terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Ler jornais já não é saber mais (170): a prodigiosa imaginação dos jornalistas (?) portugueses

 


























Uma saga viva de porcaria e incompetência: a "limpeza" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal Lda.- CaldasLimp - João CaldasLimp (5)

[Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa.
Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário. Fui eu que combati o fogo e o venci.
A casa ficou inabitável. Para a tornar, de novo, habitável e assegurar as necessárias reparações, apoiando ao mesmo tempo os seus proprietários, intervieram diversas pessoas e empresas. A lista está aqui, com os devidos agradecimentos.
De fora dos agradecimentos fica uma empresa que deixou um rasto danoso de porcaria e de incompetência. E de ganância. Chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e a história do que aconteceu conta-se a seguir, para o devido alerta público.]




Porcalhões!...



Num dos dias em que o impreparado pessoal da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. já andava dentro de casa a fazer que limpava, reparei que uma cafeteira de café, a que já então raramente recorria, tinha sido usada. Havia um líquido no fundo que devia ser café e ainda havia café no filtro.

Aceito que quem vem trabalhar em minha casa possa, por um exemplo, beber um café, ou que esteja à vontade para comer ou beber. E pode usar a minha louça ou o meu equipamento.

Só que, neste caso, usaram... e abusaram. Não havia ninguém a quem pedir autorização, e houve quem tomasse a iniciativa como se estivesse em sua casa (e a ideia desta familiaridade, que roça a devassa, é desagradável).

O pior é que, depois, a cafeteira nem foi limpa, ou lavada. Ou seja: a SV e o seu "administrador" usaram o que quiseram (e nem sei o que terão usado mais) mas limpar é que já não era com eles. Não houve boa educação, nem cortesia, nem responsabilidade que levassem esta gente a limpar uma cafeteira de café alheia, que usaram sem pedir autorização.

Mas lá está: como é que se poderia esperar que limpassem paredes, tectos, objectos que iam ser guardados, se nem uma simples cafeteira souberam lavar?!

Houve alguém que, vários dias depois do desaparecimento da SV, a limpou e lavou. Está arrumada... mas eu nunca mais a usarei.


*


Uma empresa ou uma pessoa com algum sentido de responsabilidade que, inadvertidamente, tivessem feito esta série de disparates danosos para o seu cliente pediriam desculpa, pelo menos. 

E, tendo consciência da asneira, oferecer-se-iam para compensar o cliente, fosse como fosse.

A SV e o seu representante João CaldasLimp não o fizeram. Desapareceram do local, deixando o trabalho (muito) inacabado e depois, de uma forma bizarra, ainda quiseram atacar-me, chegando a envolver um advogado... que também não sai bem disto.

Esta história fica para o próximo post. Em breve...






*

Ei-lo (em fotografia publicada pelo próprio e retirada do Facebook): 






segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Uma saga viva de porcaria e incompetência: a "limpeza" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal Lda. - CaldasLimp - João CaldasLimp (4)

[Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa.
Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário. Fui eu que combati o fogo e o venci.
A casa ficou inabitável. Para a tornar, de novo, habitável e assegurar as necessárias reparações, apoiando ao mesmo tempo os seus proprietários, intervieram diversas pessoas e empresas. A lista está aqui, com os devidos agradecimentos.
De fora dos agradecimentos fica uma empresa que deixou um rasto danoso de porcaria e de incompetência. E de ganância. Chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e a história do que aconteceu conta-se a seguir, para o devido alerta público.]



Faz parte das regras que quem faz uma obra em casa alheia leve o entulho que resultou dos trabalhos. Não houve, até agora, alguma empresa que viesse a minha casa prestar qualquer serviço ou fazer qualquer obra que não tivesse levado o lixo produzido.

Mas a Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. (SV) optou por não apenas não levar o que se comprometera a levar como não levou o seu próprio lixo.

Esta empresa, na pessoa do indivíduo que a representou como "administrador", começou por se comprometer a levar o entulho formado pelos restos do mobiliário ardido e por outros objectos igualmente queimados ou danificados pelas chamas. Fazia parte da "limpeza" que prometera. 

No dia 28 de Novembro, uma semana depois do incêndio, perguntei ao citado indivíduo, no último contacto telefónico que mantivemos, antes e depois de a SV ter abandonado o que estava a fazer, se já tinha levado o entulho. 

Disse-me que o ia fazer e que me telefonaria. Não telefonou... e não levou o entulho.

E no dia 1 de Dezembro não me deparei só com uma casa mal limpa. Deparei-me também com o monte de lixo que ele se comprometera a levar... onde havia deixado sacos com o material que ele próprio usara e, o que é mais espantoso, com bidões de produtos químicos tóxicos! Ou seja: o lixo deles que o recolhessem outros.

Está tudo aqui:






Um parte do lixo (tóxico!) que o "administrador" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. deixou para trás...



Em matéria de desprezo pelos outros (e pelo cliente...) há ainda um pormenor a registar, como contarei no próximo post.





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Ei-lo (em fotografia publicada pelo próprio e retirada do Facebook): 




Uma saga viva de porcaria e incompetência: a "limpeza" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal Lda. - CaldasLimp - João CaldasLimp (3)

[Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa.
Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário. Fui eu que combati o fogo e o venci.
A casa ficou inabitável. Para a tornar, de novo, habitável e assegurar as necessárias reparações, apoiando ao mesmo tempo os seus proprietários, intervieram diversas pessoas e empresas. A lista está aqui, com os devidos agradecimentos.
De fora dos agradecimentos fica uma empresa que deixou um rasto danoso de porcaria e de incompetência. E de ganância. Chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e a história do que aconteceu conta-se a seguir, para o devido alerta público.]


A Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. (SV), associada da empresa CaldasLimp, começou a sua desastrosa actividade no dia 23, dois dias depois do desastre do incêndio.

O seu representante (que se autodesigna por "administrador" e assina como "João CaldasLimp") garantiu que as superfícies seriam todas limpas e foi nesse mesmo dia que, ao contrário de todas as restantes empresas intervenientes, se apressou a pedir logo um adiantamento. (Que recebeu, decisão de que me arrependo. E não deixa de ser curioso que tenha sido o único a fazê-lo.)

No dia 25, quando as obras de restauro e de pintura já estavam prestes a começar, foi-nos fácil constatar que a "limpeza" de paredes e tectos era inexistente. Ou terrivelmente ineficaz. Em termos práticos: não poderia haver pinturas enquanto as superfícies não estivessem limpas da fuligem e das marcas deixadas pelas chamas. É lógico, não?

Para a SV, não.

Perante uma porta atingida pelo fumo, e suja, que teria de ficar limpa ou ser substituída (que seria a solução mais cara), molhei o meu dedo indicador direito na minha saliva e passei-o na porta, deixando uma zona quase branca. 

A seguir, e numa parede, o representante da SV foi confrontado com a eficácia de alguns banais detergentes domésticos. A limpeza, podendo exigir maior esforço, não era um problema irresolúvel. O indivíduo derramou-se em promessas e, de novo, garantiu que ficaria tudo mesmo limpo.

No dia 26, a situação não se apresentava mais favorável. A trabalhar estava só uma jovem brasileira, com ar de estupefacção, que tinha chegado na véspera a Portugal. Não se viam progressos na limpeza das superfícies.

No dia 28, segunda-feira, telefonei ao representante da SV a perguntar como estava a decorrer o trabalho. Faltava recolher o entulho (tudo o que ficara queimado). O meu interlocutor disse-me que estava a correr tudo bem, que levaria o entulho (que se comprometera a fazer) e que me telefonaria ainda nesse dia. 

Não me telefonou. Nunca mais entrou em contacto comigo. Desapareceu. E o trabalho ficou feito? Não.

As fotografias mostram a "limpeza" feita pela SV. 

Foram tiradas no dia 1 de Dezembro, quando Jorge Guimarães (da empresa JJ Guimarães) já tinha iniciado o trabalho de restauro e de reconstrução. Sem o qual não poderíamos regressar a casa.

Mas vejam o problema com que ficou a equipa que se comprometera a fazer as obras (e que cumpriu, com brio profissional): a limpeza da SV revelou-se um logro e um potencial factor de atraso, atraso que se traduziria, como se traduziu, num acréscimo de despesa (foi necessário fazer a limpeza que a SV não fez) e no risco de termos de prolongar ainda mais a nossa estadia fora de casa (o que só não aconteceu graças ao dinamismo de Jorge Guimarães).

Vejam bem:


Deviam estar a pintar... mas ainda estavam a limpar o que a Saga Viva/CaldasLimp não limpara


À esquerda, a obra da Saga Viva; à direita, o trabalho eficaz e competente da JJ Guimarães


A parede atingida directamente pelas chamas também ficou por limpar





A "limpeza" feita pela Saga Viva. Nem brio nem vergonha...



Degraus da escada para o 1.º andar: por limpar



Juntas dos azulejos: a mesma coisa


E a saga não acaba aqui...





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Ei-lo (em fotografia publicada pelo próprio e retirada do Facebook): 




domingo, 15 de janeiro de 2023

Uma saga viva de porcaria e incompetência: a "limpeza" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal Lda.- CaldasLimp - João CaldasLimp (2)

[Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa.
Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário. Fui eu que combati o fogo e o venci.
A casa ficou inabitável. Para a tornar, de novo, habitável e assegurar as necessárias reparações, apoiando ao mesmo tempo os seus proprietários, intervieram diversas pessoas e empresas. A lista está aqui, com os devidos agradecimentos.
De fora dos agradecimentos fica uma empresa que deixou um rasto danoso de porcaria e de incompetência. E de ganância. Chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e a história do que aconteceu conta-se a seguir, para o devido alerta público.]



E quando começaram a abrir-se as frágeis caixas de cartão descobriu-se o caos...




Note-se a perfeição da "limpeza": um piaçaba e a sua armação, de cabeça para baixo, de mistura com louça e a dar cabo de um candeeiro




Os armários da cozinha foram remexidos, desarrumados (andariam à procura de alguma coisa?) ... mas não limpos: uma chávena de café e uma tigela, por exemplo, ficaram com as manchas da fuligem e, o que é extraordinário, dedadas bem sujas



"Limpeza"...







No meio da confusão encontrava-se esta fruteira em porcelana branca, da Vista Alegre, dos anos cinquenta, coberta por uma camada de porcaria que aqui está bem visível. Na imagem de baixo, em fotografia tirada hoje mesmo, está a mesma fruteira... lavada.







Mais um exemplo: isto era uma mochila...



O conteúdo das caixas de cartão fazia lembrar o produto de um saque apressado, com tudo misturado, danificado e sujo. Que tipo de gente é que faz isto?!






Com todos os objectos enfiados à balda em caixas de cartão deformáveis, já usadas, como estavam as paredes, os tectos e todas as superfícies que deviam ser pintadas? Essa é matéria para o próximo post.




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Ei-lo (em fotografia publicada pelo próprio e retirada do Facebook): 




sábado, 14 de janeiro de 2023

Uma saga viva de porcaria e incompetência: a "limpeza" da Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal Lda. - CaldasLimp - João CaldasLimp (1)

[Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa.
Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário. Fui eu que combati o fogo e o venci.
A casa ficou inabitável. Para a tornar, de novo, habitável e assegurar as necessárias reparações, apoiando ao mesmo tempo os seus proprietários, intervieram diversas pessoas e empresas. A lista está aqui, com os devidos agradecimentos.
De fora dos agradecimentos fica uma empresa que deixou um rasto danoso de porcaria e de incompetência. E de ganância. Chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e a história do que aconteceu conta-se a seguir, para o devido alerta público.]



Num espaço mais ou menos fechado, não muito grande, o fumo desencadeado por um incêndio provoca danos que quase rivalizam com os danos causados pelas chamas.
 
O fumo e a fuligem chegam a todo o lado, o calor intenso ultrapassa o espaço conquistado pelo fogo, deformando e destruindo objectos.

A sujidade e o cheiro que ficam, nos objectos e nas paredes e nos tectos, exige um trabalho de limpeza metódico, rigoroso, preciso, organizado.

É necessário deixar as paredes e os tectos completamente limpos para a aplicação da pintura.

Os objectos, dos candeeiros aos quadros, passando pelas louças e por muitos elementos decorativos, têm de ser limpos, ordeiramente arrumados em recipientes apropriados, onde ficarão o tempo que for necessário à espera de poderem regressar aos seus locais. Não cabe na cabeça de ninguém juntar louça de servir com um piaçaba, pois não?

A Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. (doravante designada por SV), representada por um indivíduo que assinou sempre como João CaldasLimp, e associada à empresa CaldasLimp., Lda., disse que ia limpar e arrumar tudo, que retiraria o entulho (os móveis e outros obectos irremediavelmente atingidos pelas chamas) e que iria fazer um trabalho excelente. Apresentou um orçamento e apressou-se a pedir um adiantamento.

Nenhuma das outras empresas pediu o que quer que fosse. A SV recebeu o adiantamento... e nada mais do que isso. Porque depois deixou o trabalho a meio.


*

Vamos aos factos.

A SV apareceu com numerosas caixas de cartão. Com uma particularidade: já vinham em segunda mão, com fita colante da empresa J. Inácio Máquinas Agrícolas, Lda.
 
E o cartão ou era frágil ou já vinha desgastado pelo uso. Porque as caixas não resistiram aos objectos que lá foram enfiados e à sua deslocação de um lado para o outro.


Caixas de cartão já usadas, facilmente deformáveis



As caixas não aguentaram o peso e o volume dos objectos


De onde vieram as caixas já em segunda mão ...



E não bastou amontoar objectos, e da pior maneira, dentro das caixas.

Foi cedida uma carrinha para arrumar as caixas e os objectos que, pela sua dimensão, não cabiam nelas. Era possível arrumar bem tudo dentro da carrinha. Mas não foi o que aconteceu.

As coisas foram enfiadas à balda, primeiro nas caixas e depois na carrinha. Vejam só...




Destruição



E quando se abriram as caixas, para arrumar os objectos, que deviam estar limpos, intactos, bem acondicionados, o que é que se descobriu?...

É o que vamos ver a seguir.




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Ei-lo (em fotografia publicada pelo próprio e retirada do Facebook): 














Muito obrigado!


Em 21 de Novembro do ano passado tive um incêndio em casa. 

Um curto-circuito numa das divisões causou uma ignição cujas chamas alastraram a diverso mobiliário.  Fui eu que combati o fogo e o venci.

A casa ficou inabitável e, durante cinco semanas, a minha pequena comunidade familiar ficou "homeless" e andámos por três locais diferentes até podermos regressar à nossa habitação.

Numa situação destas, os apoios externos recebidos são e foram fundamentais. E não me refiro às entidades públicas, cuja intervenção foi para esquecer, mas às pessoas e empresas que intervieram com rapidez, com profissionalismo e com competência para nos ajudarem a recuperar a nossa vida, dentro do quadro temporal que estabeleci para o regresso a casa.

O agradecimento, como reconhecimento público, é imprescindível. E significa também uma recomendação pessoal dos serviços que prestam. 

Com uma nota muito especial: nenhum dos prestadores de serviços aqui citados pediu qualquer adiantamento para o pagamento dos trabalhos que iam realizar. Avançaram, sem saber se teríamos dinheiro para lhes pagar ou se a empresa seguradora pagaria os prejuízos.

Mas, como não podia deixar de ser, todos foram pagos, e sem atrasos.

Portanto, são devidos agradecimentos, por ordem alfabética, a:


Eduardo Costa (Prime Silver Coast/Alto da Garça)

Francisco Milhinhos (TDP Energias)

Jorge Guimarães (J.J. Guimarães)

Jorge Trindade (Trindade Seguros)

Madaíl Duarte Ferreira (First Floor, Lda.)

Teresa Martins (5 à Sec/Borrifos de Ideias)

Marco Roque (Restaurante O Recanto)


Houve ainda duas outras empresas que intervieram na reparação e na substituição de equipamentos (cujas avarias não terão sido consequência do incêndio, cuja diligência também foi essencial para o regresso à normalidade). Os seus serviços foram pagos e a sua intervenção merece igualmente um "obrigado":


Rebelos & Nunes

Vicente Electrodomésticos


E, finalmente, um agradecimento muito especial:


Carlos Vilela (UoN Consulting) foi o nosso interlocutor por parte da seguradora Allianz, que restaurou a minha fé na actividade da indústria seguradora.


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De fora deste agradecimento fica uma empresa e quem falou por ela. 

O seu representante pediu dinheiro adiantado antes de trabalhar, deixou o trabalho a menos de meio e desapareceu, deixando um rasto de porcaria e de incompetência. A empresa chama-se Saga Viva Serviços de Limpeza Unipessoal, Lda. e foi representada por quem sempre se apresentou como João CaldasLimp

A história será contada em vários posts, já seguir. Bem ilustrada, para esclarecimento (e alerta) público. E com um acrescento sobre alguém com tanta pressa que até atropela as regras da fiscalidade e da boa comunicação.





terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Um lamaçal completo


1. O "i" é um jornal clandestino, que assumiu esta semana a sua irrelevância ao abandonar as suas edições intermitentemente diárias para fazer apenas uma edição semanal. Não devem ter dinheiro para mais.

2. O académico Manuel Carmo Gomes não é epidemiologista. Darem-no como tal é uma mistificação mentirosa. Que ele aceite que o dêem como tal é colaborar na mentira e afirmar-se ele próprio mentiroso.

3. Sendo uma das "pop stars" do covidismo, o dito académico pode ser considerado um valor seguro para que um jornal inseguro o use na insistência do medo e na exploração nauseante de um tema que ainda mete medo a muita gente... graças a este tipo de imprensa e de "especialistas".

4. É possível que este charco de porcaria continue a servir para vender alguns exemplares do dito jornal em banca. Mas a insistência na chafurdice só mostra o carácter do promotor e do promovido.