De noite sempre atentos e vigilantes, sempre em estado de prontidão, apesar de não parecer.
E dentro de casa, nunca na rua.
Este blogue é um registo pessoal de impressões, comentários e opiniões do autor, na sua qualidade de cidadão, na forma de um diário privado que é, no entanto, de acesso público e livre. Este blogue não tem fins lucrativos e as apreciações do autor sobre acontecimentos, pessoas e iniciativas, sociais, culturais, políticas, comerciais, mediáticas e outras, são completamente independentes e pessoais.
De noite sempre atentos e vigilantes, sempre em estado de prontidão, apesar de não parecer.
E dentro de casa, nunca na rua.
Quantas baixas, em vidas humanas, é que sofreram as forças armadas da Ucrânia, e as organizações militares que lhe estão associadas, desde 24 de Fevereiro de 2022?
O que vai pedir aos EUA e aos chefes da União Europeia o governo de Kiev, depois de os "tanques" e os caças oferecidos pelos estrangeiros terem sido destruídos (por um adversário que tem capacidade de produção de armamento)? Soldados?
Os "heróis da pandemia" glorificados pelo melancólico presidente da Câmara Municipal de Lisboa foram os médicos que (com honrosas excepções) aceitaram os ditames de um poder político cobarde, acolitado por vedetas da televisão recém-convertidas ao estrelato; que correram com doentes e possíveis doentes dos hospitais e dos centros de saúde, condenando objectivamente à morte os casos mais graves; que andaram a fazer coreografias no tempo livre que lhes sobrou do tratamento "dedicado" dos relativamente poucos doentes graves com covid-19 e outras doenças que lhes foram aparecendo; que se esconderam do mundo por trás de balandraus, máscaras e viseiras e luvas e banhos da mistela conhecida por álcool-gel; que foram complacentes com a paulatina destruição económica e psicológica do País; e que aceitaram passivamente o desenrascanço dos seus camaradas chico-espertos que se prostituíram às empresas farmacêuticas fabricantes de vacinas "fast food" que hoje são um pântano de dúvidas.
Estes são os "heróis" da pandemia mais sobrevalorizada da história de uma humanidade que treme perante uma unha encravada e que espera da imprensa instruções sobre como é que deve "fazer cocó" e quando é que deve lavar a roupa.
Deviam eram pintar a cara de preto!
... que tivemos um apagão às 11h55?
Ou, apenas, porque a EDP/e-Redes é esta merda com que temos de viver?
Nunca se sabe.
Começou com a pandemia, grosseiramente empolada, e prossegue com os sismos: a ciência, acarinhada com entusiasmo pelo jornalismo mais rasteirinho que vi em toda a minha vida, funciona com base nas crenças pessoais.
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| "Diário de Notícias", 1.ª página, hoje |
Entrecosto no Tacho com Feijão Branco, no restaurante Vale Velho (Caldas da Rainha), com uma surpresa: um saboroso monocasta (Syrah, 2020) de Vale Zias, o primeiro vinho que bebi desta empresa do Cadaval e de que realmente gostei.
O presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, Vítor Marques, é proprietário da empresa Vítor José Marques, Lda.
Esta empresa vendeu até 2014 o gás da marca "BP". Nesse ano, a empresa francesa Rubis, depois de ter comprado parte da empresa British Petroleum, passou a comercializar o mesmo gás com a marca "Rubis". A Vítor José Marques, Lda., manteve a condição de empresa revendedora do gás "Rubis", continuando a operar no mercado dos combustíveis.
No passado dia 26 de Janeiro, a empresa Auto Júlio, Lda./Grupo Auto Júlio abriu um posto de combustível com combustíveis da marca "BP" num espaço privilegiado, pouco depois da saída da autoestrada A8 que é o acesso mais directo à cidade de Caldas da Rainha. A Auto Júlio é revendedora de combustíveis da BP, entre outros produtos e serviços.
Vítor Marques, presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha e proprietário da empresa Vítor José Marques, Lda., empresa revendedora do gás que tinha a marca "BP" e que agora tem a marca "Rubis", esteve presente na inauguração do posto de combustíveis e como presidente da câmara.
Desconhecem-se outras actividades de outras empresas revendedoras de combustíveis onde o presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha e proprietário da empresa Vítor José Marques, Lda., possa ter estado presente para abrilhantar essas actividades.
A imprensa local ("Jornal das Caldas" e "Gazeta das Caldas") parece ter achado esta situação normal. E o mesmo parece verificar-se com os partidos da oposição (PSD, PS, PCP, BE, IL e Chega).
Se a UE manda o que tem, e o que
não tem, em material de guerra para a Ucrânia, com que é que se defende em
terra se tiver de entrar a sério num conflito EUA/NATO/UE com a Rússia?
Alguém consegue imaginar uma
derrota militar da Rússia que não passe pela destruição nuclear dos seus
centros político e militar?
E como é que o lado “de cá”
escapa, por sua vez, à destruição que também o afectará?