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terça-feira, 21 de junho de 2016

EDP - A Crónica das Trevas (67): o eterno mistério...

Entre as 5h40 e as 5h50 faltou a luz.
Nos últimos tempos, estas falhas no fornecimento de electricidade têm sido menores do que já foram (ver aqui a minha Crónica das Trevas) em quantidade e em duração mas continuam.
A EDP, o eterno monopólio, não assegura a 100 por cento o seu serviço e, depois de um dia me terem garantido que os "black outs" constantes se deviam às "trovoadas das Caldas", nem vale a pena perguntar ou tentar perceber porque é que isto acontece.
Um dia, se tivesse tempo e paciência para tanto, ainda me haviam de responder que há no "sistema" uma manifestação sobrenatural qualquer que gosta de andar a gozar com os que têm o infortúnio de estarem sujeitos ao monopólio - ou seja, todos nós.

quinta-feira, 25 de março de 2021

EDP (ou e-Redes?!) - A Crónica das Trevas (87): outra vez, e com voz de aguardente



Em 29 de Novembro de 2011, já com mais de quatro anos de experiência de apagões nesta região, iniciei uma rubrica regular a que chamei "EDP - A Crónica das Trevas". A entrada mais recente, a 86.ª, foi em Outubro de 2019. Hoje publico a 87.ª nota.
Esta região, a Serra do Bouro, foi flagelada durante muito tempo por apagões com uma frequência quase diária. A EDP, muito criativamente, inventava todas as justificações, evitando o óbvio: o desinvestimento e a falta de manutenção. 
Um dia, por carta, justificaram-se com "as trovoadas de Caldas da Rainha". No entanto, os apagões não tinham preferências meteorológicas. 
Noutro dia, justificaram-se com o roubo de fio de cobre (que é crime) mas, quando eu disse que tinha ido perguntar à GNR e à PSP se tinha havido alguma ocorrência dessas, apressaram-se a dizer que o roubo não fora comunicado "por esquecimento".
Desde, pelo menos, essa data de Outubro de 2019, os apagões não têm durado mais do que um minuto. Mas ontem o pesadelo regressou: às 22h50 a luz foi-se abaixo e já passava da 1h de hoje quando regressou. Não se sabe, nem nunca se saberá, porquê.
Foi, muito obviamente, uma situação irritante. 
Mas o que mais me irritou foi o atendimento telefónico da EDP (ou e-Redes, como parece que agora se chama), feito por uma mulher com voz de aguardente e com uma boa dose de má-criação. 
Estive para a mandar para o c*r*lh* mas o ambiente familiar não o facilitou. Deu-me a informação de que se previa a resolução da avaria "à uma da manhã" e nem lhe perguntei mais nada. Ainda me arriscava a ter de ouvir que a culpa era do covid, ou algum disparate semelhante.

sábado, 8 de outubro de 2016

EDP - A Crónica das Trevas (68): às escuras

Às 7h09, quando me preparo para trabalhar (eu não trabalho só nos "dias úteis"), a luz desaparece.
Já há algum tempo que não há falhas na distribuição de electricidade, há algum tempo que não sou obrigado a explicar à estúpida criatura que me atende o telefone que não estou para ir às escuras à procura do "código de identificação local".
Voltamos portanto ao reino das trevas de uma empresa, a EDP, que vive à custa de todos nós, que mete milhões de euros num monumento à sua vaidade e que descura a manutenção das infraestruturas de que é proprietária em regime de monopólio absoluto.
Puta que os pariu!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

EDP - A Crónica das Trevas (66)

Não há iluminação pública. Os candeeiros lá fora estão todos apagados. Portanto, telefono para a linha de avarias da EDP, que oferece a quem telefona várias opções: se é na rua, se é um candeeiro, se, etc.
Depois desta triagem aparece uma voz humana. Avaria na iluminação pública? E onde? O que o idiota me pede é o "código de identificação do local", código que diz respeito à casa. Digo-lhe que a avaria é na rua. Pede-me o número de contribuinte. Digo-lhe que não sou proprietário da via pública. Pede-me o nome da rua e da localidade. Dou-lhe as informações mas acrescento que só a localidade (uma povoação no meio do campo) talvez não chegue e pergunto-lhe se quer o código postal (que indica a freguesia). O idiota responde que "o código postal é para os CTT".
Isto foi ontem à noite. Quase nove horas depois os candeeiros continuam apagados e a rua pertence ao Reino das Trevas da EDP.


Actualização: Menos de meia hora depois de ter publicado este post, as luzes acendiam-se. Às 9h47 (doze horas depois de ter feito o telefonema para a EDP) telefonou-me um sujeito "da EDP" de um telemóvel ("É o sô Pedro?") que andava na zona (não que eu o visse, ou os visse...), à procura da avaria. Os candeeiros, entretanto, já não estavam acesos. 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

EDP - A Crónica das Trevas (63): coisas estranhas num Natal de escuridão

Ontem, um dos monopólios que governam a nossa vida (e que os anti-monopolistas preferem ignorar porque lhes dão jeito as quotizações), a EDP, resolveu oferecer um Natal de trevas a, pelo menos, uma região do concelho de Caldas da Rainha.
A electricidade começou a desaparecer ainda de madrugada, houve vários apagões durante o dia durante mais de duas horas, desde antes das 18 horas até depois das 20, não houve luz.
Os apagões do dia não coincidiram com os períodos de mais chuva ou mais vento. E quando a luz desapareceu, à noite, não estava sequer a chover nem havia vento.
A primeira informação que foi possível obter dizia respeito a uma avaria num posto de transformação. A partir daí, outros contactos para a EDP depararam-se com uma escuridão também informativa.
O mais curioso disto é que, ao longe, à distância de dez ou doze quilómetros, havia luz na cidade de Caldas da Rainha. Mas, nesta região, o negrume era total.
Por outro lado, tem havido vários apagões, recentemente, depois do anoitecer.
Como a EDP nunca fornece explicações (plausíveis) para estas ocorrências pouco dignas da Europa do século XXI, talvez para não ter de admitir as debilidades (e que são legião) do seu serviço, há que concluir uma coisa muito simples - a rede de fornecimento de electricidade não está a suportar o uso que dela faz uma população que até nem é muito vasta porque, apesar de alguns investimentos apregoados, as infraestruturas continuam a ser ineficazes e insuficientes ou as duas coisas.
Não me importaria de estar enganado, para saber o que realmente se passa.
Nem, já agora, de pagar menos do que pago (eu e toda a gente, claro) por um serviço tão reles... e tão caro.

sábado, 24 de fevereiro de 2024

EDP/e-Redes: a Crónica das Trevas (108): 5 apagões (pelo menos), 1 telefonema... e 1 visita... e mais apagões e mais 1 telefonema







Às 23h00 e às 23h36 de ontem. Hoje às 6h27, 6h31 e 6h33.

Às 6h35 telefonei para o "serviço de avarias" do monopólio eléctrico (800 506 506, para quem quiser) a comunicar a "avaria". 

Depois disso não houve mais apagões e, por volta das 9 horas, recebi uma visita de uma equipa de dois homens da Canas, uma empresa que trabalha para a e-Redes. Um dos técnicos explicou-me que se tratava de "descargas de média tensão", resultantes da aproximação dos cabos eléctricos devido ao vento. O outro técnico (julgo eu que o fosse, de óculos escuros e encapuzado) não disse nada. Esta visita foi um acontecimento inédito no historial do meu conflito com a EDP/e-Redes. 

Mas por volta das 18 horas, e sem vento, houve novo apagão. Perto das 19h30 foram vários, em sucessão rápida: apaga, acende, apaga, acende, apaga, acende...

E, com isto, novo telefonema a participar a avaria. Felizmente, não fui o único a fazê-lo porque me disseram que, por volta das 18h45, já tinha havido outro telefonema. Quanto à avaria (as "descargas de média tensão"?!), deveria estar resolvida pelas 22 horas. Depois deste contacto com a EDP/e-Redes não voltou a haver apagões neste dia.

Contas feitas: é o costume. Isto:







quarta-feira, 11 de abril de 2012

EDP - A Crónica das Trevas (16): a infalibidade papal

A EDP é perfeita, competente, eficaz, excepcional, decerto a oitava das Sete Maravilhas, empresa excelentíssima, merecedora de todos os encómios com um serviço que - para a inestimável qualidade que oferece - é ofensivamente baixo. Tratando da irrepreensível manutenção das infra-estruturas com um desvelo que nem a mais extremosa das mães pode tributar ao seu bebé.
Nunca falha. É melhor do que o Papa.
E os apagões, esses desvairados malandros, verdadeiros sacanas sem lei? São todos eles provocados por coisas fortuitas, tipo cegonhas distraídas, trovoadas das Caldas e roubos de cobre que por "lapso" nem são comunicados às autoridades.
Está tudo aqui.
São uns queridos, é o que é.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (129): a grande cagada


Na passada quarta-feira, acordei por volta das 5 horas da madrugada e reparei que estava tudo escuro. As luzes da iluminação pública tinham-se apagado e, dentro de casa, não havia interruptor que desse luz.

Através do Facebook fui sabendo que havia um apagão generalizado no concelho, em Caldas da Rainha e em zonas limítrofes, devido a uma tempestade de ventos arrasadores. Uma cadeira exterior, um vaso (que ficou de pé, mas noutro sítio) e um chapéu de sol caído foram, em minha casa, os sinais deixados pela tempestade.

O que mais me afectou foi a falta de electricidade. Mas acreditei que a situação se resolveria, porque a e-Redes, esse enigma, indicava constantemente que o “incidente” seria resolvido na hora seguinte: às 13h, às 14h, às 15h, etc. A cada telefonema, o “relógio” da e-Redes ia-se adiantando. Em matéria de respeito pelo cliente, enfim…

À tarde, doze horas depois da tempestade, vi nuns campos próximos uns funcionários de uma empresa que trabalha para a e-Redes a cortarem árvores que estavam encostadas aos cabos de electricidade. Disseram-me que a solução seria rápida… se não houvesse pior. Iam seguir as linhas de electricidade para norte.

Tiveram de passar quase 48 horas para que, na minha zona, começasse a haver electricidade, depois de duas deprimentes noites à luz das velas. Mas nesse momento já estávamos exilados, em casa de excelentes amigos, na vila nortenha de Esmoriz. E, ao cabo de vários dias, nem se pode dizer que a situação esteja estabilizada.

Quem segue este blogue (e quem não segue pode ver aqui um registo dos meus comentários), sabe que tenho monitorizado os apagões que se verificam na região onde resido (Serra do Bouro, Caldas da Rainha) e que me têm afectado. São frequentíssimos, sem razão aparente, deixando-me sempre a impressão de que há uma manifesta incapacidade de avaliação do estado das redes, por parte da dita e-Redes, o que permite esse sem-número de apagões. E, possivelmente, alguma negligência e falta de manutenção.

Agora, vão-me dizendo que os diversos “especialistas”, comentadores e conhecedores do assunto dizem isso mesmo nas televisões. Ainda bem.

Recordando-me desse abate de árvores que ameaçavam os cabos, só posso perguntar por que motivo é que a maravilhosa e-Redes não fez, ou faz, um levantamento rigoroso de todas as situações de perigo. Custa muito? Mas seria sempre melhor do que este apagão…

Se a e-Redes, agora a correr atrás do prejuízo com alguma arrogância, foi negligente, o que se poderá dizer do comportamento da União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro e da Câmara Municipal de Caldas da Rainha?

Tal no como grande incêndio de 2017, os órgãos municipais (desculpem, mas tem de ser assim… para não ser pior) cagaram-se para a população.

Foi obsceno ver um comunicado da União de Freguesias a elogiar a e-Redes sem uma palavra para os habitantes da sua área rural (a Serra do Bouro). E só não digo que foi também obsceno ver como o Sr. Nuno Aleixo, presidente da União de Freguesias, não andou pelo terreno a inteirar-se da situação da população porque também não esperava que ele tivesse o discernimento para o fazer.

Lamentando o estado de destruição deixado pela tempestade, em que a e-Redes, o Governo e os órgãos municipais falharam estrondosamento, e onde os geradores atirados para a Ucrânia teriam feito falta, publico este registo pessoal do apagão da-Redes, com a devida comenda com que a mimoseio a propósito e, também, em grande estilo:


 










quinta-feira, 24 de julho de 2014

EDP - A Crónica das Trevas (64): regresso ao passado

E, de repente, meia hora sem electricidade.
Quando comunico a "avaria" até fico à espera de ouvir dizer que, como há neblina, a electricidade tem dificuldade em encontrar o caminho para casa das pessoas.
Não me surpreenderia, depois de a prestimosa EDP já ter atribuído sucessivas faltas de abastecimento às "trovoadas das Caldas"...

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

EDP - A Crónica das Trevas (59): que lhes caia um raio em cima, das tempestades com que desculpam a incompetência!

Apagão às 17h35. Deve ser para não termos saudades.
Com tempo seco, céu completamente limpo e um sol agradável durante o dia, ainda me lembro de quando recebi uma carta imbecil da EDP com a resposta filha-da-puta de que os apagões aqui eram por causa das grandes trovoadas de Caldas da Rainha. Que, a haver, lhes caiam em cima desses cérebros incompetentes, com toda a força dos deuses ancestrais dos raios e dos trovões!

sábado, 28 de fevereiro de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (132): o circo dos apagões

Como já aqui escrevi, estive a sofrer com os apagões da miserável e-Redes numa sucessão de cinco dias.

Na passada segunda-feira, dia 23, depois de mais um apagão, apresentei uma reclamação à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e à própria e-Redes.

A única resposta que tive foi uma visita de dois homens que não se identificaram, num veículo descaracterizado, que se mostraram muito interessados no meu contador e que proferiram, sem mais pormenores, o enigmático veredicto: "Isto vai continuar enquanto não mexerem na média".

Nessa mesma terça-feira, na quarta-feira e anteontem, quinta-feira, não houve apagões. Mas ontem, sexta-feira, talvez para compensar, houve três: dois por volta das 9h30 e um pelas 15h45. 

Pelo telefone, num processo entediante que nunca é fácil, fiquei a saber... pouco. Que havia "uma avaria" na "média tensão", sem qualquer perspectiva de hora, e dia, para a dita avaria ser reparada.

E esta madrugada, pela meia-noite e um quarto, houve outro apagão. A pessoa que me atendeu na e-Redes disse que não havia nenhuma informação sobre "avarias". 

Não saímos, está visto, deste absurdi circo de apagões em que a e-Redes é mestra de cerimónias e nós, os clientes à força desta empresa lamentável, somos os palhaços. Sem qualquer informação credível, sem qualquer esclarecimento, numa verdadeira escalada de incompetência.

Gostava tanto de lhes atirar com isto...!:





Não merecem menos...


*


Por volta das 10 horas voltam a aparecer-me dois sujeitos que não se identificam, num veículo não identificado, que mostram grande interesse pelo contador. 

Pergunto-lhes se têm alguma coisa a dizer-me e um deles, com ar de gozo, responde-me: "Não tinha energia, agora tem." É facto: quando telefonei para a e-Redes não tinha electricidade e neste momento (10 horas, 28.02.2026) tenho. 

E de onde são? É preciso insistir para que me digam que estão "ao serviço" da e-Redes e, depois, que são da empresa Canas. 

E depois vão-se embora.




(Continua)





terça-feira, 23 de abril de 2013

EDP - A Crónica das Trevas (52)

Apagão às 7h15. Sensivelmente à mesma hora de ontem.
Lembro-me sempre, nesta irritante e incessante repetição das demonstrações de incompetência da EDP, das desculpas desta malfadada empresa sob cujo jugo vivemos: é o mau tempo, é o roubo dos fios de cobre...
Tretas, tretas, tretas, tretas, puta que os pariu!

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (146): incompetência e má-criação



Ontem, dia 16, por volta das 20h10, ficámos às escuras. Sem electricidade. 

Num contacto telefónico com a e-Redes, que demorou a ser atendido, fui informado de que haveria de novo electricidade às 22h30. Por acaso, foi às 20h30. Curiosamente, cerca de 12 minutos depois de eu ter telefonado.

Foi mais um apagão, das dezenas ou centenas que aqui ocorrem. O céu estava limpo, havia pouca humidade, não se ouviam trovões nem se viam relâmpagos. Não imagino que outros “fenómenos meteorológicos”, coisa normalmente invocada pela e-Redes, pudesse haver que provocassem o apagão.

Quanto à “avifauna”, outra desculpa também oferecida pela e-Redes, estaria a dormir nessa altura. E nas árvores. Talvez os mochos já estivessem despertos. Por sinal, já vi um ou dois, à noite, fugidiamente. E nunca pousados nos cabos.

Os “fenómenos meteorológicos” e a “avifauna” continuam a ser as desculpas da e-Redes e, por uma estranha coincidência, chegou há seis dias uma pormenorização ligeiramente mais refinada, dessa extraordinária desculpa com asas:
 

Parece que com a e-Redes só se consegue comunicar por intermédio do Livro de Reclamações
e da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos



É tentador pensar que o apagão de ontem foi deliberado, para sustentar esta desculpa, até porque o de ontem acabou poucos minutos depois do meu telefonema.

Mas não é o que penso. Aquilo em que penso é que a explicação dos apagões só pode ser a espantosa incompetência da e-Redes. Basta andar por aqui para ver como se cruzam cabos e frios e sei lá que mais em postes públicos. Pôr uma cidade às escuras é embaraçoso deixar que proliferem os apagões em zonas rurais deve ser, para a e-Redes, o menor dos males. Poupa-se sempre na manutenção.

O certo é que, com isto, a e-Redes gera uma situação de desconforto, de ansiedade e de insegurança. Há danos morais e psicológicos (danos não patrimoniais) nesta situação de apagões constantes. 

Quanto é que eles custariam em indemnizações à e-Redes num processo judicial?

Há cerca de vinte dias, em 28 de Agosto, pedi à e-Redes, mas não pelo canal que parece ser mais conveniente que é o Livro de Reclamações Online, que justificasse a invocação da “avifauna”, que justificasse a referência à “avifauna”.

Fi-lo para os endereços de correio electrónico do serviço de imprensa (ou relações públicas), para os funcionários que aí existem, para os quatro administradores e com conhecimento a um jornalista que parece estar confortavelmente bem informado sobre a e-Redes.


Nominalmente, os destinatários foram estes:



José Ferrari Careto (Conselho de Administração)

Carlos Alves Pereira (Conselho de Administração)

Hália Oliveira (Conselho de Administração)

























José Martins Carvalho (Conselho de Administração)



Catarina Craveiro (gestora de Comunicação e Marca)



Pedro Faria Gomes (director de comunicação)



Catarina Machado (assessoria de imprensa)




Miguel Prado (jornalista)




Ninguém respondeu.

A esta atitude chama-se má-criação. É gente malcriada, portanto, aquela que, de uma maneira ou de outra, dá a cara pela e-Redes.







(Imagens de fontes abertas de acesso público.)

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

EDP - A Crónica das Trevas (62): a EDP a oferecer um Natal às escuras

 
Mini-apagões, a darem cabo dos electrodomésticos e da paciência.
São os presentes de Natal da EDP, que devia afundar-se, ela própria e quem não consegue resolver este estado generalizado de incompetência, nas trevas mais infernais. E para sempre!
 
 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

EDP - A Crónica das Trevas (2)

Para dar um ar da sua graça ao abrir um ano ou para mostrar aos chineses da Three Gorges a sua maravilhosa e arrogante incompetência, a EDP resolveu deixar o concelho de Caldas da Rainha sem electricidade durante quase vinte minutos por volta das 14 horas de hoje.
Não têm emenda, os tipos!

(Comentário aqui:EDP - incompetência, conversa da treta e incapacidade)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

EDP - A Crónica das Trevas (23)

Ontem às 7h53: apagão. Hoje às 7h30: apagão.
No outro dia, a arrumar papéis, encontrei a carta da EDP em que, nem há dez anos, um imbecil ao serviço da empresa não hesitava em pôr o nome na extraordinária justificação de que os apagões nesta região (Caldas da Rainha) eram justificados pelas estranhas trovoadas que por aqui ocorriam.
Hoje, por exemplo, está sol, há poucas nuvens, a temperatura está amena, corre um vento suave. E houve apagão, claro.
A criatura que deu a cara, digamos assim, pela desculpa das trovoadas deve estar hoje na administração da EDP, pelo mérito da coisa...

segunda-feira, 6 de abril de 2026

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (138): para não termos saudades, tivemos mais apagões...




... à hora do jantar e até às 22h de hoje. Sobre eles, a mesma conversa da treta da e-Redes: sobre os primeiros já não podiam dizer nada porque, quando telefonei, já tinha passado mais tempo; sobre o das 22 horas, com telefonema feito ao momento, tinha havido um problema (não especificado) com "um cabo". E onde e o quê? Quem estava ao telefone, a atender-me, não dispunha de respostas e só foi dizendo que "equipa técnica já está no local".

E haveria condições extraordinárias de tempo? Ou passarinhos a poisar no tal cabo? Não, só estava a chover. E sem muita intensidade.






sábado, 19 de janeiro de 2013

EDP - A Crónica das Trevas (32)

Estou há nove horas e meia sem electricidade. Já consegui ver que a EDP, como se tivesse estado ausente do País nos últimos vinte anos, admitiu que a situação de (não) fornecimento de electricidade é grave... por causa do mau tempo.
A situação é grave apenas porque a EDP não investiu - melhor: desinvestiu! - na manutenção e na conservação das infraestruturas.
O resultado, visível por todo o interior e a fazer-se sentir a cada perturbação sabe-se lá de quê, fica ainda mais claro quando o mau tempo (entidade que tem as costas bem largas, como todos sabemos) é um bocadinho pior.