Entre a histeria e o paroxismo, o marasmo criativo do jornalismo (ou do que dele resta...) está bem visível na delirante sequência de títulos, e de textos e intervenções orais, onde se conjuga o verbo "disparar".
Já nem, como logo aqui por baixo se vê, se ficam pelo clássico "Guerra faz disparar", por exemplo. Agora a coisa é mais directa: "Guerra dispara".
O ridículo desta opção aparece em todo o lado e não poupa nem os "de referência" nem os "sensacionalistas".
Vejamos:
"Correio da Manhã"
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)













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