Isto, na primeira página do "Público", hoje, é deonestamente ridículo.
Indicar um "estudo" sem pai nem mãe visíveis, numa situação em que há "estudos" para todos os gostos e a que os jornalistas reverenciam sem critério, é pior do que um simples acto de desonestidade intelectual.
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E se é necessário dizê-lo, à atenção dos polícias do pensamento que vivem do "saudosismo" e da "nostalgia" da PIDE e de outros filhos da puta similares: não sou eleitor, militante, dirigente ou simpatizante do Chega. Nem "saudosista" ou "nostálgico" do Estado Novo.
(Imagem de fontes abertas de acesso público.)

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