quinta-feira, 2 de abril de 2026

Ler jornais já não é saber mais (256): tipo "É oficial" - a crise iraniana fez disparar a criatividade jornalística...



Entre a histeria e o paroxismo, o marasmo criativo do jornalismo (ou do que dele resta...) está bem visível na delirante sequência de títulos, e de textos e intervenções orais, onde se conjuga o verbo "disparar". 

Já nem, como logo aqui por baixo se vê, se ficam pelo clássico "Guerra faz disparar", por exemplo. Agora a coisa é mais directa: "Guerra dispara". 

O ridículo desta opção aparece em todo o lado e não poupa nem os "de referência" nem os "sensacionalistas".

Vejamos: 



"Correio da Manhã"










CNN portuguesa










Eco 
(devem ser pagos pela frequência com que usam o verbo...)
























"Expresso"











"Jornal de Notícias"







Observador





"Público"








"Tal&Qual"










(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


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