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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Nuno Chaves leu "Triângulo"... e gostou!

Nuno Chaves (Página a Página) leu "Triângulo", logo a seguir a "Vermelho da Cor do Sangue", e também gostou. Do seu texto, publicado aqui, um excerto:
 
Fiquei com um nó na garganta, com o desfecho inacreditável que o autor deu ao seu personagem, (ele merecia mais… mas a vida é mesmo assim).(...)
 Voltamos a deparar-nos, com casos tão actuais, e tão reais, que é impossível ficar indiferente. Creio que é esta a fórmula que levou esta série a triunfar. Não existem “efeitos especiais”, nem “americanices” É evidente que a série “Não Matarás” fica encerrada, com muita pena minha, pois há muito tempo que não me prendia assim num romance. Creio que isto é tudo aquilo que um leitor procura e espera de um livro.
 
 
 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Nuno Chaves (Página a Página) elogia "Vermelho da Cor do Sangue"

Nuno Chaves (do Página a Página) leu "Vermelho da Cor do Sangue" e gostou, depois de já ter lido "A Cidade do Medo". Do seu texto, que pode ser lido aqui na íntegra (e onde dá relevo à minha personagem Ulianov), destaco uma passagem:
 
Pedro Garcia Rosado, volta a colocar (e muito bem) o seu dedo acusador na corrupção política (qualquer semelhança com casos reais, não é mera coincidência). Pena que na realidade o castigo raramente chegue. As máfias de leste, a emigração ilegal, e um regresso ao passado aos tempos do famoso PREC e da antiga URSS, são também assuntos que poderemos encontrar ao longo das páginas de "Vermelho da cor do Sangue".
O autor utiliza de novo capítulos curtos e muito bem estruturados, que não tornam a leitura aborrecida… aliás neste livro não há momentos mortos, PGR, sabe o que quer contar e vai directo ao assunto, não perdendo tempo, com coisas sem interesse. Este livro tem todos os ingredientes necessários para uma adaptação ao cinema ou mesmo num formato de uma mini-série, se estivéssemos nos EUA, isso talvez já tivesse acontecido…
O que é nacional é bom e recomenda-se sem qualquer reserva. Gostei muito e parto a correr para a leitura de “Triângulo”, o volume que completa a série Não matarás. Parabéns uma vez mais ao autor, por me conseguir fazer ficar agarrado a um livro, desta maneira.
 
 
 
Série "Não Matarás", edição Asa/Leya, 2010 - 2012










 
 

domingo, 5 de janeiro de 2014

As opiniões de Vera Brandão e de Lars Gonçalves sobre "Triângulo"


Mais duas opiniões sobre o meu romance "Triângulo", o livro que em 2012 terminou, pelo menos em parte, a minha série "Não Matarás" (Asa/Leya, 2010-2012),
As opiniões, sempre interessantes e estimulantes, são de Vera Brandão (Menina dos Policiais) e Lars Gonçalves (Os Livros do Lars) e será útil retê-las nesta altura, a poucos meses da publicação de "Morte nas Trevas" (Topseller, na série "As Investigações de Gabriel Ponte"), mais um "thriller" que, desta vez vai ter um "guest star" especial...
Eis dois excertos das opiniões de Vera Brandão e de Lars Gonçalves:
 
 
Embora "Triângulo encerre uma trilogia", é de fácil compreensão caso se leia isoladamente. No entanto, eu aconselho a leitura dos livros antecessores afim de conhecer aquela que é a personagem mais carismática da saga, Joel Franco. (...)
"Triângulo" é um livro inquietante, intenso, perturbador e compulsivo. Li-o numa tarde. Escusado será dizer que "Triângulo" prova, uma vez mais, a minha preferência por Pedro Garcia Rosado na ficção policial portuguesa.
 
Vera Brandão (texto integral aqui)
 
 
Este livro marca o final de uma excelente trilogia policial portuguesa, que tem excelentes descrições do nosso país. Com personagens sólidas e muito humanas, podemos sentir a angústia de Joel ao longo da mesma. (...) O final deste livro deixou-me simplesmente KO! Absolutamente espectacular e apanhou-me completamente desprevenido! 
Se gosta de ler policiais de qualidade compre com a minha recomendação, qualquer livro do Pedro Garcia Rosado. Sem dúvida um mestre do policial português! (Avaliação: 9-10)
 
Lars Gonçalves (texto integral aqui)
 
 
 
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O "meu" 25 de Novembro

Não é bem o meu 25 de Novembro de 1975, propriamente dito (o meu envolvimento nas peripécias dessa data foi mínimo), mas o modo como utilizei a data para uma história.
Em "Vermelho da Cor do Sangue" (a segunda história do inspector Joel Franco e a segunda, também, em que intervém o ex-KGB Ulianov), imaginei um golpe criminoso dado por três militares "revolucionários" para se apoderarem da pequena fortuna que a então União Soviética lhes quis dar para os ajudar a fazer "a revolução", à margem do PCP, que não era o destinatário exclusivo dos apoios soviético.
"Vermelho da Cor do Sangue" (ed. Asa, 2011, número 2 da mini-série "Não Matarás") ainda está à venda.



sábado, 19 de outubro de 2013

Vasco Ricardo (Viajar pela Leitura) leu "A Cidade do Medo" e gostou

Vasco Ricardo, do blogue Viajar pela Leitura, leu "A Cidade do Medo" e gostou muito. Da sua opinião, que pode ser lida na íntegra aqui, um excerto: 
 
Pedro Garcia Rosado mostra-se, neste livro, um autor audaz, capaz de atingir pontos sensíveis pertencentes à nossa débil sociedade sem nunca evitar uma rectidão e uma frontalidade que penso que lhe sejam intrínsecas. (...) Gostei imenso deste livro e acho-o recomendável a todos os que gostam de um bom policial. PGR tem, a meu ver, tanta - ou mais - qualidade quanto os autores internacionais da moda e as novas correntes nas quais os editores têm apostado com maior insistência.
 
 
 
 
"A Cidade do Medo" (2010) foi o primeiro dos livros da mini-série Não Matarás, a que se seguiram "Vermelho da Cor do Sangue" (2011) e "Triângulo" (2012). Edição Asa/Leya.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Marcador de Livros recorda e elogia "A Cidade do Medo": "excelente"


Maria Manuel Magalhães (no seu blogue Marcador de Livros) leu "A Cidade do Medo" (o primeiro título da curta série "Não Matarás", ed. Asa/Leya) e gostou, numa crítica elogiosa, que aqui pode ser lida na íntegra, de que transcrevo um excerto:
 
Como nos outros livros que li, Pedro Garcia Rosado aborda temas actuais e pertinentes como o caso dos sem-abrigo, a construção do aeroporto inicialmente pensada na Ota, a importância dos media, a corrupção na política e na própria polícia...
Com capítulos curtos, o que ajuda à leitura do livro e com um protagonista um pouco diferente de Gabriel Ponte que não mantém qualquer relação com a sua família. Franco tem namorada e uma cadela e todos parecem bastante felizes no relacionamento. A vantagem de Franco é que não mantém qualquer relação com o jornalista do canal TVN, que apresenta uma rubrica sobre crimes :)
Um livro que muito além do policial é também uma grande reflexão acerca do que se vai passando no nosso país. Excelente.
 
 
 
 
 
"Vermelho da Cor do Sangue" (2011) e "Triângulo" (2012) completam esta série de três títulos, que ainda está à venda.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

"Morte na Arena" no número 1 do top de vendas do policlal da Fnac online... e à frente de Dan Brown


O meu romance mais recente, "Morte na Arena", está neste momento no primeiro lugar de vendas dos "policiais" da Fnac on line, e à frente de "Inferno", de Dan Brown, que se encontra em segundo lugar, como se pode verificar aqui.
Neste mesmo top, preenchido com autores que eu nunca li, há uma surpresa: no número 7 encontra-se o meu "Vermelho da Cor do Sangue" (2011), que foi o segundo título da série Não Matarás (ed. Asa/Leya).
É uma boa escolha dos leitores porque esse "thriller" teve como "guest star" o ex-KGB Ulianov (a personagem principal de "Ulianov e o Diabo", de 2006) que também regressará em Maio de 2014 como uma das "guest stars" de "Morte nas Trevas", o terceiro andamento das investigações de Gabriel Ponte.
O autor fica obviamente fica obviamente muito satisfeito mas quer repartir a sua satisfação com os editores Manuel de Freitas e Ana Afonso que muito bem o acolheram na Topseller no início deste ano, acreditado que a literatura policial portuguesa tem futuro e lançando em Fevereiro "Morte com Vista para o Mar" e agora "Morte na Arena".
 









segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Cláudia Lé (Crónicas de uma Leitora) gostou de "Triângulo" mas...

... zangada com o autor porque... por causa do que acontece no fim. É uma opinião elogiosa e escrita com graça sobre Triângulo, o terceiro e último título da série "Não Matarás", publicada no blogue Crónicas de uma Leitora por Cláudia Lé. Uma passagem do texto (que pode ser lido na íntegra aqui):
 
É oficial, com este livro estou de relações cortadas com o autor, pelo menos durante 24 horas enquanto digiro o final da narrativa... estou tão chateada, revoltada e outros sinónimos mais terminados em ada que nem sei o que vou colocar nesta opinião. Detestei???? Foi uma desilusão??? Por mais decepcionada (outro ada) que esteja tenho de ser verdadeira, franca e honesta. Este deve ter sido o livro que mais me incomodou, como o som de unhas a passar por um quadro de ardósia, recordam-se do som???? Já estão arrepiados, pois, eu também!!! (...) Preparem-se para exclamações de espanto, mórbida satisfação e maquiavélica degustação desta trama tão excepcionalmente concebida. Claro está, adorei o livro, apesar dos apesares que quem o ler saberá do que estou a falar. Estás perdoado, Pedro Garcia Rosado, é difícil não perdoar uma mente tão tortuosa!!!


 

sábado, 7 de setembro de 2013

Cláudia Lé (Crónicas de uma Leitora) gostou de "Vermelho da Cor do Sangue"

Cláudia Lé (do blogue Crónicas de uma Leitora) leu agora "Vermelho da Cor do Sangue" e "Triângulo", depois de ter lido "A Cidade do Medo" (os três títulos da série "Não Matarás"), e gostou. Da sua opinião sobre ""Vermelho da Cor do Sangue", que pode ser lida aqui na íntegra, destaco esta passagem:
 
Pedro Garcia Rosado consegue envolver-nos neste thriller de forma compulsiva, ansiando pelo desfecho da trama na qual desejamos, que nem todos os «maus» sejam prejudicados ou levados à justiça, uma vez que certas situações poderão levar ao limite o mais santo dos homens... embora de santo pouco ou nada tivesse a personagem de Ulianov pela qual senti uma certa empatia!
As descrições contêm o seu q.b. de macabro, violento e sangrento e certo seria, que se continuasse a viver por Lisboa, faria uma rápida visita a certas zonas onde decorre a trama. É gratificante ler sobre o nosso país, sobre ruas por onde já caminhámos, várias vezes sem sequer imaginar que um dia, estaríamos a ler algo tão viciante como o presente livro. Faz-nos conhecer uma Lisboa que existe em determinados círculos de forma bastante verídica, embora que na mente do comum leitor seja apenas fantasia. Mais uma vez recomendo o autor aos amantes de thrillers, com tão boa literatura por cá, podemos deixar de fazer férias por outros locais de crimes bem mais nórdicos, e passear pela bela e sinistra cidade de Lisboa, descrita de forma tão apelativa para mentes criminosas semelhantes à minha!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nota: "A Cidade do Medo", "Vermelho da Cor do Sangue" e "Triângulo" (edição Asa/Leya, por esta ordem) encontram-se ainda à venda.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

"Morte com Vista para o Mar": a mão invisível




Quando há três meses, em Novembro do ano passado, foi posta em causa a continuação da série que tem por protagonista Joel Neto ("A Cidade do Medo", "Vermelho da Cor do Sangue" e "Triângulo", os três títulos da série "Não Matarás"), resolvi ir "aos mercados" com a história que nessa altura comecei a escrever com o título de "Crimes em Família", e que já tinha Gabriel Ponte e Patrícia Ponte por protagonistas, embora como pai e filha.
O meu primeiro contacto foi Manuel de Freitas (da editora 20|20), que acabara de lançar James Patterson e com quem troquei algumas impressões. Manuel de Freitas remeteu-me para Ana Afonso, a editora, a quem apresentei o meu projecto.
Numa conversa longa, Ana Afonso levantou duas dúvidas, fundadas, sobre o grau de parentesco dos dois protagonistas e sobre o título. Nessa altura alterei o grau de parentesco de Gabriel e de Patrícia (ex-cônjuges) e, com o tempo, percebi que a simples alteração desse paradigma permitia novas possibilidades de desenvolvimento de outros arcos narrativos na série que nasceria com este livro. O título foi alterado mais tarde.
Em Dezembro e Janeiro houve mais algumas trocas de impressões, abrindo-se então, e simpaticamente, outras portas. Mas a raiz estava lançada: se o futuro "Morte com Vista para o Mar" ia ganhar outra dinâmica era com base nessa primeira conversa. A resposta positiva veio um pouco mais tarde: Ana Afonso transmitiu-me o interesse da 20|20 e começámos quase imediatamente a trabalhar.
Desde muito cedo que percebi - sobretudo nas obras de alguns dos melhores autores - a importância dos editores (precisando: não das empresas que publicam mas dos seus quadros que trabalham com os autores na fase final dos seus livros). E percebi-o ainda melhor como autor e, com essa experiência, como leitor de muitas histórias reveladoras da falta dessa mão mais atenta.
O texto escrito beneficia sempre de uma última visão externa e o autor só fica mal se o que escreveu for mau.
O trabalho do editor, discreto mas fundamental, ajuda a melhorar o texto final e os leitores e os autores só ganham com isso.
"Morte com Vista para o Mar" beneficiou, desde o início, dessa mão invisível. O trabalho com Ana Afonso, num período recorde e na concretização rápida de uma decisão ponderadamente tomada, foi enriquecedor e agradável, pontuado pela atenção e pela ironia.
Todos os escritores precisam de um(a) editor(a) e eu posso dizer que tenho sido bafejado pela sorte.
Ana Afonso é a melhor editora que um projecto como este pode ter. As coisas são como são e estão bem assim.
 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O blogue Menina dos Policiais gostou de "Vermelho da Cor do Sangue"


A opinião do blogue Menina dos Policiais sobre "Vermelho da Cor do Sangue" (o segundo "Não Matarás"), que publico na íntegra:
 
Depois de ter lido "A Cidade do Medo", no ano passado (caramba, como o tempo passa!) e ter sido um livro que adorei, "Vermelho da Cor do Sangue", protagonizado por Joel Franco, inquestionavelmente era uma obra a ler embora deva confessar que estava com algumas reservas em iniciar a leitura da mesma.
Passo a explicar: embora com um título apelativo, o símbolo do comunismo, aliado à sinopse, eram factores suficientes para que adiasse esta leitura. Não sou fã de enredos que tenham como fundo ideologias políticas. O que me apraz dizer agora é que os meus receios eram infundados.
Apesar deste ser o segundo livro protagonizado por Joel Franco, a trama é completamente independente de "A Cidade do Medo", não sendo mencionado qualquer elemento relativo ao livro antecessor. Apenas em comum são as personagens principais. O autor contextualiza os leitores não familiarizados com as personagens, incluindo no inicio do livro, uma pequena lista onde figuram os intervenientes da história, sintetizando o seu papel na trama.
Ainda sobre as personagens, um aspecto que denotei deveras curioso foi a participação de personagens concebidas pelo autor ainda antes do aparecimento desta colecção Não Matarás. Falo mais concretamente de Ulianov, cabeça de cartaz do livro "
Ulianov e o Diabo", obra esta que infelizmente ainda não tive oportunidade de ler. Fiquei, de facto, muito curiosa com a leitura dos primeiros livros do autor!
Joel Franco, volta com um caso altamente misterioso. Se há algo que gostaria de ver tratado é a investigação da morte de Augusto, amigo de infância de Joel e que deixou marcas profundas. Pois ainda vou ter que aguardar, uma vez que "Vermelho da Cor do Sangue" não revela pitada desse enigma que se começou a desenhar no livro antecessor.
Denotei que nesta trama, a componente pessoal de Joel Franco está reduzida ao máximo, concentrando-se nos acontecimentos de índole do thriller.
Constatei que a estrutura está bastante semelhante à de "A Cidade do Medo", capítulos curtos, formatados sob a sequência de acontecimentos em cada dia da semana, fomentando uma rápida e empolgante leitura.
Não só a curiosidade natural aliada ao mistério relevante deste caso, como a sobriedade da expressão de temas como o PREC e a sociedade portuguesa nos anos 70, que se constataram ser extremamente didácticas no decorrer desta leitura.
O autor disserta sobre a livre circulação de pessoas estrangeiras e bens, sem imposição de fronteiras, fomentando a facilidade de difusão de núcleos mafiosos. Tema este, que confesso, não aprecio quando tratado em literatura mas a abordagem de Pedro Garcia Rosado tornou-o muito interessante e nada maçudo.
Além disso, o autor volta a recorrer à carismática personagem Eunice Neves, que como me expressei no livro "A Cidade do Medo", volta a ser notório o paralelismo ficção/realidade no que concerne ao tornar as notícias de foro criminal em quase notícias sensacionalistas, por parte da imprensa portuguesa.
Em suma, embora tenha gostado deste "Vermelho da Cor do Sangue", devo confessar que apreciei mais "A Cidade do Medo", apenas por uma questão de subjectividade de gostos literários, que vós sabeis, está mais em conformidade com as investidas de um serial killer, do que propriamente métodos de actuação de máfias russas.
Ainda assim, a avaliar pelo segundo volume da colecção Não Matarás, esta promete abordar temas variados, constituindo thrillers diferentes e independentes entre si, que farão as delícias dos amantes do género. Recomendo!


 

sábado, 17 de novembro de 2012

"Triângulo" hoje na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha




"Triângulo", o terceiro título da minha série "Não Matarás" (Asa, edição de Maria do Rosário Pedreira), é apresentado hoje às 15h30 na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha, por iniciativa da Comunidade de Leitores das Caldas da Rainha.
A sessão será aberta por uma actuação de alunos do Conservatório da cidade.
"Triângulo", cuja história termina na Lagoa de Óbidos, segue-se a "A Cidade do Medo" e "Vermelho da Cor do Sangue".
O próximo volume, o quarto, intitula-se "Fragmentos" e tem ainda como cenário o concelho de Caldas da Rainha, antes de o principal protagonista da série (o inspector Joel Franco, da Secção de Homicídios da Polícia Judiciária) regressar a Lisboa, depois da tragédia pessoal que o atingiu.
"Triângulo" é o meu sétimo romance depois de "Crimes Solitários" (2004), "Ulianov e o Diabo" (2006), "O Clube de Macau" (2007), "A Guerra de Gil" (2008), "A Cidade do Medo" (2010) e "Vermelho da Cor do Sangue" (2011), publicado em Espanha com o título "Robo a un Banquero".
























domingo, 23 de setembro de 2012

Beatriz Pacheco Pereira gostou de "Triângulo"

Beatriz Pacheco Pereira, escritora e artista plástica (e criadora, com Mário Dorminsky, do Festival Internacional de Cinema do Porto/Fantasporto) gostou de "Triângulo" e escreveu-o no Facebook:

Acabei de ler "Triângulo" de Pedro Garcia Rosado. Mais do que uma história de um primeiro-ministro assassino, o livro é muito actual já que olha para as ramificações da pedofilia no mundo político português, para os jogos de poder, as conivências ilícitas, as ligações à prostituição. Mas o que interessa mais ainda é que é um relato apaixonante, dos que se lêem de uma ponta à outra, como um bom filme. Este romance, que é também uma história de amor, é o terceiro da série Não Matarás, criada pela Asa especificamente para o autor. O que no meio editorial português, é notável e já diz muito da sua qualidade. Espero o livro seguinte, claro. Parabéns, PGR!    

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Uma conversa com Margarida Rodrigues nas suas Tertúlias à Lareira


Perguntas ao autor e respostas no blogue Tertúlias à Lareira, com Margarida Rodrigues. Um excerto:

Foi jornalista. De que modo isso o incentivou para a escrita dos seus próprios livros?

Ajudou-me a ter disciplina de escrita, a utilizar melhor a língua portuguesa e a conhecer mais aprofundadamente a realidade nacional. Estes três elementos foram essenciais para começar, e continuar, a escrever romances.

Para terminar, deixe uma mensagem para os nossos leitores.

Leiam livros “policiais”, leiam “thrillers”.

O “thriller” é um dos géneros ficcionais que melhor permite abordar praticamente todos os problemas sociais, e até políticos e culturais, e – quando tem qualidade – é um entretenimento magnífico que nunca se abstrai da nossa vida de todos os dias.

Leiam os meus livros mas procurem ler também, em português ou (se puderem) em inglês, obras de Ruth Rendell, John Le Carré, Lee Child, Carl Hiaasen, Karin Slaughter, James Ellroy, Harlan Coben e Peter Robinson.

Vejam as boas séries televisivas, em DVD ou (o que é bastante mais difícil) na próprio televisão, como “The Wire”, “Forbrydelsen/The Killing”, “Os Sopranos”, “Boardwalk Empire”, “Damages”, “NCIS”, “The Good Wife”, “Game of Thrones” e até “Mad Men”.

Vão ao cinema. Ou vejam-no em casa, sem preconceitos. E sintam-se com o direito de gostar e de não gostar.

Uma análise alternativa de "Triângulo" por Beja Santos

Beja Santos escreve sobre "Triângulo" em Vidas Alternativas. Eis um excerto:

(...) O thriller “Triângulo” mete perseguições, sentimentos recalcados, vinganças medonhas, a mais tenebrosa rede de pedofilia e prostituição e os bastidores de um partido onde dirigentes de cúpula preparam a queda do sanguinolento Garrido. Reconhece-se que a trama está habilmente montada, são episódios curtos, incisivos, viaja-se muito bem da Serra da Estrela até à Lagoa de Óbidos, as figuras gozam da necessária plausibilidade para manter o leitor curioso e ativo a folhar as páginas. Mas não há bela sem senão, Pedro Garcia Rosado excede-se com o perfil do Primeiro-Ministro psicopata, temos para ali suicídios a mais, uma Medusa que domina metade do país e muitos sinais de fumo de corrupção na Polícia Judiciária. Por vezes o excesso torna-se caricatural e tira convicção ao entretenimento. A obra está bem urdida, mas o autor deitou-se a perder com os excessos que diminuem consideravelmente o prazer do entretenimento. Não se pode enganar o leitor misturando thrilher com serial-killer e a apologia de uma classe política profundamente corrupta. Defrauda-se o leitor e perdem-se convicções sobre as qualidades que têm o romance negro. Pedro Garcia Rosado que se acautele.


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Maria do Rosário Pedreira destaca "Triângulo"

Maria do Rosário Pedreira no seu blogue Horas Extraordinárias sobre "Triângulo":

Pedro Garcia Rosado é dos poucos autores portugueses de thrillers e, além de alguns livros independentes, começou há três anos uma série intitulada «Não Matarás», de que acaba de sair o terceiro título: Triângulo. Retomando as investigações do inspector da Judiciária Joel Franco sobre uma misteriosa morte a que assistiu na infância e nunca foi resolvida, vai precisar de ir a três sítios e falar com três pessoas, até porque um triângulo é composto de três lados (embora nem sempre tão perigosos). As fotografias e os documentos levá-lo-ão por caminhos insondáveis, e desta feita a coisa vai ser violenta e mexer com a memória e o futuro do herói, embora os cães da Serra lhe vão dar uma boa ajuda. A procura da verdade e a missão de castigar os culpados hão-de trazer-lhe, porém, ossos bem duros de roer e mortes de que não será fácil recuperar. Um belo livro para amantes do género.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A Muda Magazine gostou de "Triângulo"

Uma opinião de Bruno Chainho sobre "Triângulo" na revista cultural on line Muda Magazine, que se aqui se reproduz na íntegra:

Com Agosto chega o mais recente livro de Pedro Garcia Rosado. Depois de "A Cidade do Medo" e "Vermelho da Cor do Sangue", chega às lojas "Triângulo", o terceiro livro da colecção "Não Matarás".
Num país onde os policiais estão na moda, muito por culpa da trilogia "Millennium", e onde os autores estrangeiros são consumidos com regularidade, é bom perceber, e alertar os leitores, que em Portugal há quem o faça com muita qualidade.
"Triângulo" é um livro com menos acção do que os seus antecessores mas onde o enredo e o suspense estão num nível soberbo, de tal forma que a leitura do mesmo é feita de forma intensa, tal é a curiosidade de saber o que está na página seguinte, tudo isto devido à forma inteligente como está estruturado.
No centro da história temos Joel Franco, um inspector da Polícia Judiciária, que procura os assassinos de um amigo de infância mas que se vê envolvido num mundo onde a política, a corrupção e o crime andam de mãos dadas e onde nem todos são o que aparentam ser.
Por fim, ficamos com a sensação de que um livro por ano é pouco para um escritor que nos traz qualidade, qualidade essa que devoramos em dias e que nos sabe a pouco.

domingo, 9 de setembro de 2012

As Leituras do Corvo gostou de "Triângulo"

Carla Ribeiro, autora do blogue As Leituras do Corvo, gostou de "Triângulo". A sua opinião (publicada aqui) reproduz-se na íntegra:


Joel Franco entrou para a Polícia Judiciária como forma de assimilar (e talvez de vingar) a morte de um amigo de infância. E agora tem algumas pistas para seguir. A sua investigação leva-o a Viseu e aos homens que estavam por perto quando o cadáver foi encontrado. Mas o que poderá Joel fazer é algo que nem ele mesmo sabe, pois o crime, se crime foi, prescreveu há muito tempo. Ainda assim, precisa de respostas. Entretanto, na capital, um cadáver é encontrado e homens poderosos conspiram para depor um chefe de governo que, por múltiplas razões, deixou de agradar. Os casos parecem não ter qualquer relação... mas é possível que a investigação de Joel e dos seus colegas venha a provar que não é bem assim.
Terceiro volume da série "Não Matarás", este é, ainda assim, um livro que não exige a leitura dos anteriores para compreender o enredo. Há, ainda assim, um lado positivo em ter lido, pelo menos, o anterior, já que algumas personagens, e principalmente o protagonista, se tornam mais familiares tendo acompanhado parte do seu percurso anterior. Este é, aliás, um dos vários pontos fortes deste livro. A forma como, desde as primeiras páginas, a personalidade e a missão de Joel Franco são facilmente reconhecíveis para o leitor, sendo fácil, dadas as circunstâncias, compreender os actos e as motivações que o comandam.
 Outros pontos fortes estão na fluidez da escrita e no ritmo compulsivo do enredo. Um estilo de escrita directo e uma história narrada em capítulos curtos, percorrendo o ponto de vista de diferentes personagens, mas sem nunca perder de vista a linha da narrativa, contribuem em muito para manter viva a curiosidade em saber mais. A isto, junta-se a teia de intrigas que, aos poucos, é desvendada, num enredo complexo, cheio de surpresas e que culmina num final de grande intensidade, quer a nível de revelações, quer de impacto emocional.
 Há, portanto, muito de bom para descobrir neste livro. Desde a elaborada intriga política que parece estar na base dos acontecimentos à forma como esta se relaciona com a demanda pessoal de Joel, há, ao longo do enredo, uma aura de mistério que, aliada ao crescendo de intensidade que marca o ritmo da narrativa, torna a leitura simplesmente viciante. E, além disso, há a personalidade de Joel. Assombrado pelo passado, mas determinado nos seus objectivos, com uma base de valores bastante sólida (mas passível de ser abalada por questões pessoais) e uma cativante capacidade de agir em circunstâncias inesperadas, Joel Franco surge como uma figura carismática, forte e com aquela medida de empatia que o torna próximo do leitor.
Mistério e acção nas medidas certas, ritmo viciante e um protagonista carismático como base para um enredo rico em intriga, mas também com um toque de emoção, a impressão que fica deste Triângulo é, sem dúvida, a mais positiva. Surpreendente e de leitura compulsiva, um livro que não posso deixar de recomendar.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

De Vila Nova de Tazem à Lagoa de Óbidos

Quando, há mais de vinte anos, pensei pela primeira vez em escrever histórias que pudessem ser publicadas (e em géneros então ainda menos considerados, como o fantástico ou o "policial"), achei que não havia em Portugal cenários capazes de suportarem ficções que requerem, às vezes, ambientes mais sinistros.
Conhecendo melhor o país, e não querendo circunscrever-me ao ambiente lisboeta, fui encontrando esses cenários e "Triângulo" aproveita dois deles.
Em Vila Nova de Tazem (nas imediações da Serra da Estrela, no distrito de Viseu) existe o Santuário de Santa Eufémia, que é uma construção enigmática cuja origem nunca consegui descobrir.
Foi aí, nesse cenário onde a arquitectura imponente contrasta com a paisagem agreste, que coloquei o Seminário de São João Baptista, onde o inspector Joel Franco se depara pela primeira vez, em criança, com um assassínio. É aí que Joel Franco regressa em "Triângulo", passando tanbém pela própria cidade de Viseu e por um ambiente muito mais agradável em Nelas (a Quinta da Fata, em Vilar Seco).
A Lagoa de Óbidos (que já tinha utilizado em "O Clube de Macau") é outro cenário sugestivo, que serve de palco a duas sequências decisivas em "Triângulo".
Vista do lado do Nadadouro (Caldas da Rainha), a Lagoa de Óbidos é uma superfície aquática tranquila mas o lodo que se acumula no fundo da lagoa, onde o assoreamento não está a ser eficazmente combatido, dá-lhe um aspecto de águas negras... que podem encobrir muitos mistérios.

Seminário de São João Baptista (capa de "Triângulo", © Pedro Garcia Rosado)
 

Aspecto do santuário (© Pedro Garcia Rosado)

"Triângulo" é o terceiro título da série "Não Matarás", depois de "Triângulo" e de "Vermelho da Cor do Sangue" (edição Asa) e está à venda esta semana.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Um primeiro-ministro que bate na namorada, uma conspiração política, um assassínio desvendado, três amigos em rota de colisão

À venda, também em e-book
O inspector Joel Franco esteve internado em menino num seminário de Vila Nova de Tazem, e o assassínio do seu melhor amigo levou-o, em adulto, a entrar na Polícia Judiciária, de cuja Secção de Homicídios faz parte.
Agora, de posse dos elementos necessários à descoberta dos culpados desse homicídio, Joel parte numa missão privada à procura dos três homens que poderão ter sido os assassinos.
Entretanto, em Lisboa, o primeiro-ministro José Garrido espanca a sua enigmática namorada num acesso de fúria onde a cólera se funde com o prazer, e uma conspiração política comandada pelo ministro da Justiça e por um empresário poderoso avança a todo o vapor. Deste grupo faz parte Jaime Paixão, um velho amigo e colega de faculdade de Joel Franco.
E com eles cruzar-se-á Rosa Custódio, a inspectora-coordenadora da PJ, também colega de ambos na faculdade, a quem é confiada uma "task force" encarregue de investigar potenciais crimes que possam estar associados ao primeiro-ministro.
É assim que se inicia "Triângulo", o terceiro título da série "Não Matarás", depois de "Triângulo" e de "Vermelho da Cor do Sangue" (edição Asa).