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sábado, 2 de agosto de 2025

Verão

 Uma coisa é o Verão. E outra coisa é o jornalixo. Da CNN, pois claro.



Imagens de fonte aberta de acesso público.





terça-feira, 3 de junho de 2025

Chamar-lhes "jornalixo" até é carinhoso...


A imprensa oficial portuguesa está reduzida a esta miséria.

Não há (quando lhes estraga a narrativa) verificação de factos, rigor, objectividade.

Há o que lhes mandam dizer: para a CNN tuga foram 41 bombardeiros destruídos, para o "Público" foram 40, se alguém lhes tivesse dito 100, 200 ou 500 publicariam na mesma.







Mas na própria Ucrânia, e citando as autoridades militares, o jornal ucraniano independente Strana.Today diz que foram 12 os aviões destruídos e parece que nem todos eram "bombardeiros". [E, já agora, as fontes russas (não oficiais) dizem que terão sido sete os aviões atingidos.]







Dizer que a imprensa nacional está reduzida a ser jornalixo até é carinhoso!




(Imagens de fonte aberta de acesso público.)



sexta-feira, 25 de abril de 2025

Porcos (1)

É ridícula a polémica em torno do "porco no espeto" (com aspas e tudo), que mostra como o jornalixo do ar condicionado e a PSP parecem desconhecer o que, por várias razões e nenhuma delas política, já é uma tradição alimentar em festas colectivas, sobretudo em ambiente não urbano.

Se a ideia dos promotores da manifestação, com o churrasco de porco inteiro, foi provocar os que não comem carne de porco e os vegetarianos, vê-se como os citadinos caíram na armadilha.

Quem é que, nisto, é mentalmente suíno?






(Imagem de fonte aberta de acesso público.)





sábado, 12 de outubro de 2024

"Pode", "poderá", "deve manter-se": uma palhaçada que nos sai cara

 



Os gajos adoram estas coisas: a evocação das máscaras, chuva no Outono (e no Inverno, e calor no Verão) e uma caravana de variações do verbo "poder", com previsões do que se "esperava"... e que "acabou por não se verificar".

É a isto, este jornalixo, este jornalismo que deixou de ser jornalismo, que o Governo quer entregar o dinheiro dos nossos impostos.




(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


domingo, 21 de abril de 2024

Merda

Esta é daquelas notícias (?!) de esterco perante as quais todos os "f***-se!" que se possam dizer são insuficientes: é uma coisa feita sobre aquilo em que algumas pessoas "acreditam", sendo essas pessoas os "especialistas" que previam o fim do mundo com o SARS-CoV-2/covid e a morte de milhões de pessoas em todo o mundo, sendo essas pessoas os comediantes que transformaram a ciência num artifício infame ao serviço dos políticos cobardes.

Com o picante das indispensáveis máscaras que os companheiros de viagem desses "especialistas", os jornalistas do jornalixo, tanto adoram...

Esterco, esterco absoluto!




domingo, 31 de março de 2024

Branqueamento (1)


Esta notícia insere-se no que parece ser uma tentativa de branqueamento de todos os disparates orgulhosamente praticados pelo Governo ainda em funções, por políticos sortidos, por híbridos de bruxos e médicos e por avençados das grandes farmacêuticas e pela imprensa que ficou famosa pelo jornalixo em que se transformou e que ficou a receber dinheiro do Estado.

Ou seja: os confinamentos, os estrangulamentos do SNS (com as famosas coreografias dos profissionais com pouco trabalho) e as restrições tiveram efeitos positivos... porque morreu menos gente. Naturalmente: imobilizadas, presas em casa, sem diagnósticos nem tratamentos, as pessoas em risco morreram depois.

Mas isso já não conta...












terça-feira, 26 de março de 2024

Terrorismo meteorológico



O terrorismo meteorológico (?!) é a nova descoberta do jornalixo, que propagandeou o Apocalipse da covid e proclama que há o risco da conquista da ribeira de Cheleiros por Putin.

Agora são "ondas gigantes" (12 metros no máximo, no Cabo Carvoeiro, segundo o IPMA...) e o extraordinário "regresso do Inverno"... na Primavera.

Os idiotas que escrevem todos estes disparates serão pagos para o fazerem ou acreditam mesmo nas parvoíces que redigem?



sexta-feira, 28 de julho de 2023

Ridículo

Depois do apocalipse que seria causado pela covid, decorrente da pandemia mais sobrevalorizada de toda a história da Humanidade e profetizado por um desfile de profetas que, sem o serem, eram apresentados como "epidemiologistas" ou "especialistas" (fosse do que fosse), temos o apocalipse do clima, alimentado por "estudos" e "especialistas (do que quer que seja) que acumulam informações alarmistas e às vezes contraditórias, num caleidoscópio de disparates que a realidade raramente confirma.

Este panorama, que já se torna ridículo, é o que melhor caracteriza a imprensa nacional, na sua versão de jornalixo.






















 
















"Desespero"?... Será que é por não acertarem uma?





sábado, 25 de fevereiro de 2023

Ler jornais já não é saber mais (175): quem diria que no Inverno está frio?!

Ilustrada com uma bucólica fotografia de bovinos alheios ao frio e, em primeiro plano, um ramo que parece afectado pela geada, sai esta "notícia" da Lusa, sempre esse poço de má informação, na TVI: a realidade interessa pouco, aos betinhos e betinhas das redacções urbanas, e o que é relevante é a estatística dos "alertas" multicores.

"Já são 11"... escrito por alguém que nem deve saber quantos distritos existem, como poderia escrever "já são 111" ou "já são 1111". E que deve ter percebido ainda que, no Inverno, costuma estar "tempo frio" e haver "queda de neve".

Estas parvoíces da imprensa (no seu estilo de jornalixo) já nem indignam. Mas dá pena que esta melancólica população nacional diga que está frio porque "dá na televisão" ou porque "eles dão frio".






sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Ler jornais já não é saber mais (172): "acreditar" ou "não acreditar"

Começou com a pandemia, grosseiramente empolada, e prossegue com os sismos: a ciência, acarinhada com entusiasmo pelo jornalismo mais rasteirinho que vi em toda a minha vida, funciona com base nas crenças pessoais.

Nem como religião, mas como amontoado de cultos, como neste caso: um "professor e geólogo" (vá lá, não é dado como "epidemiologista") "acredita", ou "não acredita" e pronuncia-se assim.

Ele, como todos os outros "especialistas", sobre sismos, como também podia ser sobre as "alterações climáticas", ou vírus ou (também está na moda no jornalixo) sobre quando se deve lavar a roupa ou sobre a melhor posição para "fazer cocó".



"Diário de Notícias", 1.ª página, hoje




 

sábado, 4 de fevereiro de 2023

Ler jornais já não é saber mais (171): os idiotas que passam por "jornalistas" a verem-se ao espelho?

 


Da CNN tuga ao "Notícias (?!) ao Minuto": as coisas que nunca saberíamos se eles não nos dissessem


É uma das características mais irritantes da imprensa versão jornalixo dos nossos dias: tratam-nos como se fôssemos crianças, atrasados mentais ou pessoas que saíram agora de debaixo de qualquer pedra sem nunca terem vivido no mundo.

A tendência, que se agravou com os ditames estúpidos da DGS actual (das fraldas faciais e da lavagem das mãos, coisa que ninguém faria se não lhes mandassem fazer, parece), inclui ensinar a "fazer cocó" ("Aprenda", isto no "Notícias ao Minuto"), lavar os ouvidos, lavar a roupa suja, vestir agasalhos contra o frio e toda a espécie de procedimentos que, de uma forma ou de outra, as pessoas já conhecem ou acabam por adoptar quando vivem em sociedade.

Mas talvez seja apenas uma expressão de narcisismo: os idiotas que escrevem, e publicam, estas merdas (não há outra designação) também não sabem o que hão de fazer na vida e pensam que somos todos iguais. Ou seja: que somos porcos como eles!




segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Ler jornais já não é saber mais (170): alarmismo indecente
















Ia chover muito no Natal e no Ano Novo.

A Protecção (?) Civil até recomendava que as pessoas ficassem em casa.

Ia haver cheias e inundações, garantia o IPMA.

Cancelaram-se festejos.

A Lusa, de onde sai a maior parte da desinformação alarmista, e todo o restante jornalixo entraram num frenesim de alertas e "avisos" coloridos.

Afinal... nada de grave aconteceu.

O jornalixo podia redimir-se e, remetendo para a Protecção (?) Civil e para o IPMA, justificar desse modo o medo que promoveu. Mas não: preferem chafurdar na porcaria que defeca. E depois a culpa é das alterações climáticas.





segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Ler jornais já não é saber mais (169): o "pode ser" como notícia

O jornalismo tinha regras. O jornalixo não tem.

Em tempos que já lá vão, o "pode" não era notícia. Porque tanto "pode ser" como não "pode ser".

Agora o "pode ser", mesmo no sacrossanto "Público", é que vale...







quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Bichos

Há todo um jardim zoológico de "especialistas" da treta, de "pop stars" que têm orgasmos nos palcos do jornalixo, de falsos especialistas em epidemiologia que não têm a honestidade intelectual nem o pudor cívico para confessarem que se enganaram, se não o fizeram de propósito, quando contribuíram para aterrorizar milhões de pessoas e destruir a economia.

Este é um deles, no pasquim "i", que parece um decalque rasca do "Jornal do Incrível".







sexta-feira, 11 de novembro de 2022

A mudança de posição da DGS e o fetichismo das máscaras

 


Esta notícia da Lusa/"Público", dada na véspera de mais uma das missas negras dos "especialistas"-bruxos do Infarmed, revela duas coisas:

1 - a DGS, pela primeira vez, e com um atraso de dois anos e meio, "normaliza" a covid-19 como doença do aparelho respiratório e mete-a no mesmo saco da gripe e de outras;

2 - esse amontoado de coisas confusas que é a imprensa "oficial" (o jornalixo fiel ao poder) adora o fetichismo, o simbolismo e o sado-masoquismo das fraldas faciais e, em vez de perceber adequadamente a mudança de posição da DGS, fixa-se nas máscaras.



domingo, 6 de novembro de 2022

Ler jornais já não é saber mais (165): o jornalismo fazia-se com factos, o jornalixo faz-se com adivinhações

 

"Nascer do Sol", 5.11.22

"A covid está mesmo de volta", proclama o tudólogo V. Rainho, que é um dos directores do clandestino "Nascer do Sol", ignorando que as pandemias evoluem sempre para endemias, fase em que já entrámos há muito tempo.

E depois lá vem o falso epidemiologista de turno e, a seguir, uma extraordinária palavra-chave: "Adivinha-se um inverno complicado".

"Adivinha-se"?!

Esta gente não passa disto, entre o "pode" e as "adivinhas", numa caldeirada manhosa. O jornalismo fazia-se com factos. O jornalixo contenta-se com as adivinhações.

Arre, porra, que é demais!




quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Ler jornais já não é saber mais (160): jornalixo pior do que lixo

 

Não há limites para o que se possa dizer a respeito desta primeira página sacana, filha da puta e comercialona (pelo medo) do pasquim clandestino "i", que é tão "inevitável" como uma pegajosa mosca-da-fruta.

Não é jornalixo, é pior, muito pior.




Note-se:

1- a covid (doença causada pelo vírus respiratório SARS-CoV-2) estará sempre "de volta", como todas as gripes, constipações e viroses, até porque o vírus está endémico;

2 - o "especialista" Carmo Gomes NÃO é epidemiologista e só é "perito" em anúncios apocalípticos nunca confirmados nem, infelizmente, questionados, e deve sentir uma fome de palco muito grande;

3 - rende mais (para as farmacêuticas e para os seus avençados) o pânico, para a compra da sua água benta, do que as notícias sobre a investigação ao processo de compra das vacinas pelo Ministério Público da União Europeia (que o "i" oculta);

4 - o "não sabemos se" (na boca de um "especialista"!), tal como o "pode" em todas as suas mutações, não podem ser base do jornalismo (mas sustentam o jornalixo) ou da ciência.



quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Ler jornais já não é saber mais (158): o título (tendencioso) "interpreta" a notícia


"Expresso", o impoluto, hoje:






Nada, na pequena notícia, permite afirmar que há "deportações". Pode haver, e nesse caso é muito grave, mas não é o que está na notícia.

Isto é jornalixo, não jornalismo.



terça-feira, 20 de setembro de 2022

Ler jornais já não é saber mais (156): a falta de ética e de deontologia do "Público"

Uma coisa é a notícia, outra é o comentário (que inclui, normalmente, um ponto de vista). Este é o padrão do jornalismo. 


"Público", 20.09.2022

Não é isso que se verifica nesta sucessão de "notícias" do "Público" sobre a crise ucraniana e referendos em regiões ucranianas que estão sob ocupação militar da Federação Russa, onde só tem validade e cabimento, sem contraditório nem distanciamento, a perspectiva do governo de Kiev.

Não é honesto, nem deontológica ou eticamente correcto, que estas "notícias" apresentem o qualificativo de "pretensos", "supostos" e "fictícios" (citando só uma das partes) para os referendos. 

Se o são, se vão ser isso tudo, é coisa que terá de ser confirmada.

Não é com jornalismo assim (que é jornalixo) que se fica "a saber mais". 






quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Como é que chegámos a isto?

 


Estamos no Verão, num país do sul da Europa que sofre a influência do calor que vem de África e do Mediterrânico. Onde nunca foram invulgares temperaturas de 40 graus no interior do País (e o Alentejo não é caso único) nem, ao mesmo tempo, temperaturas mais baixas no litoral, e de Norte a Sul.

Isto, que o clandestino "i" faz, é uma fraude. É sensacionalismo. É do mais reles jornalixo que, de vez em quando, vem à tona.

Como é que pudemos chegar a isto, num país onde o jornalismo já foi de qualidade?

Note-se que a base para isto são os "avisos" do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) cujas previsões sobre temperaturas apenas indicam valores próprios da época. Ou seja: valores de Verão. Como se pode ver: