terça-feira, 12 de agosto de 2025

E os apagões? Faz-se de conta que não existem?

 


Enquanto não tiram com a outra mão (por meio de impostos para as tais despesas militares de que provavelmente irão beneficiar os seus próprios dirigentes), a União Europeia e o Governo nacional vão atirar à população que for mais rápida a “candidatar-se” um “pacote” de 40 milhões de euros. Note-se que para a Ucrânia, desde 2022, já foram atirados 180 mil milhões de euros dos europeus.

O objectivo dos 40 milhões de euros oferecidos a Portugal é o pagamento da compra de placas eléctricas, fornos, termoacumuladores e transporte e instalação dos respectivos equipamentos. 

Tudo eléctrico, claro, com as “candidaturas” a começarem cinco meses depois do grande apagão de 29 de Abril… cujas causas ainda continuam a ser um mistério. Para já não falar nos pequenos e médios apagões que tornam inúteis, e às vezes inutilizados, todos os electrodomésticos… que também são sempre acontecimentos sem explicação.




segunda-feira, 11 de agosto de 2025

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Disseminar o medo

 

Fechar as janelas "de dia e de noite" durante quatro dias: aracnofobia em versão confinamento 



Vivam em medo, tenham medo, acreditem em tudo o que vos dizem, metam-se nas vossas tocas, isolem-se do mundo.

Fujam ao "calor extremo", aos vírus tão extraordinários que parecem ser extraterrestres, às "poeiras do Norte de África"... ou às aranhas.

Como recomenda no "Express" (!) britânico um "especialista [sempre eles, os "especialistas"] em vida selvagem", chegando ao título da notícia: metam-se em casa, com todas as janelas fechadas, durante quatro semanas.

E apenas por causa de uma aranha designada por "falsa widow spider" da família das viúvas-negras, cuja picada, que nem sequer mata, é apenas muito dolorosa!



terça-feira, 5 de agosto de 2025

EDP/e-Redes: a Crónica das Trevas (117): e aqui temos mais um apagão!

 

Às 18h24. 

Contactada a EDP/e-Redes, e percorrido o seu labirinto telefónico, uma mensagem gravada diz que há um "incidente que está a afectar a sua instalação" e que a reposição do serviço está prevista para as 20h30.

Mas depois, quando primo a tecla 0 para confirmar a hora indicada, já ouço outra versão: há, realmente, um "incidente que está a afectar a sua instalação"... já sem previsão para a reposição do serviço. 

É isto: uma grande bosta!







Indignidade

Não consigo perceber o que leva tanta gente a andar de boné na cabeça em ambientes fechados, quando não está sol nem frio nem vento, inclusivamente às refeições. Mete-me um nojo profundo pensar qual a porcaria acumulada nos cabelos que se esconde por baixo do boné. 



Mas, num caso destes, a sensação com que fico não é apenas de nojo. O sujeito da fotografia, com a idade que aparenta ter, poderá ter aprendido, na sua infância mais remota, que não se usa boné à mesa e que não se usa boné no tratamento com outras pessoas, porque tirá-lo do alto da cabeça é uma expressão de respeito. E, se não aprendeu, devia ter aprendido, ao longo da vida, no contacto com os outros. 

Nesta circunstância, a sua atitude resume-se um profundo desrespeito para com os outros.




segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Jogos de poder: a descoberta do "busification" de Zelensky pela CNN e a promoçao de Zaluzhny na "Vogue"

A captura aleatória de homens, e até de adolescentes, nas ruas da Ucrânia para serem levados à força para campos de treino militares e para a guerra começou em 2023 e ficou conhecida pela designação "busification".

Imagem de fonte aberta de acesso público.


Só agora é que a CNN, fiel seguidora da agenda do regime de Kiev, descobriu esta prática terrorista.

O que também confirma, como se vai dizendo, que Zelensky já não reúne os favores de alguns dos seus patronos ocidentais, a começar pelos EUA, que preferem o ex-chefe militar e embaixador em Londres Valery Zaluzhny, aqui fotografado como grande burguês para a famosa revista "Vogue".








sábado, 2 de agosto de 2025

EDP/e-Redes: a Crónica das Trevas (116): 4 apagões para matar saudades da escuridão

 


Depois de vários meses de ausência de apagões (sem contar com o de 29 de Abril), tivemos hoje direito a quatro, de rajada, por volta das 22h20. Sem explicações, com uma "equipa técnica" da EDP/e-Redes a aparecer, esbaforida e perplexa, mais de meia hora depois do telefonema feito para a empresa a dar conta da avaria. 

Nada de novo, a não ser na cadência: foi para não nos esquecermos de que a maravilhosa EDP/e-Redes nem consegue manter a funcionar aquilo que é seu...








Verão

 Uma coisa é o Verão. E outra coisa é o jornalixo. Da CNN, pois claro.



Imagens de fonte aberta de acesso público.





Donald Trump (5): mais um "presidente de guerra", afinal

Pensei, e escrevi-o aqui, que o novo presidente, Donald Trump, fosse intervir na crise ucraniana de forma decisiva e numa perspectiva clara de paz, reestabelecendo, por um lado, o relacionamento que deve existir entre os EUA e a Federação Russa e cessando, por outro, o apoio do seu país EUA ao regime de Kiev, deixando, dessa maneira, de ser parte no conflito.

Mas, mais de sete meses depois de ter tomado posse como presidente dos EUA, Donald Trump conseguiu o feito de atiçar ainda mais as chamas da guerra na Europa, tomando como seu o rumo do seu antecessor, Biden. E conseguiu também mostrar que parece governar por impulso(s) ou, pior, por birras com os seus adversários de cada momento, andando para trás e para a frente, consoante vai cedendo ou resistindo à influência dos "neocons" e do seu Deep State e numa trajectória consideravelmente errática relativamente à abominável liderança da União Europeia.

Ao mesmo tempo, conseguiu também outro feito: o de ficar ligado ao genocídio de Gaza, praticado pelos dirigentes israelitas com a sua complacência, à revelia de todos os princípios humanitários e de bom senso.

Donald Trump podia ser um "presidente de paz", mas penso que vai ficar para a História como um "presidente de guerra". Faltará saber se de guerras regionais ou de alguma guerra à escala mundial.