Convencionou-se, quando os jornais eram comprados por quem os queria ler, que os títulos de primeira página deviam ser sucintos, rapidamente compreensíveis e apelativos, para justificarem a compra.
A situação mudou e já poucos leitores de jornais devem restar que os comprem, movidos por alguma curiosidade pelo que possam ter lido nas primeiras páginas. Talvez a consciência desse fracasso económico justifique a negligência com que muitos títulos parecem ter sido concebidos.
Negligência, ou pior, que depois se generaliza.
Na CNN:
Quem escreve, não lê o que acabou de escrever; talvez não tenham revisores;
talvez sejam mesmo assim, talvez pensem mesmo assim...
É preciso ler mais do que uma vez para perceber o significado de cada uma destas frases.
No "Jornal de Notícias":
O que é que foi "em tempo recorde"? A "recuperação" ou o furto?
No Observador:
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| Quais serão as qualificações das pessoas que escrevem frases tão estranhas como estas? |
No "Público":
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| Nem uma vírgula?! |
(Imagens de fonte aberta de acesso público.)
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