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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Nuno Chaves comenta "Morte com Vista para o Mar" e a literatura policial em Portugal

Nuno Chaves (Página a Página) leu agora "Morte com Vista para o Mar" e diz de sua justiça, numa análise estimulante, cuja leitura na íntegra (aqui) recomendo por inteiro, sobre este livro mas também sobre a literatura policial em Portugal (e sobre uma tentativa de um blogue anónimo de denunciar um caso de corrupção).
Um excerto da sua opinião:
 
Morte e corrupção voltam a ser os ingredientes principais, e sem grandes malabarismos PGR sabe bem para onde quer levar o leitor.
Uma investigação muito credível da Polícia Judiciária (através de Gabriel e Patrícia Ponte) sem falhas a apontar (creio que as habituais descrições técnicas das armas de fogo, eram dispensáveis).
Os sites de encontros sexuais e o vasto mundo da blogosfera estão também presentes e são a meu ver uma mais valia para a história, que a torna ainda mais real e apetecível.
Este caso foi "ficcionalmente real" e qualquer semelhança que possa existir entre o “Novo Bordallo” de Alberto Morgado e "O das Caldas" assinado por um espirituoso “Manguito Ecológico” não é mera coincidência, como já tinha dito PGR.
Atrevi-me a ler vários artigos deste blogue com uma satisfação diabólica e confesso que me diverti muito a ler alguns dos comentários anónimos.
Ainda bem que em Portugal existe tanta variedade e riqueza de casos como este. É uma pena, que não exista mais gente a escrever e a denunciar coisas tóxicas e lixo como este.
 
 
 
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Uma pergunta no blogue Efeito dos Livros: "Será que há uma mensagem?"

 
"O enredo aqui traçado é sempre inteligente, detalhado, extremamente profissional e sem laivos de vedetismo ou cenas estratégicas, só para entreter o leitor. Antes pelo contrário, PGR parece querer sempre o seu leitor bem informado, atento, desperto e curioso, é claro. Todos os episódios e reviravoltas são apelativas e intensas, sem exageros ou cenas violentas desnecessárias. E talvez seja isso que por vezes ainda aumenta mais o realismo. Nada aqui parece ´à filme`, se é que me faço entender. Já com traços cinematográficos temos as cenas de maior violência, arrepiando o leitor e fazendo virar a cara e franzir a testa, tal é a profundidade a que o ser humano pode descer no seu processo de desumanização, brutalidade e violência."
É deste modo que Cris Delgado comenta "Morte nas Trevas" no blogue Efeito dos Livros. Na sua opinião, elogiosa, pergunta ainda: "Será que há uma mensagem nas entrelinhas, desassossegando o leitor português, retirando-o do conforto deste paraíso tranquilo à beira mar plantado!?"
A opinião sensível e atenta de Cris Delgado pode ser lida na íntegra aqui.
 
 
 
 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

"Morte nas Trevas": Gabriel Ponte torna-se investigador privado, recebe a ajuda de Ulianov e enfrenta o inspector Joel Franco



À venda a partir de hoje

Em "Morte com Vista para o Mar", Gabriel Ponte (inspector da PJ reformado cedo demais sob a suspeita de ter cometido um crime), é chamado pela sua ex-mulher (a inspectora Patrícia Ponte) a ajudar na investigação do assassínio de um professor de Direito que ambos conheciam.
Em "Morte na Arena", o desaparecimento de um velho amigo empurra Gabriel Ponte para uma investigação privada que o conduzirá a um pesadelo nos subterrâneos de Lisboa.
Agora, interessado em voltar à vida activa e estimulado pelo reencontro com a sua antiga namorada, a jornalista Filomena Coutinho, Gabriel Ponte encara a hipótese de trabalhar como investigador privado e, apesar das dificuldades legais, aceita a proposta de ajudar a procurar a filha, desaparecida em Portugal, de um cidadão romeno. É assim que começa "Morte nas Trevas", o terceiro título da série "As investigações de Gabriel Ponte", hoje posto à venda.
"Morte das Trevas", publicado como os dois anteriores pela Topseller, tem duas "guest stars" muito especiais: o ex-KGB Ulianov, que apareceu pela primeira vez em "Ulianov e o Diabo", e o inspector Joel Franco (protagonista principal de "A Cidade do Medo", "Vermelho da Cor do Sangue" e "Triângulo", ed. Asa), que vai tomar Gabriel Ponte como um dos alvos da investigação à morte em Lisboa de um relojoeiro romeno.
"Morte nas Trevas" é o meu décimo romance policial desde 2004, em dez anos preenchidos por "Crimes Solitários" (Temas e Debates/Círculo de Leitores), "Ulianov e o Diabo" (Temas e Debates/Círculo de Leitores), "O Clube de Macau" (Bertrand/Círculo de Leitores), "A Guerra de Gil" (Temas e Debates/Círculo de Leitores) e a série Não Matarás ("A Cidade do Medo", "Vermelho da Cor do Sangue" e "Triângulo").

As primeiras páginas de "Morte nas Trevas" podem ser lidas aqui.



 
 
 
Os anteriores, publicados ambos em 2013