Eu posso estar enganado, mas acredito que não se encontrará na imprensa um único jornalista (latu sensu, numa perspectiva funcional, limitada aos órgãos de comunicação social e enquadrada pelos requisitos de titularidade da Carteira Profissional de Jornalista) que não seja licenciado. Ou seja: que seja possuidor de um diploma de aprovação num curso superior (universitário ou politécnico), onde entrou depois de ter obtido aprovação final na frequência dos ensinos básico e secundário.
E, nessa perspetiva, a que acresce a exposição pública (trata-se da escrita jornalística e não da escrita de ofícios ou de e-mails profissionais), devo supor que toda essa gente há de saber ler, escrever e contar.
Portanto, como é que se explicam tantos pontapés na gramática, sobretudo quando aquilo que é escrito deve ser revisto (pelo próprio, por um editor ou, na melhor das hipóteses, por um revisor profissional)?
Não sei. Mas registo alguns desses pontapés:
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| Na CNN nacional: da "temperatura abaixar" à falta de vírgulas, passando pela desarticulação do texto ("o eclipse deste género"?!). |
| Na CNN nacional: o problema (gramatical) do plural. Devia ser "vêm aí chuva e trovoada", porque são dois substantivos diferentes. |
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| Na CNN nacional: o problema do plural. |
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| No "Nascer do Sol/Sol": não se percebe... |
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| No "Público": ninguém sabe o que é o plural, talvez pelo pouco pluralismo do diário da Sonae. |











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