terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Porque não gosto dos CTT (162): insegurança e irresponsabilidade

 



A empresa CTT Expresso manda-me uma mensagem com aviso de entrega e com a indicação de um código pessoal para, em dois dias diferentes, me serem entregues duas encomendas. 

Mas as encomendas não me chegam às mãos. Apresento depois uma reclamação contra a empresa e esta responde-me, candidamente, a dizer que as encomendas foram entregues... a outras pessoas: Sofia Vidal e Afonso Simão. E que se eu quiser saber onde foram parar... que vá à empresa que as expediu!

Portanto, o código que me enviaram não serve para nada e saber do paradeiro das encomendas é impossível. A insegurança, quanto às encomendas, e a irresponsabilidade (quem lá saber da coisa!) são absolutas. 

Como é que isto é possível?!








*


Pertencente ao mesmo grupo, a empresa CTT que trata da manipulação e, às vezes, da entrega da correspondência postal, também resolveu agora fazer outra vez das suas e na caixa do correio aparece-me um envelope, dirigido a mim e com uma revista de que sou assinante, parcialmente rasgado.

Não é a primeira vez, não será a última. Que trastes!








segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Ler jornais já não é saber mais (250): não se notícia, não existe


A imprensa nacional está a omitir um temas que é, a todos os títulos, fundamental. E não penso que seja por desconhecimento. Será, sim, para garantir que os acontecimentos não existem e nesta lógica: se não noticiarmos, o acontecimento deixa de existir.

Refiro-me ao "castigo" aplicado pelo Conselho Europeu a um cidadão suíço, residente na Bélgica, por delito de opinião: o coronel, na reserva, Jacques Baud tem as suas contas bancárias congeladas (e nem sequer pode comprar comida...) e não se pode deslocar no espaço da União Europeia. É uma "sanção", sem acusação nem decisão judiciais.

Ninguém, por cá, percebe o alcance disto. Só quando lhes tocar a eles.











domingo, 28 de dezembro de 2025

Quinta da Fata x 5 = perfeito, como sempre!


Todas as circunstâncias são boas para beber os excelentes vinhos da Quinta da Fata (do produtor Eurico do Amaral, de Vilar Seco, Nelas), de onde continuam sempre a sair produtos de primeira qualidade, e este Natal, com a presença da família, mergulhei mais fundo na garrafeira e resolvi ir a algumas "antiguidades". Poderia estar a pensar que alguma garrafa falharia? Não. Queria era verificar a evolução assegurada pela passagem dos anos. O privilégio que pude ter, de beber um tinto da Quinta da Fata com 59 anos numa visita que fiz em 2017, dá-me a certeza de que estes notáveis vinhos do Dão duram muito em garrafa.

E o resultado foi este, por ordem cronológica: o tinto Conde de Vilar Seco Garrafeira de 2010, só da casta Touriga Nacional, estava como se tivesse sido feito há poucos anos, na sua perfeição bem conjugada de sabor, aroma e cor; o branco Encruzado de 2015 mostrou-se suave e forte; o Encruzado de 2017 apresentou-se ainda juvenil e cheio de promessa; o Encruzado de 2019, com a categoria de Grande Reserva, estava perfeito; e o Encruzado de 2023 (que pensei que poderia ter dificuldade em suplantar o de 2022, que é um grande vinho para todas as ocasiões) foi uma supresa... a mostrar que, na Quinta da Fata, conseguem sempre fazer melhor.

Há muitos produtores respeitabilíssimos no Dão, com muitos bons vinhos (e já não os conheço a todos) mas continuo a ser fã incondicional destes vinhos de Eurico do Amaral.

 

*

E se o branco de 2023, no seu formato normal, já é o que é, como será no formato de 1,5 litro, em garrafa "magnum"? Durará mais anos, ainda, e aumentará em todas as suas qualidades, graças à quantidade de líquido que fica a estagiar? O Conde de Vilar Seco, de 2010, apareceu em garrafas "magnum" e o conteúdo conseguiu ser, sempre, ainda muito melhor.

Por isso, quanto a este branco de 2023, é muito provável que evolua muito positvivamente. Mas a probabilidade já não será atestada por mim, porque a versão "magnum" já se esgotou e as garrafas que comprei, pelo ineditismo do formato em vinho branco, foram para oferecer a pessoas que muito prezo. 

Fica só o registo, neste meu "diário de bordo", ao qual espero que um dia se juntem outros "magnum" com os grandes vinhos da Quinta da Fata.








sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Atrás do outro é que ele não podia ficar



Marcelo Rebelo de Sousa, pela posição cimeira que ainda ocupa na vida política nacional, torna-se o exemplo mais emblemático da dupla moléstia que afecta os apoiantes mais fanáticos do governo de Kiev que são militantemente anti-Rússia: falam muito, mas não fazem um gesto que os envolva directamente na guerra. Não se dão como voluntários para combater, não mandam dinheiro seu para lá. Não correm riscos.

Aliás, o actual Presidente da República nem sequer lá foi, mesmo sabendo (como decerto sabe) que os dirigentes internacionais até beneficiam de impunidade e imunidade absolutas quando se deslocam a Kiev, sempre a salvo de qualquer drone ou míssil.

Só que foi agora ultrapassado, politicamente (não na assunção pessoal de riscos), pelo actual primeiro-ministro, que foi a Kiev dar um ar da sua graça e prometer dinheiro, do Estado e não dele, aos homens das retretes de ouro.

E, porque também tinha de dar um ar da sua graça, o Presidente da República decidiu-se por uma manobra política, à sua maneira, convocando o Conselho de Estado para abordar o tema. Oficialmente, para "analisar" a "situação internacional"... e "em particular a situação na Ucrânia".

Seria bom, neste acontecimento mediático, que não ficassem de fora a crise económica que vai afectando toda a lastimável União Europeia e as dificuldades de financiamento do Serviço Nacional de Saúde, das pensões de reforma e de todos os sectores do Estado a que faltam os milhões de euros que os chefes europeus gostam de atirar para o país das retretes de ouro.




(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Portas de portas bem fechadas, porque quem o tem... tem medo


Gostava de ver este cavalheiro a dar-se como voluntário para a frente de batalha e a doar parte dos seus rendimentos de comentador/consultor/administrador não executivo a São Zelensky.

Mas é como os outros: é só garganta. Funda, talvez.

Aliás, uma das coisas que mais me intriga em tantas pessoas que eu poderia pensar que são corajosas é a completa desproporção entre as afirmações de apoio a São Zelensky e a indisponibilidade em irem lutar para a Ucrânia ou em dar-lhe dinheiro do seu próprio bolso.

No nosso caso, o primeiro-ministro que infelizmente temos e o seu penduricalho da Defesa bem podiam dar o exemplo e, no caso de Montenegro, anunciar que os seus garbosos filhos iriam combater para a Ucrânia.

É claro que também posso pensar que não é uma questão de cobardia, mas de Maria-vai-com-as-outras: eles, e os outros, devem saber que não são os filhos da classe política ucraniana que vão morrer na frente da batalha, porque os papás já os puseram a salvo noutros países.





(Imagem de fonte aberta de acesso público.)


domingo, 21 de dezembro de 2025

Cobrar ao povo para dar aos amigos

 

"Aos amigos tudo, aos inimigos nada, aos restantes aplique-se a lei"

 

Vamos aos factos: a factura dos Serviços Municipalizados de Caldas da Rainha vai, provavelmente, aumentar. Mais uma vez. Pode dizer-se, pelo que se sabe (que será o aumento de uma das incontáveis taxas, a do lixo), que, unitariamente, é um valor baixo: 0.98€. Mas somem-se essas taxas todas e facilmente se verificará que o seu valor é sempre superior ao custo da água.

Este é um aumento desejado pela Câmara Municipal de Caldas da Rainha, onde predomina o partido unipessoal Vamos Mudar, do empresário Vítor Marques.

Não se sabe se o orçamento dos Serviços Municipalizados vai ser aprovado (e o PSD já disse que não o aprovaria), mas fica, pelo menos, a intenção manifestada pelo Vamos Mudar de garantir mais receita... e para quê? Para pagar despesas que não parecem ser muito transparentes.


Por exemplo:

- É preciso pagar 51 novos postos de trabalho (17 vagas não preenchidas em 2025 e 34 novas vagas), num crescimento de 9 por cento e com uma despesa de cerca de 800 mil euros por ano. As despesas com pessoal passaram de cerca de 12,5 milhões de euros em 2024 para quase 15 milhões previstos para 2026, um aumento de 9,5%. As novas contratações são de técnicos superiores e de assistentes operacionais. Serão mesmo necessários?

- A Câmara Municipal engorda em número de funcionários, mas os serviços contratados ao exterior não diminuem. Pelo contrário, o seu número aumenta, tal como a despesa: mais 9,2 por cento, de 11,9 milhões de euros para quase 13 milhões.

- Tal como aumentam os custos com "estudos", domínio onde se vê mais sair o dinheiro e menos aquilo que ele paga: 75 mil euros para "estudar" uma cobertura para a Praça da Fruta; 50 mil euros para "estudar" a "requalificação" do "skatepark"; 50 mil euros para "estudar" a "requalificação" da frente marítima e lagunar da Foz do Arelho; 75 mil euros para "estudar" a ligação da Lagoa de Óbidos à zona conhecida por Águas Santas. Não são necessários, diz o PSD. Mas pode ser necessário pagar alguma coisa a alguém?

Estes pormenores constam da notícia "PSD critica subida histórica do mapa de pessoal e despesas fixas nas Caldas", do "Jornal das Caldas", que pode ser lida na íntegra aqui.






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E, a propósito, uma perguntinha sem resposta: o PS de Caldas da Rainha já se pronunciou sobre o resultado das eleições autárquicas de há dois meses, ou na realidade já morreu?





(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (126): e vai outro...

 Às 7h37 mais um apagão. Sempre a mesma merda!










sábado, 20 de dezembro de 2025

B________a!!!!

A lei geral cria-me obstáculos à interjeição pública que gostaria de fazer, a começar na letra "b" e a terminar na letra "a" com vários pontos de exclamação, pelo que me limito a escrever que acho isto abominável.













(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

90 000 000 000€

90 mil milhões de euros atirados em formato de "empréstimo" para um país falido e à beira da destruição, dirigido por uma elite corrupta que se vai apropriando de parte dos milhões que para lá vão.

Esta foi mais uma decisão dos dirigentes não eleitos da União Europeia, que hão de, mais tarde, determinar novos impostos para os contribuintes dos Estados-membros suportarem o "empréstimo".

90 000 000 000€ - nós pagamos o desperdício e perdemos o Estado social.

A União Europeia já só serve para isto.

Gostam?












EDP/e-Redes - A Crónica das Trevas (125): 3 apagões e 2 telefonemas estranhos

Quinta-feira, 18 de Dezembro, entre as 20h56 e as 21h02: três apagões, de repente, de curta duração mas capazes de darem cabo dos electrodomésticos e da nossa paciência. 

O contacto para o número de telefone, indicado para avarias, da e-Redes é atendido por uma voz que, na versão brasileira da língua portuguesa, o que dificulta a conversa, insiste em saber se há alguma avaria no contador doméstico. Não há, não há registo de avarias na região, mas eu digo-lhe que passará a haver porque a comunicação está feita.

Poucos minutos depois das 22 horas, recebemos dois telefonemas do número 210016565. A voz, masculina, num português rudimentar e em tom chocarreiro (e a mastigar, no segundo telefonema) e sem se identificar, pergunta várias vezes se o contador está avariado. Não estando, porque realmente não está, e como há luz, a criatura dá o telefonema por terminado.

E depois, imagino, deve ter ido acabar de comer. Não sei o quê...






segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

O regresso à parvoíce

 


Não há melhor imagem para simbolizar o uso da máscara cirúrgica fora de situações de perigo concreto e real do que a da galinha, com o seu ar apatetado e com uma máscara no bico como se fosse um amuleto com poderes mágicos.

Foi nesta galinha que pensei logo quando vi hoje, numa aula de Pilates, uma praticante a pôr as mãos no chão e a pôr depois a máscara na cara com ar muito compenetrado. E depois um sujeito, entre o supermercado e o carro estacionado, com o pano milagroso bem aferrolhado na cara quando não havia mais ninguém à volta dele. Calculo que deve ter depois ido a conduzir com a coisa posta na fronha.

E lembrei-me, como me lembro sempre, de outra cena que presenciei num restaurante no Alentejo: um homem a entrar de máscara, a espirrar com ranho dentro da máscara e a limpar as ranhocas todas com a máscara... que não tirou da cara.

O significado político e a inconveniência de um trapo tratado como amuleto estão bem comentados num escrito notável de Pedro Almeida Vieira em "Gripe, máscara e a saúde pública (de novo) politizada" (que pode ser lido na íntegra aqui), que subscrevo sem reservas.

Só acrescento a minha inquietude perante o modo irracional como estas, e outras pessoas, aceitam que a privação da respiração mais saudável, o medo perante circunstâncias que não conseguem, ou não querem, compreender e a submissão às "autoridades" as transformam em galinhas numa capoeira.




(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

domingo, 14 de dezembro de 2025

Porque também não votarei na 2.ª volta



André Ventura como Presidente da República?

António José Seguro como Presidente da República?

Cotrim de Figueiredo como Presidente da República?

Gouveia e Melo como Presidente da República?

Marques Mendes como Presidente da República?

(Note-se que os agrupo por ordem alfabética, partindo do modo como são nomeados pela imprensa.)


Dos vários candidatos, são estes, parece-me, os que maiores possibilidades têm de receber maior número de votos na primeira volta. Mas depois, pela dispersão de votos (e partindo das várias sondagens já divulgadas), será uma segunda volta das eleições presidenciais marcadas para Janeiro a decidir o vencedor. 

E, nessa altura, acredito, serão finalistas André Ventura e Marques Mendes. Para muitos eleitores, e teremos eleitores de esquerda a votar num candidato de direita para impedir que o outro candidato de direita ganhe, a decisão será tomada a pensar que um deles é o "mal menor" e que o outro é um "mal maior", numa lógica de voto útil, de votar para escolher mas também de votar contra o outro. Todos quererão, de uma maneira ou outra, que vença o "mal menor" para que o "mal maior" não ganhe.

Não escondo que não vou votar na primeira volta, exercendo o direito de me abster. Mas, na segunda volta, vou votar para que um ganhe e o outro perca? Quererei mesmo escolher entre Ventura e Mendes?

Não. Homens de lei, saberão decerto o que podem e não podem fazer na Presidência. Irão subverter e destruir o regime? Não me parece. São inofensivos? Depende. Ventura pode ficar rodeado pelos piores activistas do seu partido, o Chega, que parecem dar-se mal com as regras da democracia. E Mendes pode ficar com as empresas e os homens de negócios com quem trabalhou a espreitarem-lhe por cima do ombro e a condicionarem-no. Mas não lhes vejo incompatibilidades com as regras básicas da democracia, incompatibilidades que mais se manifestam nos discursos da maioria dos restantes candidatos. E este melancólico, e condenado, país não mudará por isso.

Portanto, cheguem outros à segunda volta ou cheguem Ventura e Mendes, também não é por eles que irei votar.

Por isso, abster-me-ei na segunda volta, depois de o fazer na primeira.


A previsão do "DN" em 9 de Dezembro



A previsão do "Observador" em 14 de Dezembro





(Imagens de fonte aberta de acesso público.)


sábado, 13 de dezembro de 2025

Ravasqueira a vender "vinho da UE": por onde anda o vinho espanhol? (5)

É certo que tem o selo da Comissão Vitivínicola do Dão, mas... será mesmo do Dão? É mais um lançamento da Ravasqueira, empresa a que não quero mesmo comprar mais vinho. Remetendo todas as minhas dúvidas para o que já aqui escrevi.











quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Contentamento

Olho para esta fotografia e só consigo pensar que o motivo de satisfação que estas quatro criaturas expressam há de estar relacionado com a consulta das suas contas bancárias...


... ou com o facto de terem ido arrear o calhau na retrete de ouro do amigo de Zelensy.










(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Há conhecedores de vinho... e conhecedores de garrafas!



Ele há conhecedores de vinhos... e conhecedores de outras coisas. De garrafas, por exemplo. É como o "Expresso" classifica, de modo sugestivo, o seu próprio colaborador, a quem dá uma página todas as semanas para as suas várias promoções.

Eu conheci-o quando ele escrevia, num suplemento de vinhos (e de garrafas...) do extinto "O Jornal", onde ele e outros já comentavam devotamente as garrafas que todas as semanas lhes eram depositadas à porta pelas empresas do sector.








(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Problemas de comprimento



«E, para lhe meter respeito, eu posso mostrar ao Putin que a minha é maior do que a dele. Vocês querem medi-la?»







(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

Ele que dê o exemplo








Se se acha cheio de testosterona, bem pode deixar de arrotar postas de pescada e ir ele para as trincheiras dar o exemplo!

Se não tem (e sabe que não tem...), era melhor ficar calado.







(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Já agora, elejam também o Presidente


Os debates, portanto. Que parecem ser, agora, o que determina o resultado de uma eleição. 

Não é mal pensado, aliás. É uma grande receita. 

Põem-se os candidatos, ou chefes das agremiações candidatas, a discutirem uns com os outros nas televisões. Põem-se umas quantas criaturas a dar-lhes notas escolares e com mais tempo de antena do que os candidatos para dizerem tudo, e mais um par de botas, o que lhes apetece. E por um qualquer processo técnico, das opiniões destas ilustres criaturas sairá o vencedor das eleições. É mais barato (mesas de votos, impressão de boletins de voto, etc.), não maça os eleitores (que são livres de nem seguirem os tais debates) e elimina qualquer conversa sobre a abstenção.

Cansei-me, já nem sei em que eleição, deste tipo de coisa vagamente informativa. E não sigo, não segui nem seguirei, a coisa televisiva.

Fá-lo-ia se tivesse um candidato que desejasse ver eleito? Acho que não. Neste caso, activamente alheado da eleição presidencial e abstencionista sem problemas de consciência, ignoro-os. Vejo os títulos, que me aparecem no ecrã do computador, e penso em coisas mais interessantes. O meu mundo não é o dos telejornais.




(Imagem de fonte aberta de acesso público.)


quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Levam-nos o nosso dinheiro!

Os EUA e a Rússia já estão em conversações, enquanto os EUA tentam levar a Ucrânia a aceitar a derrota que a Rússia lhes vai gradualmente impondo. O regime de Kiev está em convulsão e já nem se consegue saber quem é que lá aproveita, ou vai tentando aproveitar, os milhões de euros e de dólares que eram atirados para lá.

E os miseráveis chefes não eleitos da União Europeia querem atirar ainda mais milhões para lá: 210 mil milhões de euros até 2027. 

Ou seja: 210 000 000 000€!

E nós pagamos...



A falência da União Europeia









(Imagem de fonte aberta de acesso público.)

O drone no telhado

 


Esta casa de pedra, que parece uma habitação mais improvisada do que propriamente rústica e que não deve ser de edificação recente, fica na Moldova e foi em cima dela, parece, que caiu o drone que se vê na imagem. O drone, sabe-se lá porquê, está já identificado como sendo russo. 

Não há danos visíveis, no entanto. O telhado, que não parece ter tido sujeito a obras de manutenção há muito tempo, não mostra danos. Os vidros estão intactos.

O próprio drone não parece ter danos. Não explodiu. Não deslizou pelo telhado. Está onde pousou. Ou onde caiu, como nos dizem. Ou onde foi posto ou, melhor, depositado, que é o que me apetece escrever ao olhar para este quadro tão plácido. 

O drone é russo, garantiu já o governo da Moldova, que se pôs em bicos dos pés para protestar contra a Rússia, chegando, inclusivamente, a levar o perigosíssimo engenho aéreo ao encontro do embaixador russo no país. A coisa, afirmam, representa mais um ataque russo à Europa. E justifica, para eles, o frenesim bélico anti-russo do "partido da guerra" europeu. 

Um drone assim pousado num telhado intacto é um ataque russo? É isso? 

Já agora: se os russos não conseguem fazer melhor do que isto, porque é que os dirigentes europeus insistem em que eles querem atacar a Europa? Com drones destes, fofinhos e inofensivos?...

*

Em Portugal também já houve notícias de drones a sobrevoarem aeroportos. Depois deixou de haver. Mas ninguém se lembrou, nessa altura, de dizer que a culpa era dos russos. Sabe-se lá porquê.






Até em "Alcântra", segundo o "Expesso", caíram drones.






(Imagens de fonte aberta de acesso público.)

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

EDP/e-Redes: a Crónica das Trevas (124): mais do mesmo, sempre a mesma...


De repente chove com força, durante alguns minutos. 

Depois há um relâmpago e um trovão, ambos solitários. 

E a luz apaga-se. 

Não saímos disto!









segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Parece que está a nevar...

 


... mas não está. 

São apenas gotas de chuva, não muito intensa, a reflectirem a luz do sol num dia com nuvens de chuva.