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| "Notícias" da CNN tuga com uma hora de intervalo |
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| "Notícias" da CNN tuga com uma hora de intervalo |
Fica o registo, por curiosidade.
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Estava assim:
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| Escrevi sobre isto aqui |
Ficou, finalmente, assim:
Houve alguém que percebeu, ou que foi coagido a perceber, e que decidiu apagar as luzes.
Uma curiosidade: a GNR, a quem denunciei este potencial atentado à segurança rodoviária em 2 de Março, ainda não se pronunciou.
Entre a histeria e o paroxismo, o marasmo criativo do jornalismo (ou do que dele resta...) está bem visível na delirante sequência de títulos, e de textos e intervenções orais, onde se conjuga o verbo "disparar".
Já nem, como logo aqui por baixo se vê, se ficam pelo clássico "Guerra faz disparar", por exemplo. Agora a coisa é mais directa: "Guerra dispara".
O ridículo desta opção aparece em todo o lado e não poupa nem os "de referência" nem os "sensacionalistas".
Vejamos:
"Correio da Manhã"
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)
*
Em suma:
Quem levantava dúvidas sobre as vacinas anti-covid-19, fabricadas à pressa no meio de movimentações de muitos milhões de dólares e euros, que passavam por médicos, políticos e "peritos" sortidos, era "negacionista".
Agora, seis anos depois, temos isto. Sem que os acusadores e críticos fanáticos dos "negacionistas" mostrem qualquer sinal de arrependimento.
Sem que se recorde que as vacinas "fast food" foram transformadas em instrumentos legais para condicionar (e coagir) a vida dos cidadãos, impedidos de se movimentarem se não as aceitassem... com o Estado a esconder os seus riscos e a impô-las em simultâneo.
(Acho que vou ter de comprar esta merda, para ler a coisa, o que me desagrada.)
Ricardo Reis, colunista do "Expresso", é capaz de ser um excelente economista e, talvez por isso mesmo, presta pouca atenção àquilo que não é, directamente, da esfera económica. E a guerra movida pelos EUA e por Israel contra o Irão não é, directamente, da esfera económica.
Se estivesse mais atento, poderia ter reparado que a realidade desta guerra é diferente do quadro catastrofista que apresenta. E que é, em exclusivo, a visão de uma das partes do conflito (o eixo EUA/Israel).
Quase um mês depois do ataque inicial ao Irão, o que Ricardo Reis escreve (e que foi publicado há apenas uma semana) nada tem a ver com a realidade, segundo todas as informações que circulam sem desmentido.
"Tal&Qual", edição de 18 de Março de 2026. Uma primeira página que parece normal...
... mas que tem uma "gralha" monumental. Tem graça, e não ofende.
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)