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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Sessão sobre literatura, e outros temas, na Escola Raul Proença


Literatura (incluindo "Os Maias" e Aquilino Ribeiro), o romance policial, a minha experiência de autor e as minhas histórias, passando por alguns apontamentos sobre cinema e jornalismo, foram os temas predominantes de uma conversa bastante animada com estudantes da Escola Secundária Raul Proença (Caldas da Rainha), ontem de manhã, a convite do professor João Daniel Pereira no âmbito da Semana Raul Proença.





 
 
 
 
As fotografias foram tiradas pelo professor Edgar Ximenes.


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O Clube dos Livros gostou de "Morte nas Trevas"

Paulo Lima, de O Clube dos Livros, leu agora "Morte nas Trevas" e faz uma análise interessante, e elogiosa, sobre o meu romance mais recente. Eis um excerto (de um texto que pode ser lido aqui na íntegra):

Pedro Garcia Rosado mais uma vez foi cuidadoso e atento nas suas personagens, pois elas ajudam-nos a entrar no livro, a viver isto, a pensar como elas e a sentir. Mais uma vez usa um caso tão real que é o negócio obscuro de trafico de crianças, algo tão presente nos dias de hoje, e faz isto de forma inteligente. É um mestre que usa as suas histórias para mostrar algo de negativo, presente na sociedade, no ser humano. Não vou repetir o que já disse anteriormente mas, se querem bons policiais, este autor irá agradar-vos e merecer o seu devido lugar na vossa estante. 
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Plano de Pormenor da Estrada Atlântica - continua o mistério, agora com uma "carta de conforto" pedida à Câmara de Caldas da Rainha...


Foi em Março deste ano, segundo uma acta da Câmara Municipal de Caldas da Rainha que pode ser lida aqui que a empresa New World Investments solicitou ao presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha a aprovação de uma minuta de carta de conforto, "tendo em vista tornar mais célere junto da instituição bancária Investec Bank London, o desenvolvimento do processo denominado Golf & SPA a expandir na Foz do Arelho".
A acta não contém mais pormenores, registando apenas que a Câmara tomou conhecimento e, atendendo a que se trata de um investimento de maior interesse para o concelho, deliberou aprovar os termos constantes na minuta de carta de conforto".
É pena que, como acontece com a maior parte das coisas que têm a ver com a gestão camarária, se passe como gato sobre brasas sobre este “conforto” pedido pela empresa New World Investments.
Até porque convém que se saiba mais alguma coisa.
 
 
A New World Investments
e o presidente da Junta
 
Esta empresa, nascida na África do Sul como o banco Investec, é representada em Portugal pela New World Investments (Portugal) – Sociedade de Administração de Imóveis, uma sociedade anónima constituída em Caldas da Rainha com o capital social de 208 mil euros (98 por cento do capital da empresa é da New World Investments sul-africana) e sede no número 16, r/c esquerdo, da Rua Engenheiro Duarte Pacheco em Caldas da Rainha, endereço que é o do escritório do advogado Álvaro Baltazar Jerónimo.
Álvaro Baltazar Jerónimo foi, até há um ano, presidente da Junta de Freguesia da Serra do Bouro e nunca achou que lhe ficasse mal ser, em simultâneo, presidente da junta de freguesia de uma freguesia que era o alvo do projecto de investimentos da New World Investments (e onde podia, e pode, haver expropriações a favor desse projecto) e representante da mesma empresa.
O alvo da New World Investments eram 275 hectares que lhe foram "oferecidos" pelo Projecto de Pormenor da Estrada Atlântica, que “nasceu” de uma alteração do Plano Director Municipal aprovada sem votos contra pela Assembleia Municipal, permitindo a construção de um empreendimento turístico em terreno, de paisagem protegida, retirado às freguesias da Serra do Bouro e da Foz do Arelho, com um investimento de 300 milhões de euros.
A decisão da Assembleia Municipal data de 2011 (e nunca se viu, nem ouviu, nenhum dos membros da Assembleia Municipal a falar do assunto...) e com a mesma New World Investments apareceu outra empresa, a Claremont Costa de Prata Developments Lda.
Em três anos nada mais se soube (e também não houve vozes públicas que fizessem perguntas, o que é muito estranho) mas circularam informações segundo as quais os investidores não conseguiram reunir o capital necessário, para lá, segundo se sabe, do que já tinham investido, pelo menos na realização de alguns estudos.
A carta de conforto pedida à Camara Municipal sugere que os promotores do empreendimento turístico estão a dar mais importância à banca do que a outras possibilidades de investimento.
O que também não parece garantir que o projecto (já apresentado em 2006 com a designação de Rainha Golf e Spa Resort), a que se renderam há três anos os dinâmicos e discretos membros da Assembleia Municipal, seja muito sólido.
Mas decerto que há-de haver alguém, entre os que conhecem bem os bastidores deste caso, que possa dar explicações aos caldenses...

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O estranho caso do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica serviu de inspiração para o meu romance "Morte com Vista para o Mar" (2013), que tomou por base a investigação feita por um bloguista anónimo sobre o assunto (que pode ser lida aqui).



sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Na Feira do Livro de São Martinho do Porto

 
 
 
 
Este domingo na Feira do Livro de São Martinho do Porto, a convite dos seus organizadores, a falar do meu mais recente livro, "Morte nas Trevas" (cuja história é ambientada perto de São Martinho do Porto) e da literatura policial, em geral.


Parte da acção de "Morte nas Trevas" passa-se numa zona interior
da freguesia de Salir do Porto, que é vizinha de São Martinho do Porto
 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

"Morte na Arena": "como se de uma peça jornalística se tratasse"

 
"Pedro Garcia Rosado tem o cuidado natural ou uma atenção redobrada em criar personagens que nos deixem com a sensação de entrarmos num mundo real e longe da ficção, como se de uma peça jornalística se tratasse, juntamente com o que não é contado nas mesmas", escreve Paulo Lima, do blogue Clube dos Livros, sobre "Morte na Arena", a segunda história de Gabriel Ponte.
"Mais uma vez penso que usa a sátira para atacar certos vícios de classe alta, não que os mesmos sejam praticados desta forma de espécie de 'jogos de morte', mas que estes jogos sexuais, de trocas de favores, lavagem de dinheiros e negócios ilícitos existem, isso não é novidade. Isto deixa-me mais uma vez satisfeito com o Pedro, por chamar aos seus livros o 'podre' da sociedade", acrescenta Paulo Lima, numa apreciação elogiosa e onde se refere especialmente à personagem chamada "Diabo" e que pode ser lida na íntegra aqui. 




terça-feira, 15 de julho de 2014

Cris Delgado (O Tempo Entre os Meus Livros) gostou de "Morte na Arena"

 
Gostei particularmente do enredo porque nos mantém em suspense durante o livro todo. Para além dos crimes cometidos e das situações de extrema dureza, crueldade e realismo, gostei do facto de serem revelados, aos poucos, características humanas e pessoais do investigador reformado Gabriel Ponte. Não se torna necessário ler o livro anterior, "Morte com Vista para o Mar", mas para quem o fez esta leitura torna-se mais enriquecedora. (...) Se gostarem de acção, suspense e uma leitura com ritmos acelerados então este é o livro perfeito! Drama, mistério, thriler, acção e romance bem doseados numa narrativa que nos cativa de imediato.
 
Eis a opinião de Cris Delgado (que dinamiza o blogue O Tempo Entre os Meus Livros sobre "Morte na Arena" (o segundo título da série "As investigações de Gabriel Ponte"), que leu agora, e a que dá 5 estrelas. A sua opinião pode ser lida aqui na íntegra.
 



terça-feira, 24 de junho de 2014

Sábado, dia 28, às 16 horas, na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha






Neste sábado, dia 28 de Junho, às 16h00, na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha, apresentarei "Morte nas Trevas", o meu mais recente romance, e falarei dos meus livros.
A sessão é organizada pela Comunidade de Leitores e de Cinéfilos de Caldas da Rainha, com o apoio do blogue Crónicas de uma Leitora.
"Morte nas Trevas", o terceiro título da série "As investigações de Gabriel Ponte" passa-se na zona de Salir do Porto, no concelho de Caldas da Rainha, que adoptei como residência.
Está toda a gente convidada, incluindo quem não gosta do género (o "thriller")... nem do autor.









E que tal uma "Rota Criminal"? - sugere Cláudia Lé

"O Município de Caldas da Rainha bem que poderia promover o turismo naquela zona realizando um tour pelos diversos locais de assassinatos ocorridos nos livros deste autor! A Rota Criminal, terminando claro está, na já famosa Lagoa de Óbidos! O que acham?" - a sugestão é de Cláudia Lé, do blogue Crónicas de uma Leitora, que participou nesta sessão.
O relato de Cláudia Lé, a quem agradeço muito a participação, pode ser lido na íntegra aqui.
A fotografia foi cedida pela Biblioteca Municipal.




 
Cláudia Lé, Palmira Gaspar (Comunidade de Leitores e de Cinéfilos de Caldas da Rainha) e o autor



domingo, 22 de junho de 2014

Pedro Miguel Silva (Rua de Baixo) gostou de "Morte nas Trevas"


Pedro Miguel Silva escreve sobre "Morte nas Trevas" no magazine on line Rua de Baixo. Um elogio a ter em conta (que pode ser lido na íntegra aqui) e de que publico um excerto:

Movido por um insanável conflito, “Morte nas Trevas” promove um encontro sanguinário entre dois clãs, ambos remontando aos tempos da Securitate, a polícia política do ditador Ceausescu. Algures no coração das Caldas da Rainha, sede do império de um aparentemente respeitável homem de negócios – e sede do cabecilha de um dos clãs -, escondem-se alguns segredos carregados de morbidez, que farão com que Gabriel Ponte revisite alguns dos seus medos mais profundos.
Mesmo que alguns furos abaixo em relação ao anterior “Morte na Arena”, Pedro Garcia Rosado constrói mais um thriller hábil, que conta aqui com a participação muito especial de Ulianov, o ex-KGB e coronel das forças especiais russas, e também do inspector Joel Franco, ambos personagens que habitaram outros livros do autor português. E que, promete Rosado, irão regressar. O que só lhes ficará bem.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Um elogio de Beatriz Pacheco Pereira a "Morte nas Trevas"

Um elogio de Beatriz Pacheco Pereira, escritora e directora do Festival Internacional de Cinema do porto, a "Morte nas Trevas":
 
Pedro Garcia Rosado transforma os meandros  escuros do crime num caldeirão de intrigas e cheio de segredos, revelados lentamente e com estrondo num percurso sempre emocionante até à girandola final. Um escritor que compreende o lado negro da vida e a sua articulação com a luz, que escreve sem dó nem piedade, mas com um extraordinário sentido do ritmo literário na ficção. Bravo!
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Paulo Pires (Livros e Marcadores) sobre "Morte nas Trevas": "um grande policial"

Paulo Pires (no blogue Livros e Marcadores) elogia "Morte nas Trevas", o autor e a editora Topseller "pelo que estão a fazer pelos policiais portugueses, e o nível para o qual estão a elevar a ficção portuguesa".
Eis um excerto da sua opinião (que pode ser lida na íntegra aqui):
 
Como um grande policial que é, este livro semeia no leitor a curiosidade e a inquietação no virar da página. 
Um livro não deve ser "fechado", não se deve extinguir na própria história, mas sim, deve permanecer na mente do leitor, como algo inacabado, algo que faça o leitor retomar o livro, mesmo depois de o ler. Deve conter, acima de tudo, um convite implícito e irresistível para voltar a ler outra obra do autor. E neste livro este detalhe não foi descurado. Os meus mais sinceros parabéns a Pedro Garcia Rosado e à editora Topseller pelo que estão a fazer pelos policiais portugueses, e o nível para o qual estão a elevar a ficção portuguesa.
 
 
 
 
 

 
 

 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cris Delgado sobre "Morte com Vista para o Mar": 4 estrelas em 5


Cris Delgado leu agora "Morte com Vista para o Mar" (o primeiro título da série "As investigações de Gabriel Ponte", de que acabou de sair "Morte nas Trevas") e escreveu uma opinião muito elogiosa no seu blogue O Tempo Entre os Meus Livros (que pode ser lida na íntegra aqui), classificando este livro com 4 estrelas em 5.
Um excerto:
 
O crime, violento, dá-se na zona das Caldas da Rainha e Pedro Rosado sabe, sem cansar, descrever maravilhosamente a zona em redor e as paisagens. O tema é actual, infelizmente. A corrupção das autarquias, o tráfico de influências, o valor e o poder do dinheiro ditam muitas vezes os actos humanos, levando os indivíduos a acções extremas de loucura. Em foco, também, o poder dos média. Até que ponto pode um blogue instigar os ânimos e levar alguém a extremos? As frases incisivas, os capítulos pequenos levam o leitor a uma leitura muito rápida, criando o desejo de iniciar o segundo livro brevemente e saber mais da vida deste investigador [Gabriel Ponte]. É o que farei, de certeza!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

No Segredo dos Livros: "ombreia com o que de melhor se faz lá fora"


"Há, de facto, 'material' para haver literatura policial de qualidade, com selo de origem português. O que existe (e que conheço, logicamente) deste autor ombreia perfeitamente com o que de melhor se faz lá fora dentro do género", escreve Sónia Cordeiro, no blogue Segredo dos Livros a propósito de "Morte nas Trevas".
Nesta opinião, que pode ser lida na íntegra aqui, a autora sugere ainda: "Além disso, e falando da colecção ['As investigações de Gabriel Ponte'] no geral, julgo que há material de bastante qualidade para transpor estes livros para filme. Já dizia Fernando Pessoa 'Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce'. Que tal passar da teoria à prática?..."
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Diana Barbosa (Refúgio dos Livros) recorda "Morte com Vista para o Mar"

Diana Barbosa (que anima o blogue Refúgio dos Livros) leu agora "Morte com Vista o Mar", o primeiro título da série "As investigações de Gabriel Ponte" (de que saiu entretanto "Morte nas Trevas") e faz uma análise muito estimulante desta obra, que pode ser na íntegra aqui. Eis um excerto:
 
A forma como Pedro Garcia Rosado nos vai dando a conhecer as personagens, marcando-as com passados misteriosos e segredos, acaba por lhes conferir uma profundidade e uma densidade deveras cativante, pondo a nu as suas relações pessoais e deixando por desvendar outras peças do "puzzle" nos volumes seguintes da série. Ao debruçar-se sobre uma vertente mais pessoal das personagens, para além da investigação criminal em si, o autor enriquece a narrativa tornando-a multidimensional, sendo que cada personagem tem o seu "background", os seus lados obscuros, as suas vivências e o seu papel essencial no desenrolar da trama.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Blogue Biblioteca em Construção: "Fiquei com uma enorme vontade de conhecer melhor Ulianov"

"Morte nas Trevas" ganha um lugar de destaque na Biblioteca em Construção de Cláudia Sério, ao lado de "Morte na Arena", escrevendo a autora deste blogue na sua opinião sobre este livro (que pode ser lida na íntegra aqui):
 
Admito que fiquei com uma enorme vontade de conhecer melhor Ulianov e que Joel Franco me deixou apreensiva ao início, mas no final consegui entender algumas das suas motivações.
Tal como aconteceu com Morte na Arena, Morte nas Trevas foi lido rapidamente e com voracidade. Pedro Garcia Rosado alicia para uma leitura que para além de entreter ainda chama a atenção para problemas sociais que são muitas vezes mascarados, tais como a discriminação, utilização do outro por proveito próprio, dificuldades associadas à transmissão da verdade na imprensa, violência e organizações clandestinas. Mais uma prova de que Pedro Garcia Rosado é um nome incontornável na literatura policial portuguesa.

 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

"É impossível tentar largar 'Morte nas Trevas'", diz Odete Silva no blogue Destante


Odete Silva, no blogue Destante, dá a sua opinião sobre "Morte nas Trevas", destacando a presença do ex-KGB Ulianov nesta aventura de Gabriel Ponte. Eis um excerto da crítica de Odete Silva, que pode ser lida na íntegra aqui:
 
Mais uma vez o autor criou uma história mirabolante, a sua escrita directa, dura e crua, com um enredo forte, cheio de suspense, com excelentes personagens bem estruturadas, levando a que os acontecimentos se desenrolem numa rapidez vertiginosa.
E depois todo o ambiente envolvente absorve-nos, assim como algumas descrições macabras, a violência aplicada nas mortes, actos cruéis praticados sobre outros seres humanos, é uma cereja no topo do bolo para amantes deste género literário, ou seja tem todos os componentes que me agradam num policial, é impossível tentar largar o livro quando o começamos a ler.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Cláudia Lé (Crónicas de uma Leitora) gostou de "Morte nas Trevas" e "torce" por Ulianov

 
"Se tivesse que entregar um 'Óscar' seria a Ulianov", escreve Cláudia Lé no blogue Crónicas de uma Leitora, numa opinião muito positiva e bem humorada sobre "Morte nas Trevas".
No seu texto, que pode ser lido aqui na íntegra, Cláudia Lé salienta:
 
Joel Franco acabou por ser, das três personagens já conhecidas, a menos evidenciada, no entanto é visível a [sua] evolução (...) Claro está, se tivesse que entregar um "Óscar" seria a Ulianov, apesar do protagonista ser Gabriel Ponte. Mais uma vez, o autor conseguiu surpreender-me com o final e a explicação dos como, quando, porquê e de que maneira... provocando-me por segundos, uma eventual ida às urgências devido a enfarte cardíaco... obrigada, Pedro Garcia Rosado, por ser apenas uma eventual ida...
Não poderia deixar de evidenciar a magnífica capa elaborada pela Topseller, bastante apelativa fazendo jus ao ditado: os olhos também comem! Espero sinceramente por novos livros, novos enredos, parcerias entre novos e "velhos" heróis...
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Maria Manuel Magalhães (Marcador de Livros) gostou de "Morte nas Trevas"

Mais uma opinião muito favorável a "Morte nas Trevas", desta vez no blogue Marcador de Livros, da autoria de Mana Manuel Magalhães, que já comentou os anteriores "Morte com Vista para o Mar" e "Morte na Arena" e que destaca a intervenção do herói da série "Não Matarás", Joel Franco, nesta história.
Um excerto da sua apreciação (que pode ser lida integralmente aqui):
 
Escrito a um ritmo estonteante, é difícil o leitor parar até chegar ao final do livro. Gostei do facto de Pedro Garcia Rosado ter inserido neste livro algumas personagens de outros livros seus, que foram marcantes pela suas personalidade, o que enriqueceu ainda mais esta obra.
O final deixa em aberto um novo livro que promete ser ainda (se é que é possível) melhor do que "Morte nas Trevas".




terça-feira, 20 de maio de 2014

Carla Ribeiro (As Leituras do Corvo) gostou de "Morte nas Trevas" e elogia Gabriel Ponte

Carla Ribeiro (As Leituras do Corvo), que conhece bem a minha obra, faz uma excelente análise de "Morte nas Trevas" no seu blogue, que pode ser lida na íntegra aqui.
Eis um excerto onde se refere à personagem de Gabriel Ponte, o protagonista principal de "Morte nas Trevas" (como já o fora de "Morte com Vista para o Mar" e de "Morte na Arena"):
 
Se todas as qualidades globais que este livro tem em comum com os anteriores bastariam para fazer com que a leitura valesse a pena, há ainda alguns elementos novos que importa particularmente referir. E o primeiro diz respeito a uns quantos desenvolvimentos pessoais relativos à figura de Gabriel Ponte. Ora, Gabriel é uma personagem feita de complicações, com uns quantos erros no passado e uma moralidade algo ambígua. Não será, por isso, propriamente um protagonista heróico. Isto torna-se particularmente relevante neste livro, primeiro pela forma como as suas relações pessoais se desenvolvem e depois pelo impacto que estas têm quando acabam por ser envolvidas no mistério central. Tudo isto, além de criar uma natural empatia para com o protagonista, aumenta em muito o impacto de um final que é, por si só, fortíssimo...
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Entrevista ao blogue BranMorrighan, de Sofia Teixeira

"Acredito que os blogues estarão, de uma forma ou de outra, mais tarde ou mais cedo, na génese de projectos informativos on line mais sólidos e mesmo profissionais e o blogue Morrighan é um dos que está na linha da frente" - é uma opinião que expresso na entrevista que Sofia Teixeira, a animadora do blogue BranMorrighan, me fez e que cobre outros aspectos, como a minha escrita, o modo como trabalho, a minha opinião sobre a receptividade da literatura portuguesa e a importância da opinião dos leitores.
 
As perguntas e as respostas podem ser lidas na íntegra aqui.