terça-feira, 18 de agosto de 2026

Incompetência com alibi ambiental


aqui escrevi sobre a empresa, que parece ser de distribuição, chamada Paack. E, só para recordar um dos aspectos mais grotescos, incluiu um risco que me foi apresentado como "prova", como assinatura minha, de que teria recebido uma encomenda... que não recebi.

A Paack é uma das muitas empresas que, correspondendo ao aumento das compras à distância, prestam um péssimo serviço a quem vende e a quem compra, vivendo, ao que tudo indica, de pessoal sem qualquer tipo de qualificações para o que está a fazer.

Voltei a apanhar com ela e, por acaso, a encomenda até me foi entregue. Mas não pude deixar de tropeçar nos termos de um e-mail que me enviaram a respeito deste serviço:




Acontece que a compra que fiz incluía entrega gratuita. E, sendo assim, não cabe à empresa distribuidora estar a tentar convencer os destinatários das encomendas que lhes são confiadas de que devem ir buscá-las. É certo que poderá haver quem o prefira fazer, por não estar em casa. 

Mas seria preferível que à Paack não escorregasse a chinela para a hipocrisia, deixando um alibi ambiental igualmente dispensável. 

Os "pontos de recolha" que "implementaram" têm como único fito poupar no pessoal e no combustível e não "reduzir o impacto ambiental". E o que lhes cabe fazer é entregarem com base nas instruções da empresa vendedora a partir do contrato de venda feita pelo consumidor.

Além disso, a Paack também erra na geografia: o "ponto de recolha" que põe à distância de 2,62 quilómetros do ponto de entrega fica, realmente, a 9 quilómetros! E nem fui ver os outros.

Preferia ver reduzida a incompetência desta gente do que o alegado "impacto ambiental"!...










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