa prestadora de serviços com data de carimbo de correio de 23/12/14
- carta de uma companhia de seguros com data de envio de 26/12/14
- carta de uma companhia de seguros com data de envio de 27/12/14 e com um aviso de pagamento com data-limite de 8/01/15
- carta de outra empresa prestadora de serviços com data de envio de 28/12/14.
 
Isto significa que a empresa CTT reteve correspondência durante (pelo menos) quinze (15) dias, sem a ter entregue ao destinatário.
Como é que se explica que durante sete (7) dias úteis a empresa CTT, de serviço público, não distribua correspondência, à excepção de dois jornais regionais (que, por acaso, se têm referido ao mau serviço da empresa CTT, que os prejudica e aos seus assinantes)?

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Porque não gosto dos CTT (88): que ricas férias!...

 
Na passada sexta-feira, segundo parece, não se trabalhou na empresa CTT. Esta semana, na segunda e na terça-feiras, não houve distribuição de correspondência e hoje só me apareceu um jornal regional que costuma chegar (quando os carteiros estão para isso...) às quartas-feiras. O outro, das sextas-feiras (que teria sido antecipado) não o vi.
Presumo que nesta sexta-feira também não se trabalhe nessa empresa de luxo que é os CTT. Vamos ver, depois, a correspondência que deve ter ficado parada vários dias, à espera que terminassem as férias do "serviço público".

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Porque não gosto dos CTT (87): serviço "Siga" não, vá bardamerda e volte amanhã

 
A empresa CTT apregoa o maravilhoso serviço "Siga", de reencaminhamento; tem os pormenores (nem todos, claro) nos avisos de recepção; tem uma linha telefónica paga por quem telefona onde é hábito esperar e esperar e esperar. Para depois não haver "Siga" para ninguém porque a informação dada (no caso de um registo) é a de que só se pode pedir o reencaminhamento no dia indicado para o levantamento do registo.
É um "bardamerda" em jeito de "volte amanhã", "vá de volta", "não chateie". Porque podia haver uma indicação bem clara logo a começar.
E não há por incompetência, pura e simples, ou porque os números telefónicos "707" também darão dinheiro a quem recebe as chamadas?

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Porque não gosto dos CTT (86): sem lógica nem critério

 
Moro a cerca de seis quilómetros de um posto de correio situado na zona industrial da cidade que é a capital do concelho, em Caldas da Rainha.
Mas os avisos de correio não entregue mandam-me ir para a estação de correio no centro da cidade, um local infecto onde se pode esperar bem uma hora, onde se concentra quase toda a correspondência e que fica a cerca de onze quilómetros de minha casa.
Estranhamente, uma pessoa que mora no centro da cidade, a menos de dois quilómetros dessa estação é mandada para o posto de correio da zona industrial.
Não há nisto critérios nem lógica racionais. Mas talvez a vontade deliberada de prejudicar os clientes...

domingo, 10 de agosto de 2014

Porque não gosto dos CTT (84): um protesto legítimo e original

Vera Carregueira, animadora do blogue Crónicas de uma Leitora, também tem razões de queixa da empresa CTT depois do desaparecimento de livros que lhe foram enviados e dos quais só viu... os envelopes.
O protesto que fez pode ser visto aqui e é directo, legítimo, original e frontal:




Estou certo de que os desaparecimentos (e o mau "serviço público" da empresa CTT) diminuiriam se houvesse mais protestos com o impacto deste.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Porque não gosto dos CTT (83)

Ontem, terça-feira, chegou-me à caixa do correio o jornal regional que ter chegado na sexta-feira.
Hoje, recebi uma carta de Leiria enviada na passada sexta-feira, por acaso em correio azul (demorou três dias, portanto) e uma carta de Lisboa enviada em 16 de Julho, que demorou 10 dias (que para a generalidade das pessoas são "úteis" mas que para a empresa CTT são verdadeiramente inúteis) a fazer 100 quilómetros.
E, com certeza por acaso, recebi hoje o jornal que devia receber... hoje. Mas pelo meio já houve uma reclamação (sem resposta, claro) à empresa CTT e uma exposição à Anacom, a entidade reguladora que tutela esta empresa de "serviço público".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Porque não gosto dos CTT (82): contra a liberdade de imprensa

Portanto, o "Jornal das Caldas" chegou hoje, dois dias depois do dia em que devia ter chegado (quarta-feira). Hoje devia ter chegado a "Gazeta das Caldas", que não chegou. Talvez na terça-feira.
A empresa CTT não gosta da liberdade de imprensa.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Porque não gosto dos CTT (80): e o jornal?

 
Ao quarto dia "útil" chegou-me correspondência, entre a qual uma carta com 14 dias de atraso e outra com sete. Mas o "Jornal das Caldas" (de que sou assinante), estranhamente, não. Daí dizem-me que não houve nenhum problema. Mas não é a primeira vez que há publicações que não recebo...

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Porque não gosto dos CTT (79): devem estar de férias, não?!

Anteontem, segunda-feira, não houve distribuição de correspondência.
Ontem, terça-feira, também não.
Hoje muito menos, nem sequer à boleia de um jornal regional que ainda assino.
Ou seja: três de férias, de folgas, de greves, de ronha, de... sabe-se lá o quê, num "serviço público" que é um verdadeiro embuste com "índices de qualidade" que melhor seriam "índices de má qualidade".